A MULHER QUE COME DE TUDO

A Veja Natal que chegou sábado às bancas é um desperdício de mau jornalismo. Quase nada se aproveita. O que salva a edição é o artigo da cantora Roberta Sá. O resto pode jogar no lixo.
Roberta lembra com detalhes sua infância na Fazenda do avô materno, em Ceará Mirim: “A mesa ficava posta o tempo que o encontro durasse. Dias, semanas, e vovô parecia se encher de alegria só de olhar a gente comer. Sarapatel, carneiro guisado ou torrado, purê de macaxeira, suco de pitanga, delícias incontáveis, saudades eternas…”, recorda a cantora sem esquecer os bolos, as bananas fritas, o mel de engenho e as incomparáveis cocadas de Dedinha disputadas a tapas, na praia de Muriú.
Um de seus programas preferidos em Natal é comer ginga com tapioca na Redinha e saborear um sorvete de graviola, milho-verde, acerola ou mangaba na Sorveteria Tropical. “Todos os sabores do Nordeste, gelados, refrescantes, infinitos”.
Outro programa imperdível, segundo Roberta, é o caranguejo do 294 e o peixe do Manary, este um manjar dos “Deuses”.
Quem duvida?



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2/11/09 às 2:10
Poxa, Roberta Sá é uma gatinha!!
3/11/09 às 9:52
Roberta Sá
Vi, Vi o show da potiguar Roberta Sá, em Natal. Uma garça vestida de vermelho que vai pouco a pouco desnudando. A voz de um timbre
único passeia pelo grande repertório da Música Popular Brasileira. São canções próprias e de autores consagrados. O samba predomina, mas não é menor a intensidade das canções românticas. Interessa, sim. Abro os braços para Roberta Sá e o seu merecido reconhecimento nacional. Fico feliz de ouvir e ver os novinhos cantando a nossa bela música brasileira. A platéia aplaude, canta, dança e pede bis em três dias de casa lotada.
Roberta está bem no palco em sua saia rodada. São belos os movimentos circulares e olhares esguios de uma dançarina espanhola. O laço enorme de um vestido longo vermelho veste uma quase-bailarina. Os passos de samba são fracos. O percussionista é bom e exibido. O violão discreto e tímido de Antonia é competente. Diferente de quando Antonia tenta tocar o tamborim e não sai nada. Destaque para o diretor e arranjador dos discos e shows da bela Roberta – Rodrigo Campelo.
O grupo ainda precisa de muito para orquestrar a doce e insinuante voz robertianasá. As codas dos acompanhamentos são fracos. O Campelo ao tentar se movimentar é acompanhado de um rabo formado por um feixe de fios. Precisa limpar mais o palco para deixar fluir a canção. O cenário não ajuda.
Vem, Vem, chama Roberta para dançar. Somos fogo e Gasolina como na bela canção do Lenine cantada por Roberta.
“O nosso jogo é perigoso, menina / Nós somos fogo/ Nós somos fogo / Nós somos fogo e gasolina…”
Um show de muita gasolina que ainda vai pegar fogo Precisa de uns poucos ajustes. O maior instrumento já possuímos na bela voz da Roberta Sá. O repertório é bom. A cantora é bela e a música brasileira é estupenda. Parabéns Sá/ Salve a Dor/ Salvador. Salve a canção popular.
João da Mata Costa
3/11/09 às 11:18
Estive em Florinópolis-SC, agora há pouco. Cheguei ontem, Dia de Finados. E, lá, pude observar o carinho e o apreço que o povo daquela terra tem pela cantora potiguar, ROBERTA SÁ, a qual faria um show no dia 30 (sexta-feira) de outubro passado, na belíssima capital de Santa Catarina.