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	<title>Ailton Medeiros</title>
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		<title>INIMIGO PÚBLICO</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 02:08:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ailton Medeiros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notas]]></category>
		<category><![CDATA[JOSÉ CARLOS BLAT]]></category>

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		<description><![CDATA[
Por Gustavo Barreto
É no mínimo curioso que o promotor de Justiça José Carlos Blat, fonte primária da “reportagem” da VEJA contra o PT no último domingo (edição de 10/03/2010), já tenha pedido à própria VEJA ressarcimento por danos morais no valor de R$ 20 mil, alegando que a revista extrapolou o direito de liberdade de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-12195" title="blat" src="http://www.ailtonmedeiros.com.br/wp-content/uploads/2010/03/blat-425x288.jpg" alt="blat" width="425" height="288" /></p>
<p>Por Gustavo Barreto</p>
<p>É no mínimo curioso que o promotor de Justiça José Carlos Blat, fonte primária da “reportagem” da VEJA contra o PT no último domingo (edição de 10/03/2010), já tenha pedido à própria VEJA ressarcimento por danos morais no valor de R$ 20 mil, alegando que a revista extrapolou o direito de liberdade de informação e violou a sua honra, ao qualificá-lo como “pioneiro da era dos promotores heróis”.</p>
<p>A matéria que causou o litígio entre Blat e VEJA é de 5 de fevereiro de 2006, sob o título “Intocável sob suspeita”, e sustento ser importante começar por este relato para chegar ao caso atual da BANCOOP. Abordava processos administrativos aos quais o promotor respondia no Ministério Público de São Paulo. Blat perdeu: “(…) Duarte Camacho [juiz da 4ª Vara Cível de São Paulo] entendeu que a revista apenas noticiou um inquérito verídico que envolvia uma figura pública”. Cabia recurso.</p>
<p>Relatou o juiz na sentença de dezembro de 2008: “Os procedimentos administrativos narrados na reportagem são verdadeiros. A reportagem divulgou a notícia dos procedimentos administrativos respondidos pelo autor porque o autor é um profissional que, freqüentemente, está na mídia em razão do seu trabalho”. E ainda: “O magistrado ressaltou que, assim como os grupos criminosos que o promotor combate estão expostos aos holofotes da mídia, Blat também deveria estar acostumado a ser notícia”. (Última Instância, viaJusBrasil, dez/2008)</p>
<p>ACUSAÇÕES CONTRA BLAT</p>
<p>Na edição citada, os “procedimentos administrativos respondidos pelo autor”, segundo o juiz, são os seguintes:</p>
<p>ACUSAÇÃO 1: “(…) Em 1998, entrou para o Grupo de Atuação Especial e Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), do qual foi afastado em 2004, em circunstâncias confusas. A Corregedoria o investigava por uma tentativa de livrar-se de multas no Detran e por um episódio estranho em que um carro oficial do Gaeco foi apreendido fora da cidade de São Paulo – com um criminoso ao volante. No fim de 2004, a Corregedoria do Ministério Público decidiu levar essas investigações a fundo. Ouviu o depoimento de onze pessoas, entre elas quatro promotores. Com base nesses depoimentos e em documentos levantados, a Corregedoria disse ter encontrado indícios de crimes mais graves.”</p>
<p>ACUSAÇÃO 2: “(…) As primeiras investigações contra Blat colocaram em xeque suas ações contra desmanches de veículos roubados. Promotores afirmaram que uma seguradora de veículos indicava quais locais deveriam ser invadidos e quem deveria ser preso. Nessas ações três funcionários dessa seguradora apresentavam-se como peritos. Todo o estoque era apreendido e, em vez de seguir para a polícia, a maior parte das peças era desviada para um depósito de terceiros.”</p>
<p>ACUSAÇÃO 3: “(…) Blat também foi acusado de proteger o contrabandista chinês Law Kin Chong, preso em São Paulo. Em 2002, quando participou de uma força-tarefa antipirataria, ele teria dirigido o foco da investigação somente contra os pequenos contrabandistas, deixando Law livre para atuar. Uma advogada que trabalhava para o contrabandista visitava Blat periodicamente no Gaeco.”</p>
<p>ACUSAÇÃO 4: “(…) As investigações descobriram ainda que Blat mora num apartamento de Alfredo Parisi, que já foi condenado por bancar o jogo do bicho. Blat admite que, antes de se tornar promotor, foi sócio do filho de Ivo Noal, outro banqueiro do bicho, numa loja de conveniência – o que não é crime.”</p>
