A HORA DA ESTRELA
Um leitor quer saber o que achei da biografia de Clarice Lispector. Ainda não li, o que só farei depois de terminar de ler “Vocês ainda não ouviram nada – A barulhenta história do cinema mudo”, do jornalista Celson Sabadin, e “Guia de drinques dos grandes escritores americanos”, de Edward Hemingway e Mark Bailey.
Antes disso, impossível.
O autor, Benjamim Moser, é um grande especialista. Não á toa, “Clarice” foi citado como os um dos 100 notáveis livros de 2009 pelo “New York Times”, o que não é pouca coisa.
Quanto a definição da escritora sobre a Taba, uma “cidadezinha sem caráter”, não há o quer discordar. A frase, aliás, foi tema de uma de minhas colunas no “Jornal de Natal”, há quase vinte anos.
Tenho um amigo no Rio, Luiz Carlos Lacerda, o Bigode, que foi muito amigo de Clarice e de Lúcio Cardoso, uma das duas maiores paixões da escritora (a outra foi o escritor Paulo Mendes Campos com quem ela teve um caso).
É o que tenho a dizer. Por enquanto.



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3/12/09 às 13:51
Viva Clarice! O mais incrível é constatar a evolução da Taba: hoje é uma cidadezinha ainda mais sem caráter. É isso.
7/12/09 às 9:24
E Olga Borelli, fica onde? Apenas datilografava os manuscritos de Clarice? Vejam o bilhete da última, na primeira biografia, feita por Nadia Battela Gotlibe, para a amiga Olga. Está lá. Pena que quase ninguém lê nada com atenção. Exceção seria esse escriba do blog.