Aílton Medeiros
"Não consigo tomar partido por um sujeito, por um partido, por uma classe, por um país, por um filósofo, ou mesmo por uma filosofia, por um poeta, por uma escola literária, por um regime político. Tenho horror ao um..." (Alceu Amoroso Lima)

BOA VIAGEM, TORRES

O jornal “Tribuna do Norte” desta terça-feira revela que o engenheiro Roberto Torres, dono CTE Engenharia, pensa seriamente em ir embora de Natal porque a prefeita proibiu a construção de espigões em Ponta Negra.

Não diga? Bom, pela qualidade e feiúra dos prédios que a CTE construiu até agora na Taba, o engenheiro já vai tarde.

Boa viagem, Torres!

Para ler o texto na íntegra, clique aqui.

31 respostas para 'BOA VIAGEM, TORRES'

  1. Ze Roberto Diz:

    O nome do cara que constroi espigoes e Torres. E uma piada pronta.

    Felicidades, Torres. Ja vai tarde.

  2. José Eduardo Diz:

    Boa viagem!

    Vá para o Rio de Janeiro, e solicite licença para construir um edifício do lado do Cristo Redentor, quem sabe vc consiga!!
    Peça a gorjeta do pessoal do PV de volta, terminou não servindo para nada!

  3. Aldemar Diz:

    Ailton,

    Vai aí uma matéria para matar a saudade. Vale apena ler e ver as fotos.

    Inté…

    Há 25 anos, a natividade de um ideal

    Por: Yasmine Lemos

    Acervo de família
    (Da esquerda para a direita direita) Fcº Welforf, Lula, Rubens Lemos e Bruno Maranhão

    O desbravador ou pioneiro tem como principio básico percorrer os caminhos mais difíceis, superar obstáculos e quase sempre aceitar o anonimato nas lembranças dos mais novos, quando os méritos e vitórias já possuem trilhas feitas na força e coragem dos antecessores.

    Em 1980, um grupo de amigos funda em Natal um novo partido. Enfrentando oligarquias políticas, censura, preconceito e a nossa cidade seria palco de mais um fato histórico. Uma mistura de carne-de-sol com pré-presidente era o que menos os desbravadores sonhavam.

    Ano de 1982. O desembarque do presidente do partido, mais dois colegas na cidade do sol para lançar a candidatura a governo de um jornalista. Encontro tímido e silencioso. A imprensa deu cobertura vigiada, desconfiada e capenga. Ainda existia a ditadura camuflada. O candidato a governador pelo novo partido os recebeu no Aeroporto Augusto Severo. A história estava começando. A avenida João Pessoa foi espaço para o primeiro comício. Não houve aglomerações, nem tumultos. Sem patrocínios, sem espaços na mídia.

    Como telespectadora de alguns fatos, espantava-me ver na minha casa homens falando alto, reunidos na sala de jantar, fazendo cota para gasolina, “quebrando” cabeça para saber como iriam fazer cartazes para divulgação, arranjar carros de som. Eu e meu irmão, mesmo contra vontade, cedíamos o nosso quarto para “os companheiros”, pois não tinham como pagar diárias em hotéis. E um deles, “o barbudo”, passava a mão na minha cabeça e sorria… Até então não sabia quem era: chamavam-no por um apelido simples, comum. Quatro letras apenas. Terminou nos conquistando, e meu irmão, como um visionário, escreveu nos lastros da cama: “Aqui dormiu o futuro presidente do Brasil. Agosto de 1982”. Coisas de criança…

    A movimentação era grande. Saíam por bairros, ruas e interiores. Lembro-me que não entendia o porquê de tanta conversa e empolgação, afinal a cidade já tinha candidatos fortes, ricos, preparados e de famílias tradicionais.

    Criança ainda, não aceitava que alguém pudesse votar num pessoal tão estranho e desconhecido, mas passei a me acostumar com a movimentação, com candidatos a senador, deputado e governador: esse, eu podia até chamar de pai.

    Sem nenhum luxo, nem carros novos, sem motoristas, sem seguranças, com bandeiras pintadas com spray, sem bonés. Mas a ideologia quando enfrenta riscos, aguça a vontade de alcançar o êxito ou marcar presença. E eles marcaram.

    Simpatia de poucos eleitores, indiferença da maioria, com exceção de alguns professores universitários, poucos familiares solidários e pouquíssimos simpatizantes da nova proposta.