<p>ACUSAÇÃO 5: “(…) Os bens do promotor também entraram na mira da Corregedoria. Segundo os depoimentos, Blat comprou de uma só tacada dois carros importados e blindados. A Corregedoria recebeu uma denúncia de que um apartamento no Guarujá também seria de Blat. Mais tarde, descobriu-se que, na verdade, estava em nome do ex-sogro do promotor, René Pereira de Carvalho, um procurador de Justiça. Carvalho tentou pagar 200 000 reais em dinheiro vivo, mas, diante da recusa da vendedora, usou cheques administrativos. A origem dos recursos não foi esclarecida. Por isso foi aberto um inquérito específico sobre seu patrimônio.”</p>
<p>A Revista VEJA conclui:</p>
<p>“(…) Sobre Blat pesam também as seguintes suspeitas: usar veículos e pessoal do Gaeco para interesses pessoais, negociar com um delegado a liberação de seu pai, que teria sido preso em flagrante por armazenar bens roubados, abuso de autoridade, truculência e suspeita de enriquecimento ilícito.</p>
<p>É possível que Pinho esteja correto, e que nenhum crime tenha sido cometido. No entanto, por muito menos, políticos e empresários são duramente investigados pelo Ministério Público paulista – é o caso do ministro da Fazenda, Antonio Palocci.</p>
<p>Enquanto seu destino no Ministério Público não é definido, Blat já traça outros planos. Disse a VEJA: “Eu me desiludi com o Ministério Público. Estou pensando em me candidatar a deputado federal”.</p>
<p>Isso foi em 2006. Blat estava pensando em virar político, oficialmente.</p>
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		<title>CHEGA DE BABAQUICE</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 14:40:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ailton Medeiros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notas]]></category>
		<category><![CDATA[IMPRENSA DE UMA NOTA SÓ]]></category>

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		<description><![CDATA[O ódio da imprensa brasileira (e de alguns bocós) a Lula beira ao rídiculo.
A agência de notícias americana Associated Press deu duas chamadas para a longa entrevista que fez com o presidente: &#8220;Silva para de fumar após 50 anos&#8221; e &#8220;Presidente faz planos para a final da Copa&#8221;.
O &#8220;New York Times&#8221; repercutiu a entrevista destacando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O ódio da imprensa brasileira (e de alguns bocós) a Lula beira ao rídiculo.</p>
<p>A agência de notícias americana Associated Press deu duas chamadas para a longa entrevista que fez com o presidente: &#8220;Silva para de fumar após 50 anos&#8221; e &#8220;Presidente faz planos para a final da Copa&#8221;.</p>
<p>O &#8220;New York Times&#8221; repercutiu a entrevista destacando que &#8220;Silva diz que sanções ao Irã são perigosas&#8221;.</p>
<p>No Brasil&#8230;</p>
<p>Bem, no Brasil, a cantiga da perua é uma só: &#8220;Greve de fome não é válida para libertar dissidentes, diz Lula&#8221;, na manchete do &#8220;O Estado de S. Paulo&#8221;.</p>
<p>Na &#8220;Folha&#8221;, a declaração rendeu, acreditem, um manifesto cujo título lembra aqueles famosos editoriais do &#8220;Correio da Manhã&#8221; às vésperas do golpe de 64: &#8220;Passou do limite&#8221;.</p>
<p>Quem passou do limite foi o jornal que trata o leitor como imbecil. </p>
<p>Chega! Basta! Fora!</p>
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		<item>
		<title>OS ESCLARECIMENTOS DE LUÍS NASSIF</title>
		<link>http://www.ailtonmedeiros.com.br/as-respostas-e-os-esclarecimentos-de-nassif/2010/03/11/</link>
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		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 13:33:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ailton Medeiros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notas]]></category>
		<category><![CDATA[LUIS NASSIF X FOLHA]]></category>

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		<description><![CDATA[Agora as respostas e os esclarecimentos de Luis Nassif à Folha:
-De quem partiu a iniciativa para a contratação da sua empresa Dinheiro Vivo Agência de Informações pela EBC (Empresa Brasil de Comunicação)? O projeto lhe foi requerido pela EBC ou o sr. procurou a EBC?
