DEU NO NEW YORK TIMES
Não precisa me criticar, eu já sei que está ficando chato comentar aqui o que andam falando do Brasil lá fora.
Mas o que fazer? É da minha natureza repercutir neste Blog o que alguns dos mais “irrelevantes e vagabundos” jornais do mundo escrevem sobre o país.
Então vamos lá. Na edição de hoje o “insignificante” jornal americano “New York Times” publica uma reportagem assinada pelo jornalista Alexei Barrionuevo com fartos elogios ao país.
O jornal diz que o Brasil vive um boom econômico, a maior em três décadas, e que está prestes a se tornar “uma potência econômica global”.
O NYT elogia o presidente Lula pela sua competencia na condução da economia e pelos programas sociais que retiram milhões de pessoas da pobreza.
Para o jornal, o crescimento econômico brasileiro deve durar.
“Enquanto os Estados Unidos e partes da Europa enfrentam a recessão e as conseqüências da crise imobiliária, a economia do Brasil exibe poucas das vulnerabilidades de outras potências emergentes”.
A oposição raivosa que só lê em português vai ficar tiririca quando souber.
Para ler a matéria na íntegra clique aqui.



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31/07/08 às 11:33
Concordo em tudo com o New York Times. Porém faltou ele dizer que a nova Medellin é aqui: ali no Rio de Janeiro e que as nossas autoridades só assistem à tragédia anunciada, de preferência bem longe e bem do alto…
31/07/08 às 11:39
Mais perigoso do que o Rio é Natal, um dia o mundo vai descobrir que Medellin é aqui.
31/07/08 às 12:58
Pena que o NYT nao deu outro desastrado comentario:’Deus queira que não seja preciso um outro 11 de setembro’. A frase é do ministro das Relações Exteriores do Brasil, Celso Amorim.
LAMENTAVEL!
do ministro das relaçoes exteriores
31/07/08 às 13:04
bom Ailton, mais uma vez vc demonstra que não sai de casa e só fica vendo tv, pq esta sua visão que o Brasil tá bom só pode ser explicada desta forma.
Espero que vc não venha me xingar (como sempre faz) pq não concordo com vc, ou seu blog não se pode da uma opinião contrária?
31/07/08 às 13:14
Lá vem vc com suas babaquices novamente. Quer dizer que ficar em casa lendo o New York Times é a mesma coisa de assistir tv? Chega!
Cara, vá encher plantar cana em Cuba e pára de abusar de minha paciência! Aceito, sim, opinião contrária, mas inteligente, não é seu caso, infelizmente.
31/07/08 às 13:24
Daqui a pouco os EUA,CEE e Japão (paupérrimos) vão quebrar e recorrerão ao Brasil através do FMI.
E com certeza quando o sr. Luiz Inácio terminar o seu mandato, realizará dezenas de palestras e conferências para Ministros da Economia e diretores dos bancos centrais desses países, “ensinanado” como tornar seus países uma “potência econômica”. É melhor rir pra não chorar.
31/07/08 às 13:35
Até tu, Silva??!!
31/07/08 às 16:21
Só não vê quem não quer que o Brasil hoje em dia cresce responsavelmente, diferentemente dos 12% insustentáveis e sem nenhum reflexo social do período do Milagre Econômico.
Os que comparam o Brasil com a China, Cingapura e demais asiáticos que estão crescendo absurdamente, por desonestidade intelectual, desconhecimento ou má-fé, olvidam-se (ou omitem-se) em relação a uma das prerrogativas mais básicas das Ciências Econômicas: a lei dos rendimentos decrescentes.
Quem cresceu 10%, 11%, 12% em sua história jamais irá crescer novamente em tal ritmo.
O crescimento do Brasil hoje se dá dentro dos seus limites, e mais: com o bônus da responsabilidade e da sustentabilidade, inexistente em tempos obscuros não tão distantes.
31/07/08 às 16:50
poxa, vc não deixa um comentário contra que reclama, é melhor então vc proibir os comentários não acha? Eu apenas discordo de vc qdo falo que o Brasil não melhorou, o que vejo é uma gasto enorme em marketing, falando numeros absurdos que, se vc sair um pouco de casa e largar o NYT verá.
