Aílton Medeiros
"Não consigo tomar partido por um sujeito, por um partido, por uma classe, por um país, por um filósofo, ou mesmo por uma filosofia, por um poeta, por uma escola literária, por um regime político. Tenho horror ao um..." (Alceu Amoroso Lima)

ÁGUA MOLE EM PEDRA DURA

Todos sabem que os nativos da Taba não suportam cultura, mas não custa tentar, não é mesmo?

Bom, uma das peças de humor mais festejadas da atualidade desembarca na Terra de Cascudo no fim de semana (sábado e domingo, no Centro de Convenções, a partir das 21 horas).

Trata-se da comédia “Terça Insana”.

O espetáculo reúne várias esquetes de humor. Entre os personagens que serão apresentados estão Mari Help, uma faxineira terceirizada, e Silas Simplesmente, um charmoso taxista, ambos interpretados por Marcos Luque. Já Guilherme Uzeda vive Zildo, um cara que é feliz por ser podre de pobre, e Luiz Otávio, um palestrante que filosofa sobre o jeitinho brasileiro.

Roberto Camargo interpreta Betina Botox, um garoto moderno e cheio de atitude, além do Pequeno Príncipe e o Cupido. Grace Gianoukas dá vida à Mãe Moderna, uma mulher dividida entre a família e o trabalho, à Xaron, uma migrante rural que adota a filosofia punk após chegar na metrópole, e a já consagrada Aline Dorel, a estrela internacional viciada em Lexotan, que retorna para contar novas aventuras.

A direção é de Grace Gianoukas.

3 respostas para 'ÁGUA MOLE EM PEDRA DURA'

  1. Rodrigues Diz:

    Ailton, você tem razão quando diz que o “Bocó Nativo” não gosta de cultura. É bem verdade que, não só você, mas, eu também observo que, nas suas postagens sobre a matéria “Cultura” a participação é nula.

    De minha parte, digo, não gosto, apesar de admirar quem envereda por essas bandas, porém, trata-se de acatar, em qualquer tipo de leitura, o que o autor defende e acredita. Ocorre, no entanto, que eu tenho minhas leituras à parte. É bem verdade que tratam de matérias profissionais e de resultados procurados por finalidade objetiva.

    Em matéria de leitura para angariar conhecimentos, tenho em mente que “A Bíblia”, “Os Filófos” (do início da história) e, “O Pequeno Príncipe” são suficientes e, a melhor formas de se aculturar, pois, são até hoje, às que estudo e, em muitos casos, são difíceis de entendimento. Requer, inclusive, um grau maior de compreensão e de conhecimento com experiência.

    Nesse mundo vasto por mim citado, incluo e, complemento com o dia-a-dia dos: Noticiários (televisivos, escritos, blogados e periódicos semanais – revistas tendenciosas?!?!?); nas salas de aulas; nos filmes e; na própria vida.

    Doutro modo, todos querem vender seu peixe para faturar e, mais, lamentando que, a criatividade, desses milhões de escritores, é ínfima, além de, em seus escritos, sempre fazerem citações dos anteriores ou, mesmo, dos próprios filósofos da história, ou seja, sempre retornam ou, se baseiam nos que iniciaram a filosofia da vida.

    Voltam sempre ao passado como uma compravação da conclusão que chegarem e, daquilo que querem transmitir ao seu consumidor bobo. Esse, inclusive, por sua vez, acha que é um grande feito ou descoberta e, se enche de vaidade, se acha um grande culto e, sai dizendo: Lí fulano; sicrano e; beltrano. Ora meu senhor! o conhecimento e a cultura está dentro de nós.

    Niguém muda ninguém! (que merda! eu querendo filosofar!). Tudo volta ao passado. Se se observar em todo e qualquer livrinhos, se verificará, sem sobra de dúvida, que é uma conclusão de uma filosofia original qualquer já exposta ao mundo.

    Acredito que a vida imita a ficção, no entanto, só se vivencia esses absurdos por ser coisa programada e premeditada por “Louco”. (Exclua-se os fenômenos naturais).

    Esta é minha opinião!

    Fui!

  2. Rodrigues Diz:

    Correções: “Os Filósofos” e, …sem “Sombra” de dúvidas…

  3. JR CAMPOS Diz:

    Caro Ailtom,

    Já tive a honra de assistir este espetaculo lá na terra dos bandeirantes, e posso garantir que é muito bom!!!

    So quero deixar aqui meu protesto sobre o valor dos ingressos, R$ 50,00 inteira e R$ 25,00 estudante é muito caro, pois lá em São Paulo, mais preciso em Campinas onde assisti, foi apenas 15 conto!

    e agora josé?

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