O projeto já existia na TV Cultura. Foi descontinuado na gestão Mendonça. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Agora as respostas e os esclarecimentos de Luis Nassif à Folha:</p>
<p><strong>-De quem partiu a iniciativa para a contratação da sua empresa Dinheiro Vivo Agência de Informações pela EBC (Empresa Brasil de Comunicação)? O projeto lhe foi requerido pela EBC ou o sr. procurou a EBC?</strong></p>
<p>O projeto já existia na TV Cultura. Foi descontinuado na gestão Mendonça. Seria retomado no final de 2008. Já havia reunião marcada por Paulo Markun para discutirmos o novo contrato. Dias antes fui informado que não haveria mais a renovação. Entre a marcação do dia e a desistência da FPA, escrevi matérias sobre a piora nos balanços da Sabesp, criticando as campanhas publicitárias que ela bancava em nível nacional.</p>
<p>Se a Cultura não tivesse desistido do projeto, teria permanecido. Com a desistência, procurei a EBC e ofereci o programa.</p>
<p><strong>- Que critérios objetivos o sr. adotou para estipular a sua remuneração de R$ 660.000,00 como apresentador e responsável pelo programa?</strong></p>
<p>O valor que considerei justo. E que guarda correspondência com o primeiro contrato que firmei com a Fundação Padre Anchieta (FPA) como comentarista do Jornal da Cultura e apresentador do Projeto Brasil.</p>
<p>No contrato com a FPA havia um envolvimento menor da minha equipe com o programa, cuja gravação ficava a cargo da TV Cultura.</p>
<p>Com a EBC, além de comentarista do Repórter Brasil, há um envolvimento amplo com o programa Brasilianas.org que é entregue pronto. Há uma equipe contratada especialmente para o programa (Nota: já que a EBC, em processo de formação, não tinha ainda estrutura interna para as gravações) – cujos custos são cobertos pela EBC. Mas há todo um trabalho da equipe da Dinheiro Vivo com conteúdo, supervisão das gravações de TV, agendamento de entrevistas, convite aos debatedores. Além da minha participação pessoal.</p>
<p>Com a FPA o contrato previa participação nos patrocínios, garantido um mínimo mensal. A EBC não tem essa modalidade.</p>
<p>Um dos elementos de fixação de proventos ou salários de jornalistas – adotado por todos os veículos, inclusive a Folha – é o grau de reconhecimento e projeção perante a opinião pública.</p>
<p>Como o colega deve se recordar, no último Prêmio Comunique-se fui um dos três finalistas da Categoria Melhor Jornalista de Economia da Televisão, junto com a Mirian Leitão e o Joelmir Betting (que venceu). E não concorri ao de Melhor Jornalista de Economia da Imprensa Escrita porque havia vencido a edição anterior e o Prêmio proíbe a reeleição.</p>
<p>Em suma, os mesmos fatores que são levados em conta em qualquer contratação de jornalistas ou projeto por emissoras de TV.</p>
<p>-<strong> Por que a sua contratação não se submeteu a uma licitação pública, preferindo ser fechada por “inexegibilidade”?</strong></p>
<p>A EBC pode explicar melhor. Mas presumo que por dois motivos.</p>
<p>Ponto 1: notória especialização.</p>
<p>Os prêmios que acumulei ao longo de minha carreira e nos últimos anos atestam essa minha especialização.</p>
<p>Ponto 2: sou o criador do Projeto Brasil de discussão de políticas públicas casando TV e Internet apresentado à EBC, que entendeu que se adequava perfeitamente ao espírito de uma TV que pretende abrir espaço para as grandes discussões públicas. É um projeto inovador e sem similar. Preenchem-se, assim, as duas condições para inexigibilidade de licitação.</p>
<p>Chamo a atenção para uma questão similar.</p>
<p>No dia 3 de abril de 2009, através do Diário Oficial do Estado fica-se sabendo que a Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE), ligado à Secretaria da Educação de São Paulo, adquiriu 5.499 assinaturas do jornal Folha de São Paulo, com inexigibilidade de licitação.</p>
<p>Creio que o argumento jurídico é o mesmo que fundamenta minha contratação pela EBC com inexigibilidade de licitação.</p>