31/07/08 às 16:53
e veja bem, não estou aqui para discutir com vc, nem ficar trocando ofensas, mais apenas dei minha opinião, nem sempre discordo do que vc escreve, como é o caso da musica da borboleta, duvido outra pessoa falar sobre isto, mais qdo discordo vc fica muito nervoso, qual o motivo?
31/07/08 às 17:02
Só para completar o que falou o Bertram.
Segundo alguns analistas o país mantém a menor inflação nos alimentos entre todos os países do continente americano porque produz. E produz muito. Conta com a presença de um vigoroso setor de agricultura familiar, que produz e comercializa 70% dos alimentos consumidos pelos brasileiros e brasileiros que possuem um total de 22% das terras agriculturáveis do mundo.
Segundo dados do Ministério de Desenvolvimento Agrário (2008), desde 2003 o país desenvolve uma estratégia de fortalecimento desta agricultura, com políticas públicas de crédito, seguro agrícola, assistência técnica e extensão rural. A institucionalização desta estratégia surge na Lei da Agricultura Familiar e da Lei Orgânica de Segurança Alimentar e Nutricional.
Enquanto o índice dos preços agrícolas internacionais subiu 83% nos últimos 36 meses, a cesta básica brasileira subiu 25% no mesmo período. O leite, que é um produto tipicamente de agricultura familiar no Brasil, teve um aumento de preço de 120% no mercado internacional nos últimos 24 meses, enquanto que no País o aumento foi de 25%. Isso se deve ao aumento da produção de leite, que passou dos 16 bilhões de litros da década de 90 para 27 bilhões de litros em 2008, atingindo a auto-suficiência.
Está aí o resultado do bônus. E para deixar mais conservadores deprimidos, acrescento ainda, que a agricultura familiar se consolida exatamente nos assentamentos do MST.
31/07/08 às 17:10
Caro Miranda,
Você está certo, o Ailton precisa saber ler críticas analisar caso a caso, mas ele sabe disso, estranho a resposta dele.
Com relação ao governo Lula, discordo de você e aí o Ailton está certo.
Ler o que outros “países” comentam sobre nós é importante ou eles só estão certos quando falam das desgraças?
Vou dar um exemplo, sempre fui contra a família Alves, mas a administração do Sr Agnelo é infinitamente melhor que todos, se ele se fosse candidato votaria nele.
Agora a turma que não gostava de Lula, não quer admitir que melhorou e ainda torce contra, que parece ser o seu caso. Ando muito interior e pelo Brasil e percebo isto claramente.
31/07/08 às 18:17
Se nós dependessemos da produção vinda dos assentamentos do MST, o nosso país se transformaria numa Itiópia. A maior produção existente nesses assentamentos é de vagabundos e delinquentes.
31/07/08 às 18:22
Retificando:
A palavra correta é Etiópia
1/08/08 às 13:06
O crescimento brasileiro é uma piada, e o presidente Lula é uma piada de maus gosto!. Somente para o Brasil igualar em tecnologia e infra estrutura com os Estados Unidos duraria pelo menos 20 anos, contando que os Estados Unidos parassem completamente em 20 anos, o que ratifica que o Brasil é uma piada!. Só falta falar que cuba é exemplo de prosperidade, ai seria achar que qualquer ser é idiota!. Cuba não é exemplo nem no campo social, a não ser para os acadêmicos chifrins brasileiros que ainda sonham com comunismo!.
1/08/08 às 16:31
Miranda, não sou jornalista de gabinete, sou homem da rua, converso com todo tipo de gente, militar, taxista, político, economista, empresário, comerciante, dona de casa, estudante, professor, manobrista, mendigo, garçon. Mas há gente que não enxerga o óbvio. É o seu caso. Até a Veja reconhece que o Brasil hoje é uma potência, você, por acaso, assistiu a entrevista de Roberto Civita no Programa de Jô? Procure no You Tube. Veja, New York Times, Financial Times, o Washington Post, os bancos internacionais, os institutos de avaliação. Cara, não se deixe levar pelo ódio nem pelo preconceito.
É claro que o Brasil ainda tem enormes problemas, isso é visível. Mas veja o avanço que o país deu nos últimos dez anos.
