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	<title>Comentários sobre: A PARAÍBA NOS ORGULHA</title>
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		<title>Por: Roberto Salviano</title>
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		<dc:creator>Roberto Salviano</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2008 16:04:07 +0000</pubDate>
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		<description>Vixe, Ailton!
Aqui virou sucursal
do Substantivo Plural?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Vixe, Ailton!<br />
Aqui virou sucursal<br />
do Substantivo Plural?</p>
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		<title>Por: João da Mata Costa</title>
		<link>http://www.ailtonmedeiros.com.br/a-paraiba-nos-orgulha/2008/11/18/comment-page-1/#comment-18792</link>
		<dc:creator>João da Mata Costa</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2008 13:15:02 +0000</pubDate>
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		<description>FORALEZA: CIDADE LUZ

O dia acordava e saíamos em direção à cidade de Fortaleza. No carro um turbilhão de conversas e lembranças. Metade de Natal foi lembrada. Também pudera, a tripulação era formada por Homero, Abimael, Dom Inácio e DaMata. O caminho era o dos livros na VIII Bienal de Fortaleza
Cidade leste/oeste e Lusitana. Cidade Luz. A influencia religiosa é grande e se reflete até no nome das ruas. A avenida monsenhor Tabosa é uma das suas principais artérias. A praia de Iracema onde ficamos hospedados é boa para passear e tomar umas e outras. A Iracema da praia é insinuante e faz gestos ondulantes. A cerveja quando possível é Brahma para agradar ao amigo Abimael. Até mesmo o Dom Inácio e Homero tomaram um copo. A conversa é animada e o mote é a literatura, a música e o cinema. O Dragão do Mar é lindo e por trás fica a biblioteca pública Governador Menezes Pimentel e seus muitos tesouros raros.  Saudação ao professor Amorim Sobreira e o legado precioso que deixou para a biblioteca.   
 Quase sempre estamos lembrando do Ednardo e Belchior. Eles cantaram como ninguém essa bela cidade nossa irmã.  De Ednardo é o belo poema ao Ceará:

Eu venho das dunas brancas
Onde eu queria ficar
Deitando os olhos cansados
Por onde a vida alcançar

Meu céu é pleno de paz
Sem chaminés ou fumaça
No peito enganos mil
Na Terra é pleno abril

Eu tenho a mão que aperreia, eu tenho o sol e areia
Eu sou da América, sul da América, South America
Eu sou a nata do lixo, eu sou o luxo da aldeia, eu sou do Ceará

Aldeia, Aldeota, estou batendo na porta prá lhe aperriá
Prá lhe aperriá, prá lhe aperriá
Eu sou a nata do lixo, eu sou o luxo da aldeia, eu sou do Ceará
A Praia do Futuro, o farol velho e o novo são os olhos do mar
São os olhos do mar, são os olhos do mar
O velho que apagado, o novo que espantado, vento a vida espalhou
Luzindo na madrugada, braços, corpos suados, na praia falando amor.






 Cidade de Farias Brito e Gustavo Barroso.  De Edgar de Alencar, Rachel de Queiroz e tantos outros escritores queridos. Abimael lembra do bom poeta Francisco Carvalho. Olhando da varanda do hotel parece que estamos lendo:  
“ O céu infinito e o infinito mar / a música das dunas / o perfil dos navios varando a tarde que recende/ a flores desbotadas / a espuma  das ondas odoríferas como o vinho dos deuses /  a solidão crescendo/ a noite veloz arrastando a túnica em chamas / sobre as escadarias do mar/...”     
No domingo vamos à praia do Cumbuco. Bela praia para passear, andar a cavalo, de barco e outros meios de transportes motorizados ou não. Hora também de pegar um caranguejo. Não falta mais nada para o amigo Abimael. O bispo recebe uma pata de caranguejo. Só mesmo um grande amigo para receber tamanha oferenda. Muitos vendedores. Um poeta popular passa oferecendo o seu último rebento cordelizado. Já escreveu mais de trinta livros e é analfabeto. Outro faz uma graça. Afinal estamos na terra de grandes humoristas e rir é o melhor negocio. Depois de almoçados voltamos à bienal

A Bienal

A bienal agradou a todos. Muita gente e muitos setores vendendo livros de toda espécie.  O carro vai pesado com tantos saber.  No estande do senado compro a História da Literatura do Carpeaux.  O Inácio me indica uma bela edição das obras completas do Bocage da Lello. No estande da Biblioteca Nacional compramos as Revistas Poesia Sempre e as do Livro. Fico chateado depois de separar alguns e saber que não estão à venda.
Imagina, entre esses livros tinha uma bela edição do Quixote ilustrado para crianças. Só faltei ter um ataque por não poder trazer esse livro. Não adiantou dizer que era um estudioso e colecionador do Quixote.   Inácio é um especialista em Cangaço e compra mais alguns livros que estão sendo lançados sobre o tema. E mais, muitos mais. Alisamos todos, mas estamos felizes e muito cansados de tanto andar por um mar de livros. Compro ainda vários livros sobre o Quixote nos estandes internacionais. Livros em promoções.  Livros para todos os gostos. Homero está cansado de tanto carregar livros sobre literatura e política. Compramos um belo livro sobre Ramalho Ortigão. Livros sobre a História da Aviação e do Cinema no Ceará. Sobre o Padre Cícero. O medievo Beowfulf e muito mais. Compro ainda uma bela edição facsimilar do Vicente Huidobro. A bienal é mesmo maravilhosa. Encontramos Carlança e sua companheira, belos amigos. É hora de voltar. Estamos todos felizes com essa belíssima viagem entre amigos e por causa do livro, nossos eternos amiguinhos. E haja conversa. Vocês não sentiram as orelhas quentes? 
Um grande abraço para Homero, Abimael e Dom Inácio. Belas companhias e amigos eternos. 