<p><strong>- O primeiro pagamento da EBC para a sua empresa data de 24 de julho de 2009. Contudo, até a presente data, cerca de 7 meses depois, nenhum programa foi ao ar (a estreia está prevista para segunda-feira). O que aconteceu?</strong></p>
<p>Um período inicial para a montagem da equipe e a formatação do programa (construção de cenários, discussão da linguagem televisiva). Depois, a definição da grade de programação da EBC, que pode ser melhor explicada por ela própria. Os programas estão sendo produzidos e já existem vários gravados. E trabalho no projeto desde a data de assinatura do contrato, conforme você pode conferir nos relatórios apresentados.</p>
<p><strong>- No cronograma da produção do programa, observei que estão previstas ou foram realizadas gravações de evento denominado “Sarau do Luís Nassif”. Contudo, verificando o Projeto Básico, não encontrei nenhuma previsão relativa à gravação do “Sarau”. Qual a exata ligação entre o “Sarau” e o programa televisivo e por que isso não constou do Projeto Básico?</strong></p>
<p>É impossível definir, em um Projeto Básico, todas as ações a serem tomadas no decorrer de um ano.</p>
<p>A montagem de um programa pressupõe vinhetas de abertura e fechamento. O Projeto Brasil, da TV Cultura, iniciava e terminava com cenas de arquivo com música brasileira. Pensou-se em repetir o modelo, mas comigo tocando bandolim. Depois de ver o resultado final, achei que poderia passar a ideia de cabotinismo e desisti.</p>
<p>Apenas isso, já que todas as cenas foram gravadas, constam de nossos arquivos e não implicaram nenhum custo adicional para a EBC.</p>
<p><strong>- Segundo me informou a EBC, o primeiro programa, cuja estreia deverá ocorrer na segunda-feira que vem, tratará do tema da Defesa. O sr. ou suas empresas trabalham com empresas ligadas ao setor? Quais eventos do chamado “Projeto Brasil” receberam patrocínio de empresa (s) ligada (s) ao setor? De acordo com meus levantamentos, a empresa francesa Dassault Aviation, que tem interesse direto na venda de equipamentos militares para o governo brasileiro, patrocinou um seminário promovido pelo sr. no dia 17 de dezembro de 2008, no Novotel Hotels, em São José dos Campos. Caso o sr. ou suas empresas prestem consultoria ou tenham outros tipos de vínculos negociais com essas empresas da área militar, o sr. informou à EBC possível conflito de interesses? Ou o sr. entende que tal eventual conflito é inexistente e, por isso, nada informou?</strong></p>
<p>É importante qualificar melhor esse “meus levantamentos”. Todos os seminários do Projeto Brasil têm patrocínios que são públicos, saem em anúncios, grande parte dos quais foram publicados no caderno Dinheiro da própria Folha durante muitos e muitos anos – anúncios que eram descontados do meu salário de colunista, conforme o Otavinho poderá lhe informar. Portanto, não há informações secretas que exijam grandes pesquisas.</p>
<p>No seminário em questão, o patrocínio foi de R$ 15 mil, brutos, ou R$ 13 mil líquidos. Os custos diretos com o evento foram de R$ 9.448,65 – salão, recepção, projetores, gravação etc.</p>
<p>Se se computar custos de translado para São José dos Campos, de uma equipe de quatro pessoas, mais o tempo que elas e eu dedicamos ao evento, sairíamos no prejuízo. Mas mantivemos o Seminário por considerá-lo relevante para a discussão de políticas públicas.</p>
<p>Mas mesmo que os patrocínios tivessem permitido um bom lucro, não há razão para não considerá-los legítimos, da mesma maneira que são legítimos os anúncios publicados em cadernos temáticos especiais pela Folha.</p>
<p>Outro ponto importante é que os patrocinadores jamais participaram da elaboração dos temas do Seminário e dos palestrantes convidados.</p>
<p><strong>- De acordo com os levantamentos feitos no Siafi, o sr. recebeu R$ 14.480,00 (já descontados os impostos) para proferir, no ano passado, uma palestra para a FINEP, empresa pública vinculada ao Ministério da Ciencia e Tecnologia. Em quais critérios objetivos o sr. se baseou para cobrar o valor?</strong></p>