Por favor, não me faça tratá-lo como um bocó.
1/08/08 às 21:33
Ei, inclua aí o Marcelo China no time dos bocós arrogantes e deslumbrados, cucaracha querendo ser americano de origem irlandesa, era só o que faltava!
1/08/08 às 22:42
Ailton, o pior do China é o colonialismo que jorra latente. O único parâmetro de mundo para ele é os EUA que há muito faliu. Faliu moralmente, faliu eticamente, faliu como projeto de nação, e agora está padecendo de sérios problemas econômicos. Esse cara deveria conhecer o Sicko – S.O. S. Saúde do Mike Moore para parar de falar besteira. O Brasil está buscando construir um modelo de desenvolvimento próprio e está muito bem, obrigado!
2/08/08 às 7:14
Bem, de minha parte, peço desculpas a quem se sentir ofendido ou parecido, mas creio que todos coments. aqui, de uma forma ou de outra tem um pouco de razão.
Não sou filiado a nenhum partido, entretanto, votei no Lula, pois acreditava e ainda acredito ser a melhor opção. Agora, fazer vista grossa para os problemas do nosso país, é querer atirar no próprio pé. E que problemas são esses ? são vários. Porém o mais grave é a lama política que infesta e está afundando todo Brasil.
Primeiro passo para resolver – Tira essa corja de ladrões do poder;
Segundo passo – Mobilizar o povo;
Terceiro passo – O povo tem educação e concientização política para tal empreendimento ?
“NÃO”
Falta muito para atingir essa tão falada educação ?
“VICHEEEEEEEEEEEEEE MARIA”
E POR AI V
2/08/08 às 12:24
Para os Doutores brazilianistas, que acham que o Brasil é potência, venham dar um pequeno giro pela América do Norte e Europa, apenas como forma de limpar a vista, já que ai no Brasil não enxergam nenhum palmo a sua frente!. Só mesmo os brasileiros para virem com discussões desse tipo, pois o Brasil é um pais travestido de desenvolvimento, pois no seio das suas instituições básicas o sentimento de desenvolvimento e zelo para com o páis ainda nem sequer nasceram!. Eu acho que a única coisa que não faliu no Brasil foi a corrupção e a insanidade de alguns em achar que os países estrangeiros, principalmente os EUA, vão se curvar diante do milagre brasileiro, realmente Altério, é pra inglês ver!.
2/08/08 às 14:03
Meu caro Marcelo, não sou eu, é o jornal mais importante do mundo, o “New York Times”, que elogia o Brasil. Vc por acaso lê o jornal aí? E o “Financial Times”? E a “The Economist”? Todos eles estão rasgando seda para o país.
Chega até ser chato, mas leia os jornais de Nova York, Londres, Paris, Berlim, etc e tal. Os de Miami são provincianos demais.
grande abraço
2/08/08 às 19:39
Ailton,
Gosto do seu blog pois me agrada muito as discussões, cada um com seu ponto de visão, isso mostra que você é o unico que está somente comprometido com os leitores, quanto ao jornal ainda prefiro o provinciano Miami Herald!.
Um abraço
2/08/08 às 21:31
Marcelo, tenha paciência com os bocós daqui: para eles o Brasil é o melhor dos mundos possíveis; o lugar mais distante e civilizado que eles conhecem é Caicó, no baile dos coroas. Você aguenta?
3/08/08 às 11:36
KKKKKKKKK, Caicó, já morei lá, tomava banho no Itans, Já tomei muito sorvete na Sorveteria do Quincas, era no tempo do pistoleiro Edmar Leitão… faz muito tempo.
4/08/08 às 12:09
ESTA NÃO SAIU NO NEW YORK TIMES. ESTE É O BRASIL SÓ DOS BRASILEIROS
Admite-se que os donos dos morros do Rio imponham suas leis em territórios carentes de outras. É assim há décadas – e nem a mais otimista autoridade acredita que deixará de ser em um futuro próximo. Mas, convenhamos: eles também não precisavam esculachar tanto o Estado a ponto de impedir que candidatos visitem os morros em ano eleitoral.
Abusam do poder. Custaria deixar que os candidatos passassem por lá para distribuir panfletos, apertar algumas dezenas de mãos e abraçar criançinhas atônitas? No que essas visitas relâmpagos a cada dois anos abalariam o império deles?