Até a próxima,

João da Mata Costa</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>FORALEZA: CIDADE LUZ</p>
<p>O dia acordava e saíamos em direção à cidade de Fortaleza. No carro um turbilhão de conversas e lembranças. Metade de Natal foi lembrada. Também pudera, a tripulação era formada por Homero, Abimael, Dom Inácio e DaMata. O caminho era o dos livros na VIII Bienal de Fortaleza<br />
Cidade leste/oeste e Lusitana. Cidade Luz. A influencia religiosa é grande e se reflete até no nome das ruas. A avenida monsenhor Tabosa é uma das suas principais artérias. A praia de Iracema onde ficamos hospedados é boa para passear e tomar umas e outras. A Iracema da praia é insinuante e faz gestos ondulantes. A cerveja quando possível é Brahma para agradar ao amigo Abimael. Até mesmo o Dom Inácio e Homero tomaram um copo. A conversa é animada e o mote é a literatura, a música e o cinema. O Dragão do Mar é lindo e por trás fica a biblioteca pública Governador Menezes Pimentel e seus muitos tesouros raros.  Saudação ao professor Amorim Sobreira e o legado precioso que deixou para a biblioteca.<br />
 Quase sempre estamos lembrando do Ednardo e Belchior. Eles cantaram como ninguém essa bela cidade nossa irmã.  De Ednardo é o belo poema ao Ceará:</p>
<p>Eu venho das dunas brancas<br />
Onde eu queria ficar<br />
Deitando os olhos cansados<br />
Por onde a vida alcançar</p>
<p>Meu céu é pleno de paz<br />
Sem chaminés ou fumaça<br />
No peito enganos mil<br />
Na Terra é pleno abril</p>
<p>Eu tenho a mão que aperreia, eu tenho o sol e areia<br />
Eu sou da América, sul da América, South America<br />
Eu sou a nata do lixo, eu sou o luxo da aldeia, eu sou do Ceará</p>
<p>Aldeia, Aldeota, estou batendo na porta prá lhe aperriá<br />
Prá lhe aperriá, prá lhe aperriá<br />
Eu sou a nata do lixo, eu sou o luxo da aldeia, eu sou do Ceará<br />
A Praia do Futuro, o farol velho e o novo são os olhos do mar<br />
São os olhos do mar, são os olhos do mar<br />
O velho que apagado, o novo que espantado, vento a vida espalhou<br />
Luzindo na madrugada, braços, corpos suados, na praia falando amor.</p>
<p> Cidade de Farias Brito e Gustavo Barroso.  De Edgar de Alencar, Rachel de Queiroz e tantos outros escritores queridos. Abimael lembra do bom poeta Francisco Carvalho. Olhando da varanda do hotel parece que estamos lendo:<br />
“ O céu infinito e o infinito mar / a música das dunas / o perfil dos navios varando a tarde que recende/ a flores desbotadas / a espuma  das ondas odoríferas como o vinho dos deuses /  a solidão crescendo/ a noite veloz arrastando a túnica em chamas / sobre as escadarias do mar/&#8230;”<br />
No domingo vamos à praia do Cumbuco. Bela praia para passear, andar a cavalo, de barco e outros meios de transportes motorizados ou não. Hora também de pegar um caranguejo. Não falta mais nada para o amigo Abimael. O bispo recebe uma pata de caranguejo. Só mesmo um grande amigo para receber tamanha oferenda. Muitos vendedores. Um poeta popular passa oferecendo o seu último rebento cordelizado. Já escreveu mais de trinta livros e é analfabeto. Outro faz uma graça. Afinal estamos na terra de grandes humoristas e rir é o melhor negocio. Depois de almoçados voltamos à bienal</p>
<p>A Bienal</p>
<p>A bienal agradou a todos. Muita gente e muitos setores vendendo livros de toda espécie.  O carro vai pesado com tantos saber.  No estande do senado compro a História da Literatura do Carpeaux.  O Inácio me indica uma bela edição das obras completas do Bocage da Lello. No estande da Biblioteca Nacional compramos as Revistas Poesia Sempre e as do Livro. Fico chateado depois de separar alguns e saber que não estão à venda.<br />
Imagina, entre esses livros tinha uma bela edição do Quixote ilustrado para crianças. Só faltei ter um ataque por não poder trazer esse livro. Não adiantou dizer que era um estudioso e colecionador do Quixote.   Inácio é um especialista em Cangaço e compra mais alguns livros que estão sendo lançados sobre o tema. E mais, muitos mais. Alisamos todos, mas estamos felizes e muito cansados de tanto andar por um mar de livros. Compro ainda vários livros sobre o Quixote nos estandes internacionais. Livros em promoções.  Livros para todos os gostos. Homero está cansado de tanto carregar livros sobre literatura e política. Compramos um belo livro sobre Ramalho Ortigão. Livros sobre a História da Aviação e do Cinema no Ceará. Sobre o Padre Cícero. O medievo Beowfulf e muito mais. Compro ainda uma bela edição facsimilar do Vicente Huidobro. A bienal é mesmo maravilhosa. Encontramos Carlança e sua companheira, belos amigos. É hora de voltar. Estamos todos felizes com essa belíssima viagem entre amigos e por causa do livro, nossos eternos amiguinhos. E haja conversa. Vocês não sentiram as orelhas quentes?<br />