<p>A palestra foi proferida em Palmas, Tocantins, em um evento para o setor privado denominado de “Inovação em Tempo de Crise”. Minha palestra teve como tema “O Novo Padrão de Desenvolvimento pós-crise”. O critério adotado foi de um desconto no valor que cobro para palestras fora de São Paulo.</p>
<p>Devido aos nossos prazos jornalísticos de fechamento, solicito, se possível, uma resposta até o início da tarde de amanhã, quinta-feira.</p>
<p>Bom, o objetivo da Folha foi o de devassar os negócios da Dinheiro Vivo, valer-se de um tom inquisitorial para questionar negócios comerciais legítimos e com benefícios comprovados para a sociedade – basta conferir a relação de vídeos e trabalhos sobre mais de 50 temas relevantes, que disponibilizamos para a opinião pública. Não me furtei a apresentar os esclarecimentos solicitados.</p>
<p>Julgando-se a Folha no direito de questionar-me sobre os negócios da DV, me dá o direito de questioná-la sobre seus negócios. Oportunamente enviarei email com perguntas importantes para entender o relacionamento da Folha com entes públicos.</p>
<p>Peço apenas que me confirme se as respostas foram satisfatórias, se todas as dúvidas foram apresentadas e esclarecidas e se, mesmo assim, ainda valerá uma reportagem. Caso se mantenha a reportagem, solicito informar o dia para que minhas perguntas e respostas possam sair simultaneamente, sem furar seu trabalho.</p>
<p>Mais detalhes, cliq<a href="http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2010/03/11/a-resposta-dada-as-perguntas-da-folha/#more-51009" target="_blank">ue aqui.</a></p>
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		<title>JORNAL ACUSA JORNALISTA DE GOVERNISTA</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 13:21:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ailton Medeiros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notas]]></category>
		<category><![CDATA[FOLHA X LUIS NASSIF]]></category>

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		<description><![CDATA[Dono do blog mais lido da internet brasileira, o jornalista Luis Nassif está sendo acusado pela &#8220;Folha&#8221; de jornalista pró-governo. A empresa dele, Dinheiro Vivo, fechou um contrato sem licitação com a estatal EBC (Empresa Brasil de Comunicação) para produzir um debate semanal, de uma hora, e cinco filmetes semanais de três minutos para a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dono do blog mais lido da internet brasileira, o jornalista Luis Nassif está sendo acusado pela &#8220;Folha&#8221; de jornalista pró-governo. A empresa dele, Dinheiro Vivo, fechou um contrato sem licitação com a estatal EBC (Empresa Brasil de Comunicação) para produzir um debate semanal, de uma hora, e cinco filmetes semanais de três minutos para a TV Brasil.</p>
<p>Antes, o jornalista apresentava o programa na TV Cultura de onde foi demitido depois que passou a criticar o governador José Serra em seu blog.</p>
<p>Confiram abaixo, trechos da reportagem de Rubens Valente:</p>
<p>O jornalista e empresário Luís Nassif mantém um contrato anual, fechado sem licitação, de R$ 1,28 milhão com a estatal EBC (Empresa Brasil de Comunicação), vinculada ao Palácio do Planalto e responsável pela TV Brasil.</p>
<p>A empresa de Nassif, Dinheiro Vivo Agência de Informações, produz um debate semanal, de uma hora, e cinco filmetes semanais de três minutos.</p>
<p>Do R$ 1,28 milhão do contrato, o jornalista fica com R$ 660 mil anuais a título de remuneração, o que equivale a salário de R$ 55 mil. Os pagamentos começaram em agosto. O programa estreou segunda-feira.<br />
À Folha, por e-mail, Nassif afirmou que os insumos de produção cresceram de forma &#8220;não prevista no contrato original&#8221;, por conta de &#8220;demandas adicionais da EBC&#8221;, e que a parte destinada à Dinheiro Vivo corresponde a R$ 49 mil brutos mensais (ou R$ 39 mil líquidos), e não R$ 55 mil.</p>
<p>Os outros R$ 558 mil do contrato são destinados ao pagamento de uma equipe de nove pessoas e à compra de equipamentos. A gravação do debate é feita no estúdio da EBC, que também custeia deslocamento e hospedagem de convidados.<br />
