Aílton Medeiros
"Não consigo tomar partido por um sujeito, por um partido, por uma classe, por um país, por um filósofo, ou mesmo por uma filosofia, por um poeta, por uma escola literária, por um regime político. Tenho horror ao um..." (Alceu Amoroso Lima)

A MULHER QUE COME DE TUDO

roberta

A Veja Natal que chegou sábado às bancas é um desperdício de mau jornalismo. Quase nada se aproveita. O que salva a edição é o artigo da cantora Roberta Sá. O resto pode jogar no lixo.

Roberta lembra com detalhes sua infância na Fazenda do avô materno, em Ceará Mirim: “A mesa ficava posta o tempo que o encontro durasse. Dias, semanas, e vovô parecia se encher de alegria só de olhar a gente comer. Sarapatel, carneiro guisado ou torrado, purê de macaxeira, suco de pitanga, delícias incontáveis, saudades eternas…”, recorda a cantora sem esquecer os bolos, as bananas fritas, o mel de engenho e as incomparáveis cocadas de Dedinha disputadas a tapas, na praia de Muriú. 

Um de seus programas preferidos em Natal é comer ginga com tapioca na Redinha e saborear um sorvete de graviola, milho-verde, acerola ou mangaba na Sorveteria Tropical. “Todos os sabores do Nordeste, gelados, refrescantes, infinitos”.

Outro programa imperdível, segundo Roberta, é o caranguejo do 294 e o peixe do Manary, este um manjar dos “Deuses”.

Quem duvida?

3 respostas para 'A MULHER QUE COME DE TUDO'

  1. Marcelo Paiva Diz:

    Poxa, Roberta Sá é uma gatinha!!

  2. DaMata Diz:

    Roberta Sá

    Vi, Vi o show da potiguar Roberta Sá, em Natal. Uma garça vestida de vermelho que vai pouco a pouco desnudando. A voz de um timbre
    único passeia pelo grande repertório da Música Popular Brasileira. São canções próprias e de autores consagrados. O samba predomina, mas não é menor a intensidade das canções românticas. Interessa, sim. Abro os braços para Roberta Sá e o seu merecido reconhecimento nacional. Fico feliz de ouvir e ver os novinhos cantando a nossa bela música brasileira. A platéia aplaude, canta, dança e pede bis em três dias de casa lotada.
    Roberta está bem no palco em sua saia rodada. São belos os movimentos circulares e olhares esguios de uma dançarina espanhola. O laço enorme de um vestido longo vermelho veste uma quase-bailarina. Os passos de samba são fracos. O percussionista é bom e exibido. O violão discreto e tímido de Antonia é competente. Diferente de quando Antonia tenta tocar o tamborim e não sai nada. Destaque para o diretor e arranjador dos discos e shows da bela Roberta – Rodrigo Campelo.
    O grupo ainda precisa de muito para orquestrar a doce e insinuante voz robertianasá. As codas dos acompanhamentos são fracos. O Campelo ao tentar se movimentar é acompanhado de um rabo formado por um feixe de fios. Precisa limpar mais o palco para deixar fluir a canção. O cenário não ajuda.
    Vem, Vem, chama Roberta para dançar. Somos fogo e Gasolina como na bela canção do Lenine cantada por Roberta.
    “O nosso jogo é perigoso, menina / Nós somos fogo/ Nós somos fogo / Nós somos fogo e gasolina…”

    Um show de muita gasolina que ainda vai pegar fogo Precisa de uns poucos ajustes. O maior instrumento já possuímos na bela voz da Roberta Sá. O repertório é bom. A cantora é bela e a música brasileira é estupenda. Parabéns Sá/ Salve a Dor/ Salvador. Salve a canção popular.

    João da Mata Costa

  3. Francisco Gomes Diz:

    Estive em Florinópolis-SC, agora há pouco. Cheguei ontem, Dia de Finados. E, lá, pude observar o carinho e o apreço que o povo daquela terra tem pela cantora potiguar, ROBERTA SÁ, a qual faria um show no dia 30 (sexta-feira) de outubro passado, na belíssima capital de Santa Catarina.

Deixe seu Comentário

Assinar os comentários deste post

Ailton Medeiros é gerado por WordPress
(RSS) dos artigos e (RSS) dos comentários.

Ápyus.com© 2007 Ápyus - E-mail: marlos@apyus.com - Site: www.apyus.com

Fatal error: Call to undefined function trans_add_menus() in /home/ailtonmedeiros/ailtonmedeiros/wp-content/themes/ailtonmedeiros/footer.php on line 40