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	<title>Comentários sobre: A CULPA É DO CONTADOR</title>
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		<title>Por: Leandro</title>
		<link>http://www.ailtonmedeiros.com.br/a-culpa-e-do-contador/2009/07/05/comment-page-1/#comment-82218</link>
		<dc:creator>Leandro</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 00:36:01 +0000</pubDate>
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		<description>Realmente o artigo publicado é brilhante, para aqueles que não conhecem um contador.
Pode parecer incrivel, mas Contador não tem bola de cristal, não joga tarô e também não é vidente, muito menos vai na casa de cada um conferir quais são os bens para o imposto de renda.
Não foi nos contadores, que criamos os diatados, &quot;o barato sai cara&quot; e &quot;quem paga mal, paga em dobro&quot;, mas concordamos plenamente com os ditados.
A mais inacreditavel de todas: Quando contador fecha seu imposto de renda e aparece um saldo &quot;gigante&quot; a pagar, não reclame com ele, afinal de contas nos não recemos nenhuma porcentagem do governo.
Contador também é filho de Deus e precisa dormir ( sei que aprece mentira, mas precisamos dormir), portanto não incomode-o com problemas que são seus.
Mas é claro que pode parecer mentira, mas é a pura verdade.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Realmente o artigo publicado é brilhante, para aqueles que não conhecem um contador.<br />
Pode parecer incrivel, mas Contador não tem bola de cristal, não joga tarô e também não é vidente, muito menos vai na casa de cada um conferir quais são os bens para o imposto de renda.<br />
Não foi nos contadores, que criamos os diatados, &#8220;o barato sai cara&#8221; e &#8220;quem paga mal, paga em dobro&#8221;, mas concordamos plenamente com os ditados.<br />
A mais inacreditavel de todas: Quando contador fecha seu imposto de renda e aparece um saldo &#8220;gigante&#8221; a pagar, não reclame com ele, afinal de contas nos não recemos nenhuma porcentagem do governo.<br />
Contador também é filho de Deus e precisa dormir ( sei que aprece mentira, mas precisamos dormir), portanto não incomode-o com problemas que são seus.<br />
Mas é claro que pode parecer mentira, mas é a pura verdade.</p>
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		<title>Por: Ivan</title>
		<link>http://www.ailtonmedeiros.com.br/a-culpa-e-do-contador/2009/07/05/comment-page-1/#comment-77147</link>
		<dc:creator>Ivan</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2009 00:12:12 +0000</pubDate>
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		<description>Envio texto do escritor Luis Fernando Veríssimo, que retrata a falta da noção de limites da maioria das pessoas, atualmente, seja na política, na vida social, no trabalho, etc., etc., etc.
Cada um que vista a sua carapuça...

Crônica
Onde parar

Ainda sobre a cara do Michael Jackon: fiquei pensando em como um dos grandes problemas da humanidade é não saber onde parar. É um defeito que nos aflige de várias maneiras, desde de não saber parar antes que um hábito se torne um vício até não saber parar de especular sobre a natureza do Universo antes de sucumbir à loucura. O Michael Jackson não soube onde parar de refazer a própria cara. Você e eu conhecemos muita gente que não soube parar de retocar a sua e também já ultrapassou a fronteira do grotesco irreversível. Faltou alguém para lhes dizer “Pare! Assim está bom. Nem um puxado a mais”.

A atual crise financeira mundial se deveu à incapacidade dos grandes financistas de Wall Street em reconhecer quando o lucro excessivo se tornava lucro obsceno. Ou seja, em saber onde parar. A questão da corrupção e da desigualdade extrema se resolveria se houvesse um dispositivo interior que alertasse quando o dinheiro roubado ou acumulado se tornasse demais, algo que avisasse “agora chega, nem um centavo a mais”. Porque, como se sabe, não são os milhões que corrompem e arruínam - é o centavo a mais. Aquele um centavo além do razoável, a perdição dos que não sabem onde parar.

Grandes artistas são os que sabem instintivamente onde parar. Pode-se imaginar um Velasques decidindo que uma das suas pinturas estava pronta. Que uma pincelada a mais - como o centavo a mais do corrupto e do rico gananciosos - faria tudo desandar. Ou um poeta depois do último retoque, da última micro-cirurgia estética no seu poema, lançando-o, certo de que não falta ou sobra uma palavra. É verdade que o instinto nem sempre ajuda. O Jorge Luis Borges dizia que o escritor publica seus livros para livrar-se deles, para não ficar reescrevendo-os ao infinito. Mas Borges, que nunca fez um texto muito longo, foi um grande exemplo de quem sempre soube onde parar.

Nas especulações sobre as primeiras coisas do Universo saber parar também pareceria importante. Parar em Deus, criador do céu e da terra, e ficar por aí para prevenir maiores angústias, seria uma forma de sabedoria. Mas outros não se contentam com uma explicação teológica que relega o resto a um mistério que não nos diz respeito, e dizem que isto seria como decidir parar de pensar. Já outros...