Em seu blog, Nassif tem se posicionado a favor do governo em várias polêmicas, discussões e escândalos. A página também se caracteriza por críticas a jornais e jornalistas.</p>
<p>Após a Folha ter revelado, no mês passado, que a Eletronet, empresa interessada em atos</p>
<p>A Dinheiro Vivo foi contratada por inexigibilidade de licitação, prevista na lei que regula as licitações. Indagado sobre isso, Nassif respondeu que a FDE (Fundação para o Desenvolvimento da Educação), vinculada à Secretaria de Estado de Educação de São Paulo, adquiriu em 2009, também por inexigibilidade de licitação, 5.499 assinaturas da Folha.</p>
<p>Segundo a assessoria da Secretaria de Educação, idêntico procedimento foi adotado para a aquisição de assinaturas do jornal &#8220;O Estado de S. Paulo&#8221; e das revistas &#8220;Veja&#8221;, &#8220;Época&#8221; e &#8220;IstoÉ&#8221;. O objetivo das compras, segundo a secretaria, é abastecer as bibliotecas de de escolas públicas no Estado.</p>
<p>Para dispensar a licitação e contratar Nassif, a EBC argumentou que há uma singularidade no programa. Trata-se de um debate de uma hora semanal com três convidados, mediado por Nassif, que também recebe perguntas da plateia e de internautas.</p>
<p>Nassif disse à Folha que seu projeto já existia na TV Cultura, mas foi &#8220;descontinuado&#8221; logo depois de ele ter escrito artigos sobre &#8220;a piora dos balanços da Sabesp&#8221;. Sobre a dispensa da licitação, o jornalista afirmou: &#8220;Presumo que por dois motivos. Ponto um: notória especialização. Os prêmios que acumulei ao longo de minha carreira e nos últimos anos atestam essa minha especialização. Ponto dois: sou o criador do Projeto Brasil de discussão de políticas públicas casando TV e internet apresentado à EBC&#8221;.</p>
<p>A EBC informou que mantém outros quatro contratos fechados por inexigibilidade de licitação. São relativos aos programas &#8220;Samba na Gamboa&#8221; (R$ 1,2 milhão anuais), da produtora Giros, &#8220;Papo de Mãe&#8221; (R$ 1,99 milhão), da produtora Rentalcam, apresentado pelas jornalistas Mariana Kotscho e Roberta Manrezi, &#8220;TV Piá&#8221; (R$ 1,34 milhão), dirigido pela jornalista Diléa Frate, e &#8220;Expedições&#8221; (R$ 1,66 milhão), da jornalista Paula Saldanha.</p>
<p>O diretor jurídico da EBC, Luís Henrique Martins dos Anjos, diz que a contratação de programas artísticos ou jornalísticos, cujos direitos autorais pertencem a outras pessoas, sem licitação e por notória especialização está amparada em um entendimento firmado pelo plenário do TCU, no acórdão nº 201/2001, relatado pelo ministro Benjamin Zymler.</p>
<p>Sérgio Sbragia, sócio de Diléa Frate na produtora Serpente Filmes, afirmou que a escolha de sua empresa &#8220;foi um processo muito criterioso&#8221;, que durou cerca de um ano.</p>
<p>A produtora Giros defendeu a dispensa da licitação. &#8220;O projeto &#8220;Samba na Gamboa&#8221; é apresentado pelo artista Diogo Nogueira. Em função do saber notório atribuído ao artista no mundo do samba (&#8230;), este contrato foi assinado de forma excepcional, dispensando licitação&#8221;, afirmou Maria Carneiro Cunha, da Giros.</p>
<p>A jornalista Paula Saldanha disse que o programa &#8220;Expedições&#8221; &#8220;está há 15 anos no ar, conquistando os melhores índices de audiência em todas as emissoras em que foi exibido (Manchete, TVE e TV Cultura)&#8221;. Procurada pela Folha na última terça-feira, a Rentalcam não ligou de volta até o fechamento desta edição.</p>
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		<title>ANTES TARDE</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 11:40:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ailton Medeiros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notas]]></category>
		<category><![CDATA[STF VAI ACABAR FÉRIAS DE 60 DIAS PARA JUÍZES]]></category>

