Aílton Medeiros
"Não consigo tomar partido por um sujeito, por um partido, por uma classe, por um país, por um filósofo, ou mesmo por uma filosofia, por um poeta, por uma escola literária, por um regime político. Tenho horror ao um..." (Alceu Amoroso Lima)

E AGORA JOSÉ?

Acabei de assistir o discurso de José Agripino Maia no Senado.

O que diz José? Que o dinheiro da Camargo Corrêa foi repassado ao partido, o que é verdade. O que José esqueceu de dizer que o intermediário entre o diretor da construtora e o DEM foi o próprio José.

Ah, sim, antes que esqueça, vários senadores se solidarizaram com José. Quem? José Sarney, Heráclito Fortes, Efraim Moraes, Flexa Ribeiro, etc e tal.

Sabe aquele ditado, diga-me com quem andas e eu te direi quem és…?

Poderia servir de epígrafe.

Garçon, por favor, chá verde, pão assado e queijo derretido.

12 respostas para 'E AGORA JOSÉ?'

  1. murilo Diz:

    Voce queria o que? O cara é o presidente do partido. Claro, ele é que tem que fazer o contato.

  2. José Carlos de Medeiros Diz:

    Tudo isso Ailton, não passa de uma cortina de fumaça. Caixa 02 desavergonhado. Roubo mesmo é o que elles fizeram no governo de FHC com (abertura do nosso mercado)nosso patrimônio público:- Quando até a tradicional rede “Frango Assado” das estradas do interior paulista foi comprada pela International Meal Company, cada centavo de lucro com o pão de semolina ou o espetinho de frango – se é que a rede vai continuar servindo a mesma coisa – incluirá uma parte crescente que será enviada a Boston, onde está a sede do grupo que controla essa companhia americana. E sem que os novos proprietários tenham construído nada. Apenas se apropriaram do que já havia sido construído por brasileiros, para lucrar com o dinheiro dos brasileiros – e enviá-lo para fora.

    Evidentemente, existem dezenas, centenas, milhares de empresas muito mais importantes do que o “Frango Assado” que deslizaram para as mãos do capital estrangeiro. O que somente piora a situação. Mas o exemplo, além de pitoresco, não deixa de ser ilustrativo. Por obra do governo Fernando Henrique, desde 1995 o capital estrangeiro está comprando tudo o que lhe passa pela frente em nosso país. Desde as subsidiárias da Telebrás até o “Frango Assado”, passando pela Metal Leve, pela Lacta, pela Abyara – para citar algumas poucas empresas de ramos bastante díspares.

    Usando números arredondados, em 1994 as remessas para o exterior foram de US$ 14,5 bilhões; no primeiro ano do governo Fernando Henrique, 1995, foram US$ 18, 5 bilhões;

    1996: US$ 20,3 bilhões;

    1997: US$ 25,5 bilhões;

    1998: US$ 28,3 bilhões;

    1999: US$ 25,8 bilhões;

    2000: US$ 25,4 bilhões;

    2001: US$ 27,5 bilhões;

    2002: US$ 23,2 bilhões.

    Ao tomar posse, o presidente Lula encontrou a economia do país brutalmente desnacionalizada; durante o seu primeiro mandato, o “investimento direto” diminuiu em relação ao governo anterior. Mas as empresas externas, a maior parte compradas no governo Fernando Henrique, seguiram aumentando as remessas:

    2003: US$ 23,4 bilhões;

    2004: US$ 26,9 bilhões;

    2005: US$ 34,2 bilhões;

    2006: US$ 37,1 bilhões.

    O IDE voltou a aumentar no segundo mandato do presidente Lula. E também as remessas:

    2007: US$ 42,5 bilhões;

    2008: US$ 57,2 bilhões.

    Em suma, nos 10 anos que vão de 1998 a 2008, saíram do país, sob a forma de remessas – de lucros declarados ou encobertos – US$ 352 bilhões. No mesmo período, em “investimento direto estrangeiro”, entraram US$ 271,1 bilhões.

    Esta comparação entre remessas e entradas de “investimento direto” poderia ser acusada de imprecisa, uma vez que as remessas mencionadas também incluem as remessas para fora do capital puramente especulativo (IEC). No entanto, a importância deste é relativa: segundo o BC, suas remessas, nesse período, foram de US$ 33,7 bilhões. Se as subtraíssemos, ainda teríamos uma entrada de US$ 271,1 bilhões, contra uma saída de US$ 318,3 bilhões. Certamente, o “investimento direto” não é a única forma de espoliação do país. Apenas, é a maior e a principal.
    Eu, fico estarrecido. Esse dinheirinho de Caixa 02 de Zé Agripino é uma merreca no que elle negociou com a entrega da nossa economia brasileira desde o governo de FHC. Esses caras não são brasileiros, são uns crápulas. Na nossa revolução, toda a familia deve ir pro paredão. Todos coniventes, todos corruptos.

  3. Rodrigo Rodrigues Diz:

    Engraçado é que Agripino do DEMO e dos R$ 300 mil falou a globo “QUEM NÃO DEVE NÃO TEME…” em um tom esbravejado e temeroso ao mesmo tempo. Acho que ele tá TEMENDO alguma coisa.

    Cenas dos próximos capítulos…

  4. cisso Diz:

    ATÉ TU JAJÁ?????????? É O MUNDO TODO…………

  5. JUNIOR CAMPOS Diz:

    Vamos Torecer para esta operação não acabar como a operação SATRIAGAHA!!!!

    Ailton, pra mim pode ser um suco de laranja com pão assado e quejo derretido!

  6. Pedro Diz:

    Sera que os demo prestaram contas a justiça eleitoral????…………
    http://www.tre-rn.gov.br/nova/inicial/aplicacoes_jsp.php?url=http://www

  7. Jorge Diz:

    As campanhas de Lula foram pagas com o dinheiro do bolso dele por acaso?

  8. Jorge Diz:

    Garibaldi recebeu R$400.000,00 em 2006 e vc não comenta, pq?

  9. cisso Diz:

    DILMA NELES………….
    DILMA NELES…………

  10. ARTUR Diz:

    O DEM NA OPOSIÇÃO ESTÁ NESSA MARACUTAIA,IMAGINEM
    ESTANDO NO PODER?????????????????

  11. PCMaia Diz:

    Ailton, Nas colunas internas da F.S.S, escondido no O Globo e escancarado na blogoesfera, está a prestação de contas da Camargo Correia junto ao TSE em 2008. São R$6.8 milhões de doações legais e entre elas não consta a do José Agripino, DEM-RN, nem transação legal a partir da conta pessoal da presidente Fátima Lapenda. O diretório estadual do DEM-RN não está na lista do TSE. Não existe o registro de 300 mil de repasse da CC para o DEM-RN em 2008. A nota apresentada ontem pelo JA era falsa. O que existe são trechos das escutas telefônicas feitas durante a operação – fase de inquérito – que envolvem as irregularidades praticadas pela CC, onde o JA aparece como beneficiário de dinheiro contabilizado “por fora”. O que se configura, crime fiscal e corrupção ativa.
    Procurem os jornais, sites e noticiários da TV, inclusive da Record, que vcs vão apreender o que estou falando. Maria.

  12. Ailton Medeiros Diz:

    Já comentei Jorge, fui o primeiro, aliás. Como sempre.

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