CAÓTICA ANA
Não matei a família, mas fui ao cinema neste fim de semana. Vi quatro filmes. “Caótica Ana”, do diretor espanhol Julio Medem (“Lucía e o Sexo”), foi um deles. Achei fraquinho.
A sinopse prometia. Ana (Manuela Vellés) é uma jovem artista autodidata que vive em uma caverna com o seu pai, um alemão chamado Klaus (o polonês Matthias Habich), na ilha de Ibiza, Espanha. Ela vende seus quadros em uma feira na cidade quando aparece a mecenas Justine (a inglesa Charlotte Rampling), que se interessa pelo trabalho de Ana e a convida para se mudar para Madri, onde poderá ter contato com distintas classes de arte e onde poderá desenvolver o seu talento.
Mudando para a capital, Ana conhece uma variedade de jovens talentosos, incluindo Linda (a cantora Bebe), uma apaixonada pelo vídeo; Said (o francês Nicolas Cazalé), um pintor atormentando com quem irá desenvolver uma forte de paixão; Lucas (Raúl Peña), ator mulherengo, entre outros.
Ao mesmo tempo em que Ana desenvolve o seu talento artístico e descobre a sua sexualidade, ela também começa a sofrer crises que revelam a existência no seu inconsciente de diversas mulheres que foram suas reencarnações passadas.
O filme se encerra com uma alusão à merda. Precisa dizer mais alguma coisa?




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10/11/08 às 23:10
Ailton, toda Ana é caótica. kkkkkkkkkkkkk!!! Bjooo
10/11/08 às 23:12
Toda Ana é uma anta.
13/11/08 às 14:00
No Escurinho do Cinema: Do Caos ao Felation
Gostei de Ana Caótica. Não gostei do Brown Bunny (moviecom) e apreciei com moderação ao “filme de arte”. “Linha de Passe” e “Era uma vez” fazem parte da boa safra do cinema brasileiro. Recomendo
Nossa Vida não Cabe num Opala
É um bom filme, sem acontecer de ser exuberante. A peça do Bertolotto foi bem adaptada para o cinema. Sou suspeito pois adoro o teatro. Gosto do teatro elizabetano no cinema.
Sou um ator que ainda não teve seu apogeu.
Um meta-cinema com um tema recorrente. Tenho um vinho, você quer?
Gosto muitas vezes do teatro transportado para o écran. Nesse caso o resultado não é ruim.
O elenco é maravilhoso: Jonas Bloch, Milhem Cortaz, Dercy Gonçalves, Maria Manoella, Leonardo Medeiros (belo ator de “corpo”, filme que ganhou o longa de Natal)), Maria Luisa Mendonça (está ótima), Marília Pêra (não precisa dizer nada) , Paulo César Peréio (um dos maiores atores brasileiro), Gabriel Pinheiro e Adilson Rodrigues.
A música é muito boa. Belo poema musicado. Boa fotografia.