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		<description><![CDATA[Ainda há juízes em Brasília. O próximo presidente do STF, Cezar Peluso, vai propor a redução de 60 para 30 dias das férias dos magistrados. A declaração do ministro foi feita ao jornal &#8220;Folha de S. Paulo&#8221;:
Várias vezes tirei férias inteiras para trabalhar. Às vezes, trabalhava sábado e domingo para que não ficasse com muitos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ainda há juízes em Brasília. O próximo presidente do STF, Cezar Peluso, vai propor a redução de 60 para 30 dias das férias dos magistrados. A declaração do ministro foi feita ao jornal &#8220;Folha de S. Paulo&#8221;:</p>
<p><em>Várias vezes tirei férias inteiras para trabalhar. Às vezes, trabalhava sábado e domingo para que não ficasse com muitos processos acumulados. É importante dizer isso porque é comum ouvir que é injusto o juiz ter 60 dias de férias.</em></p>
<p><em>Quando enviar o projeto de Lei Orgânica da Magistratura neste ano para o Congresso, não vou me desgastar para defender 60 dias de férias. Politicamente para o Supremo não convém entrar em batalhas perdidas. Possivelmente, no Supremo, a ideia das férias de 30 dias vá acabar prevalecendo.</em></p>
<p>Peluso assume à presidência do STF dia 23 de abril.</p>
<p>Antes tarde do que nunca.</p>
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		<title>DA BARBÁRIE À DECADÊNCIA</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 02:40:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ailton Medeiros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notas]]></category>
		<category><![CDATA[AXÉ FAZ 25 ANOS]]></category>

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		<description><![CDATA[Nizan Guanaes tem razão: nem a Bahia aguenta o Axé!
Reportagem de Bruna Bittencourt na &#8220;Folha&#8221; informa que o movimento que completa 25 anos cresce no Brasil e perde espaço na Bahia.
Em Natal artistas como Claudia Leitte, Iveth Sangalo e Bel são tratados como deuses. O que significa isso? Que a Taba passou da barbárie à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nizan Guanaes tem razão: nem a Bahia aguenta o Axé!</p>
<p>Reportagem de Bruna Bittencourt na &#8220;Folha&#8221; informa que o movimento que completa 25 anos cresce no Brasil e perde espaço na Bahia.</p>
<p>Em Natal artistas como Claudia Leitte, Iveth Sangalo e Bel são tratados como deuses. O que significa isso? Que a Taba passou da barbárie à decadência sem conhecer o apogeu.</p>
<p>Abaixo, trechos da reportagem:</p>
<p>Foi Luiz Caldas quem inaugurou a axé music em 1985 com o sucesso de “Fricote”. A música do cantor, da qual até hoje ninguém conseguiu esquecer o refrão (“Nega do cabelo duro, que não gosta de pentear…”), é considerada o marco zero do gênero baiano.</p>
<p>Neste ínterim de 25 anos, assistimos a uma lucrativa indústria se formar em torno do axé e do Carnaval –fora de época ou não–, alçando seus artistas entre os mais populares e lucrativos da música brasileira. Enquanto isso, o gênero cresceu para além de Salvador, se espalhando pelo Brasil e para fora dele. Mas, em um movimento inverso, perdeu espaço dentro da Bahia para outros gêneros.</p>
<p>“A axé music era avassaladoramente a mais executada, a mais ouvida, a mais pedida. Ela perdeu espaço nas ruas”, defende Milton Moura, professor de história da Universidade Federal da Bahia e estudioso do gênero. “No auge, nos anos 90, quando vendia milhões de cópias, o axé era 90%.</p>
<p>Os outros gêneros eram muito poucos. Hoje, está mais equilibrado”, afirma o jornalista do “Correio” da Bahia Osmar Martins, que já visitou dez países acompanhando shows de artistas de axé. “Mas ele ainda é tocado o ano inteiro e, quando chega o Carnaval, ganha uma dimensão maior”, diz.</p>
<p>Moura cita o crescimento de gêneros como o arrocha –um “bolerão popular”–, o pagode baiano –”um desdobramento do samba de roda, que se modernizou a partir dos anos 90″– e o forró eletrônico como responsáveis pelo decréscimo –e não declínio, pontua– do axé dentro da Bahia.</p>