    Atualmente, quando vejo candidatos donos de seus espaços e “entendidos” a falar sobre dificuldade e seguir carreira política por uma questão apenas de perpetuação tradicional, familiar e até numa ousadia pseudo-ideológica, é no mínimo estranho. Afinal, legenda partidária virou detalhe.

    Pergunto-me se a turma de 80 faria tudo novamente.

    Acervo: Família Rubens Lemos

    Em 1995, com 15 anos do partido: o reconhecimento da nova geração. Pela foto, lembro os mesmos rostos: seis homens cansados, humildes e corajosos. Nada além disso.

    Endereço: “http://almadobeco.blogspot.com/2005_02_13_archive.html”

  4. Major Diz:

    Só posso desejar uma boa viagem, pois sou bastante hospitaleiro.
    Risos.

  5. Luis Carlos Diz:

    Do jeito que vão as coisas, que tal cadeiras de praia para Drª Gilka da Mata,para Yuno e toda cambada “defensora” ardorosa de Ponta Negra e arredores, se prostar em pleno verão na área non aedificandi todos os dias e tomar um belo banho de sol, contemplando o Morro do Careca? Aí ficariam conjecturando sobre drogas, falta de emprego e renda, promiscuidade e outras coisas mais…Quem sabe assim, encontrariam a solução para esses e outros probleminhas! Chega de inércia. Desenvolvimento Já!

  6. Marcelo Paiva Diz:

    Luiz Carlos, o desenvolvimento tem que ser sustentável. Esse seu desenvolvimento é de gente sem inteligência. E Torres, boa viagem e volte sempre pra ajudar no desenvolvimento de Natal e do Rio Grande do Norte. A propósito, por que não construir um prédio desses lá em Mossoró? Ou em Caicó?? Vcs ganharia dinheiro tb. Aqui é que não dá. Pelos menos desse jeito aí.

  7. Carlos Diz:

    Enquanto esse “pessoalzinho” estiver por aí não vai ter desenvolvimento tão cedo…

  8. Eva Mello Diz:

    Pois se preservar o meio ambiente e não deixar com que a nossa bela cidade vire um céu cinzento, de tanto prédios horríveis tomando conta é viver na inércia, ah então eu quero viver na inérciaa sempre!
    hahaha

    PS: Meu Deus tem gente que não percebe que temos que cuidar da nossa cidade com consciência e assim ela terá desenvolvimento, só basta ter senso nas decisões.

  9. Jorge Joaquim dos Santos Diz:

    Já vai tarde e atrasado! neste novo tempo não precisamos de idiotas desta qualidade em Natal.

  10. Soares Diz:

    Luis Carlos, vai babar o fabio faria, vá junto com o torres. Teu lugar é outro, energúmeno. Agora corre pro dicionário para saber que palavra é esta, kkk.

  11. Leonardo Farias Diz:

    Concordo com o Luis Carlos ai em cima. Desenvolvimento já! Tem que fazer logo uma terraplanagem no Morro do Careca para construir mais prédios naquela região. Sugiro também a demolição do Forte. Ali daria para construir um excelente prédio com vista para o mar. Vamos aterrar a lagoa de jacumã e fazer um aterro sanitário lá!

  12. antonio Diz:

    Ailton, como leigo,penso que o problema não se resume a questão do visual, mas sim do impacto ambiental que essas construções pode causar no futuro, e ai quem seria o responsavel????

    Obs: Acho que a Prefeita esta tirando o dela da reta.

  13. Talita Diz:

    Vá embora e deixe os índios na Taba!

  14. Fred Diz:

    Com base no ponto de vista acima, os países nórdicos seriam um fiasco. Quanta deselegância para um argumento… argumento…

  15. Jorge Teotonio Diz:

    Luis Carlos, vá para Rio de Janeiro ou
    São Paulo! Lá é que é bom. Constrói-se o “desenvolvimento” em qualquer lugar e ninguém importuna. “O POVO DAQUI É MUITO CHATO”. Pegue uma carona com Seu Torres!

  16. Marcelo Paiva Diz:

    Leonardo, esse blog aki não é pra piada não, pô. Vc entrou no blog errado, rpz. Esse negocio d piada é com outro Ailton, não Ailton Medeiros. Alias, essas suas piadas são pra rir ou pra chorar? Hehehehe.