Fora do período de ensaios das escolas de samba – e salvo os candidatos avalizados pelo crime – a maioria dos outros só escala morros para dizer depois que não lhe faltou coragem. E também, é claro, para conseguir espaço na mídia. Em sua presença, torna-se perfeitamente dispensável aposentar armas e acantonar tropas.
Há mais ou menos seis anos era bastante diferente, segundo um ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Em segredo, emissários da Justiça carioca negociavam com os bandidos ou com seus representantes.
Combinavam-se as regras para que os candidatos fizessem campanha sem prejudicar o negócio e a segurança do tráfico. Nada de polícia por perto. Em diversos casos, foi acertada de comum acordo a permanência ou a remoção de juízes.
Tudo depois transcorria na mais absoluta, aparente e falsa normalidade. De todo modo o Estado salvava sua face. Bons tempos…
Pois agora a face do Estado está a perigo. A nova geração de chefes do tráfico de drogas e de milícias que vendem proteção descobriu que o poder político pode repousar na ponta do fuzil.
Como o Estado irá aceitar o descumprimento de bem-sucedidas regras de convivência? O que se dirá dele se candidatos continuarem sendo desrespeitados no seu direito constitucional de ir e de vir atrás de votos? É fato que o direito de eles transitarem pela internet foi limitado pela própria Justiça. Propaganda eleitoral em sites ao modelito Barack Obama?
Cantemos juntos e afinados: “Não, não podemos”. A não ser que os sites fiquem hospedados em provedores de outros países. Nada mais fácil – e rápido.
Mas não é isso o que importa por enquanto. A cada dia, sua agonia. E em respeito ao costume nacional, a cada eleição novos regulamentos.
Seguinte: ou os donos dos morros demonstram maior sensatez ou em breve poderão vir a amargar severos prejuízos financeiros.
Se dependesse apenas do ministro Carlos Ayres Britto, presidente do TSE, contingentes da Força Nacional já teriam ocupado alguns morros. O governador Sérgio Cabral nada tem contra. A providência ainda não foi tomada porque sua eficácia é posta em dúvida por chefes militares e pela justiça eleitoral do Rio.
O que se teme? Conflitos indesejáveis de soldados do Exército com soldados do tráfico e das milícias. E danos à imagem externa do país.
De resto, são poucos os presidentes da justiça eleitoral nos Estados que não se constrangem quando forçados pelas circunstâncias a pedirem socorro para assegurar a ordem em seus domínios.
O problema do Rio não é de falta de segurança para realizar as eleições, eu sei. O buraco é mais embaixo. O problema é de falta de segurança para que a vida dos habitantes do Rio flua mais ou menos tranqüila em qualquer tempo e durante a maior parte do tempo.
Sim, quanto a isso ninguém discorda. Mas e daí?
Afinal, estamos a 62 dias do primeiro turno das eleições. A campanha está mal começando – e começando mal no segundo maior colégio eleitoral do país.
O que fazer então? Reconhecer os morros como zonas eleitorais exclusivas do tráfico de drogas, das milícias e dos seus candidatos? Recomendar aos demais que renunciem à disputa no corpo-a-corpo dos cerca de 500 mil votos que existem ali? Torcer para que nenhum deles desobedeça à recomendação, arriscando-se a ser achado por uma bala perdida?
19/08/08 às 23:39
Na minha sincera opnião também considero extremamente salutar qualquer espécie de discussão que mire em críticas construtivas. O que vejo aqui é exatamente isso: as diferentes visões de diferentes pontos de vista. Concordo imensamente com os que dizem que o Brasil precisa melhorar, que temos muito a fazer. Isso se deve ao fato de que não podemos parar, se há uma crítica vamos incidir sobre ela e procurar sempre melhorar. Eis o ponto.
Concordo na mesma intensidade com os que dizem que o Brasil está melhorando e por conseguinte se transformando em uma potencia, seja lá qual for o real significado dessa palavra. Estamos sendo vistos e além das manchetes falando de crimes também estamos sendo elogiados.
…continuemos trabalhando meus compatriotas e sempre tentando melhorar…um abraço!