Um grande abraço para Homero, Abimael e Dom Inácio. Belas companhias e amigos eternos. </p>
<p>Até a próxima,</p>
<p>João da Mata Costa</p>
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	<item>
		<title>Por: Josias Carlos Belmont</title>
		<link>http://www.ailtonmedeiros.com.br/a-paraiba-nos-orgulha/2008/11/18/comment-page-1/#comment-18741</link>
		<dc:creator>Josias Carlos Belmont</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2008 10:02:09 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;José AMÉRICA de Almeida&quot;(sic)é ruim&quot;, hem!
Faltou citar o Treze de Campina Grande; o Campinense e o Botafogo de João Pessoa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;José AMÉRICA de Almeida&#8221;(sic)é ruim&#8221;, hem!<br />
Faltou citar o Treze de Campina Grande; o Campinense e o Botafogo de João Pessoa.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Fernando D</title>
		<link>http://www.ailtonmedeiros.com.br/a-paraiba-nos-orgulha/2008/11/18/comment-page-1/#comment-18676</link>
		<dc:creator>Fernando D</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2008 03:50:27 +0000</pubDate>
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		<description>Como paraibano fico muito feliz com a matéria e com os comentários acima e posso citar algumas outras personalidades nascidas na minha querida Paraiba... Chico Cézar, Herbet Viana (Paralamas...), Roberta Miranda, Renata Arruda,  Pedro Américo (pintor do famoso quadra do grito do Ipiranga), Zé Lezin da Paraiba (foi meu colega de Banco), Flávio José, Amazan, José Dumont (ator da Globo), Marcélia Cartaxo (atriz da Globo e ganhadora do Urso de ouro de melhor atriz do Festival de Berlim de 84), Elba Ramalho, Ipojuca Pontes (jornalista e irmão de Paulo Pontes), Wladimir de Carvalho (um dos grandes cinestas do Brasil, do filme Cabra Marcado pra morrer), Geraldo Candré (Pra não dizer que falei das flores), Shaolin (humorista), Ronaldo da Cunha Lima (poeta... pois não gosto do político), José Neumane Pinto (respeitado jornalista do Estadão), Jessier Quirino (poeta maravilhoso),  Ariano Suassuna... esse é mestre (muitos pensam que ele nasceu em Taperoá, mais na verdade nasceu em João Pessoa dentro do Palácio da Redenção, na época em que seu pai era Governador da Paraiba). Acho que tem mais gente.... Se espremer essa laranja ainda sai suco... Me orgulho de ser de um dos estados mais fortes culturalmente desse país. Fui...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Como paraibano fico muito feliz com a matéria e com os comentários acima e posso citar algumas outras personalidades nascidas na minha querida Paraiba&#8230; Chico Cézar, Herbet Viana (Paralamas&#8230;), Roberta Miranda, Renata Arruda,  Pedro Américo (pintor do famoso quadra do grito do Ipiranga), Zé Lezin da Paraiba (foi meu colega de Banco), Flávio José, Amazan, José Dumont (ator da Globo), Marcélia Cartaxo (atriz da Globo e ganhadora do Urso de ouro de melhor atriz do Festival de Berlim de 84), Elba Ramalho, Ipojuca Pontes (jornalista e irmão de Paulo Pontes), Wladimir de Carvalho (um dos grandes cinestas do Brasil, do filme Cabra Marcado pra morrer), Geraldo Candré (Pra não dizer que falei das flores), Shaolin (humorista), Ronaldo da Cunha Lima (poeta&#8230; pois não gosto do político), José Neumane Pinto (respeitado jornalista do Estadão), Jessier Quirino (poeta maravilhoso),  Ariano Suassuna&#8230; esse é mestre (muitos pensam que ele nasceu em Taperoá, mais na verdade nasceu em João Pessoa dentro do Palácio da Redenção, na época em que seu pai era Governador da Paraiba). Acho que tem mais gente&#8230;. Se espremer essa laranja ainda sai suco&#8230; Me orgulho de ser de um dos estados mais fortes culturalmente desse país. Fui&#8230;</p>
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