  17. Marcelo Régis Diz:

    Não é bem assim Ailton…

    A cidade precisa dos empregos geredos pela construção civil.

    A questão é! Que sejam (prédios, “espigões”…)construídos em locais adequados na cidade, respeitando o plano diretor.

    Até mesmo a “sua” amada Paris precisa de “espigões” (Tour Montparnasse), so que lá tudo obedece o plano diretor, são poucas as zonas (bairros) que são permitidos tal tipo de empreendimento, na maior parte da cidade os prédios não superam cinco ou seis andares!

    Tudo em nome da mobilidade urbana e bem-estar.

    Um abraço!

  18. Fábio Miranda monte Diz:

    Eu não sou Roberta Miranda, mas canto: Vá com Deus.

  19. Carlos Diz:

    Complementando, o povo daqui é: chato, feio, mal educado e besta.
    Bom seria se pagassem as contas…

  20. paulo Diz:

    CONCORDO COM CARLOS,POVO DE NATAL UM BANDO DE LISO METIDO A MERDA,VIVEM LAMBENDO BOTA DE POLITICO CORRUPTO MENDIGANDO UMA SINECURA…..

  21. Arthur Diz:

    Tem como ele levar Micarla e Kalazans junto?

  22. Carlos Diz:

    Arthur era o ideal, mas não acontecem milagres assim…

  23. Marcus Diz:

    Como diria Coxinha: “Vai-te imbora, carniça”

  24. George D. Diz:

    E o pior é que criaturas dessa estirpe, ignorantões que nem mesmo verniz cultural têm, vem falar que é necessário um laudo feito por um instituição de maior credibilidade, como a USP… falou isso para destratar a UFRN e, em especial, o depto de arquitetura que tem um histórico de luta em prol do plano diretor e da sua correta implementação.

    Mal sabe o sr. Torres, que tem fumaças de lorde inglês em meio aos tupinambás, que a própria USP, por meio de um dos mais respeitados grupos em estudo da paisagem no Brasil, esteve aqui ano passado e fez uma leitura extremamente crítica (em viés negativo) do tipo de paisagem que anda a se construir por aqui nos último 10 ou 15 anos.

    De resto, nada contra a verticalização, desde que feita atenta à capacidade de carga (trânsito, abastecimento, dejetos etc.) que a região suporta.

    Aqui em Natal, o elogio da paisagem serve apenas para fazer panfleto e vender empreendimento imobiliário, infelizmente.

  25. Pedro Diz:

    Resumindo Natal não quer ficar igual a Recife ou SP.

    Ja vai TARDE!!!!!!!

  26. Marcelo Paiva Diz:

    Carlos e Paulo, se vcs kiserem ir com o engenheiro, fikem a vontade. A gente daki d Natal tb não precisa d elementos como vcs. Adios, muchachos!!!!!!!!!

  27. José Flávio de Araújo Diz:

    Promovemos uma verticalizacao excessiva e não temos onde colocar os carros, os dejetos e sacrificamos o espaço publico. Cade o desenvolvimento sustentável, a geração de emprego e renda? Construimos os espigões e depois precisamos de babás, jardineiros e empregado(s) que moram na periferia e no interior. Quando não achamos esta mão de obra criticamos o bolsa família do governo. Quanta hipocrisia!!!

  28. Chiquinho Diz:

    Marcelo Paiva!

    Que ideia pobre você tem! Porque construir os espigões em Caicó, se você não deseja para Natal.Realmente você está demonstrando ser uma pessoa egoísta, fútil, que só pensa em si.

    Abraços de um Caicoense autêntico

  29. Marcelo Paiva Diz:

    Fútil? Eu? Heehehe. Eu sou mossoroense de nascimento, natalense de formação e meu coração é seridoense. Quero o desenvolvimento pra todo o RN. Não apenas pra Natal. Sou 100% RN. Sou 100% desenvolvimento sustentável. Agora, já vc…….. Lamentavel a sua opinião.
    Abraços de 1 norte-rio-grandense autentico.

  30. Chiquinho Diz:

    Se eu me chamasse Marcelo Paiva……

  31. Marcelo Paiva Diz:

    Chiquinho, se vc fosse como eu, entao seria considerado o verdadeiro cidadão norte-rio-grandense.

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