Mas acho melhor parar por aqui.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Envio texto do escritor Luis Fernando Veríssimo, que retrata a falta da noção de limites da maioria das pessoas, atualmente, seja na política, na vida social, no trabalho, etc., etc., etc.<br />
Cada um que vista a sua carapuça&#8230;</p>
<p>Crônica<br />
Onde parar</p>
<p>Ainda sobre a cara do Michael Jackon: fiquei pensando em como um dos grandes problemas da humanidade é não saber onde parar. É um defeito que nos aflige de várias maneiras, desde de não saber parar antes que um hábito se torne um vício até não saber parar de especular sobre a natureza do Universo antes de sucumbir à loucura. O Michael Jackson não soube onde parar de refazer a própria cara. Você e eu conhecemos muita gente que não soube parar de retocar a sua e também já ultrapassou a fronteira do grotesco irreversível. Faltou alguém para lhes dizer “Pare! Assim está bom. Nem um puxado a mais”.</p>
<p>A atual crise financeira mundial se deveu à incapacidade dos grandes financistas de Wall Street em reconhecer quando o lucro excessivo se tornava lucro obsceno. Ou seja, em saber onde parar. A questão da corrupção e da desigualdade extrema se resolveria se houvesse um dispositivo interior que alertasse quando o dinheiro roubado ou acumulado se tornasse demais, algo que avisasse “agora chega, nem um centavo a mais”. Porque, como se sabe, não são os milhões que corrompem e arruínam &#8211; é o centavo a mais. Aquele um centavo além do razoável, a perdição dos que não sabem onde parar.</p>
<p>Grandes artistas são os que sabem instintivamente onde parar. Pode-se imaginar um Velasques decidindo que uma das suas pinturas estava pronta. Que uma pincelada a mais &#8211; como o centavo a mais do corrupto e do rico gananciosos &#8211; faria tudo desandar. Ou um poeta depois do último retoque, da última micro-cirurgia estética no seu poema, lançando-o, certo de que não falta ou sobra uma palavra. É verdade que o instinto nem sempre ajuda. O Jorge Luis Borges dizia que o escritor publica seus livros para livrar-se deles, para não ficar reescrevendo-os ao infinito. Mas Borges, que nunca fez um texto muito longo, foi um grande exemplo de quem sempre soube onde parar.</p>
<p>Nas especulações sobre as primeiras coisas do Universo saber parar também pareceria importante. Parar em Deus, criador do céu e da terra, e ficar por aí para prevenir maiores angústias, seria uma forma de sabedoria. Mas outros não se contentam com uma explicação teológica que relega o resto a um mistério que não nos diz respeito, e dizem que isto seria como decidir parar de pensar. Já outros&#8230;</p>
<p>Mas acho melhor parar por aqui.</p>
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		<title>Por: Rodrigues</title>
		<link>http://www.ailtonmedeiros.com.br/a-culpa-e-do-contador/2009/07/05/comment-page-1/#comment-77123</link>
		<dc:creator>Rodrigues</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2009 22:50:30 +0000</pubDate>
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		<description>Mister é brilhante a matéria e, não é por acaso, que eu não gosto e, muito menos, tenha interesse de fazer imposto de renda de pessoas estranhas ao meu circulo familiar, a razão está ai.

Nunca peguei uma declaração de terceiros que NÃO estivesse errada por anos à fios ou, o contribuinte, NÃO quissesse fazer coisas impertinentes às regras objetivas do Imposto de Renda.

É tão comum essa atribuição de uma culpa inexistente à classe que, do mesmo modo, pessoas sem essa classificação prossional, se prestão a fazer serviço (irregularmente) por preços irrisórios e, quando, são pegos na malha fina atribuem culpa ao contador, ora meu senhor! - que contador? se quem fez seu serviço foi pessoa alheia à área.

Uns pensam que o mundo é feito somente de idiotas, outros o são.

Abraços.

Fui!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mister é brilhante a matéria e, não é por acaso, que eu não gosto e, muito menos, tenha interesse de fazer imposto de renda de pessoas estranhas ao meu circulo familiar, a razão está ai.</p>
<p>Nunca peguei uma declaração de terceiros que NÃO estivesse errada por anos à fios ou, o contribuinte, NÃO quissesse fazer coisas impertinentes às regras objetivas do Imposto de Renda.</p>
<p>É tão comum essa atribuição de uma culpa inexistente à classe que, do mesmo modo, pessoas sem essa classificação prossional, se prestão a fazer serviço (irregularmente) por preços irrisórios e, quando, são pegos na malha fina atribuem culpa ao contador, ora meu senhor! &#8211; que contador? se quem fez seu serviço foi pessoa alheia à área.</p>
<p>Uns pensam que o mundo é feito somente de idiotas, outros o são.</p>
<p>Abraços.</p>
<p>Fui!</p>
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