<p>“Quando outros ritmos populares começam a ficar importantes, o axé se sofistica, também através de conexões na MPB, procurando atrair um público de classe média de outros lugares”, afirma Moura, lembrando o contingente de foliões de outros Estados nos blocos de Salvador no Carnaval.</p>
<p>Carlinhos Brown, por exemplo, assinou parcerias com Paralamas do Sucesso, Marisa Monte e Arnaldo Antunes, além de se enveredar pela música caribenha. Daniela Mercury gravou composições de Lenine e Chico César e flertou com a eletrônica.</p>
<p>“A Ivete diz que é uma cantora de axé. Mas se você ouve “Pode Entrar” [disco com convidados como Marcelo Camelo a Maria Bethânia], é uma cantora pop”, completa Martins. “Os nomes mais importantes hoje são aqueles que fazem sucesso fora da Bahia”, defende Moura.</p>
<p>Para o crítico musical Hagamenon Brito, que cunhou o termo “axé music”, esta geração de cantores é “envelhecida”, citando o Asa de Águia, que como o Chiclete com Banana, começou nos anos 80. “Os ídolos de hoje são os mesmos dos anos 90″, diz Moura. Hagamenon completa: “Para o tamanho da indústria, a renovação é pequena. Surgem novos nomes, que não viram estrelas”.</p>
<p>A última a se tornar uma delas, entre vários outros artistas de poucos carnavais, Claudia Leitte tateia sua identidade musical, mas já bem diferente daquele que Luiz Caldas construiu nos anos 80.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>BONJOUR PARIS</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 01:39:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ailton Medeiros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notas]]></category>
		<category><![CDATA[CONTAGEM REGRESSIVA]]></category>

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		<description><![CDATA[Estou contando os dias, as horas, os minutos e os segundos&#8230; Prometo imitar Fred Astaire e Audrey Hepburn em &#8221;I Funny Face&#8221;: Quero passear no Champs-Elysées, do arco do Triunfo ao Petis Palais, isso é minha cara.
Bonjour Paris!
 
Woody Allen dança com Goldie Hawn às margens do Sena em &#8220;Todos Dizem Eu Te Amo&#8221;:

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estou contando os dias, as horas, os minutos e os segundos&#8230; Prometo imitar Fred Astaire e Audrey Hepburn em &#8221;I Funny Face&#8221;: Quero passear no Champs-Elysées, do arco do Triunfo ao Petis Palais, isso é minha cara.</p>
<p>Bonjour Paris!</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/Zuhl8gO7Igo" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/Zuhl8gO7Igo"> </embed></object></p>
<p>Woody Allen dança com Goldie Hawn às margens do Sena em &#8220;Todos Dizem Eu Te Amo&#8221;:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/pYpcEF1hBHs" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/pYpcEF1hBHs"></embed></object></p>
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		<title>EU ACUSO</title>
		<link>http://www.ailtonmedeiros.com.br/eu-acuso-7/2010/03/09/</link>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 00:27:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ailton Medeiros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notas]]></category>
		<category><![CDATA[REPÓRTERES NO PELOURINHO]]></category>

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		<description><![CDATA[O texto que vai abaixo é de Leandro Fortes. Com o título &#8220;Repórteres no pelourinho&#8221;, ele analisa a atitude covarde da &#8220;Folha de S. Paulo&#8221; que  permitiu que um &#8220;elemento estranho à redação&#8221;, o sociólogo Demétrio Maginoli, agredisse de forma covarde dois repórteres do jornal.
Este escriba já foi vítima de semelhante covardia quando trabalhava no Jornal de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O texto que vai abaixo é de Leandro Fortes. Com o título &#8220;Repórteres no pelourinho&#8221;, ele analisa a atitude covarde da &#8220;Folha de S. Paulo&#8221; que  permitiu que um &#8220;elemento estranho à redação&#8221;, o sociólogo Demétrio Maginoli, agredisse de forma covarde dois repórteres do jornal.</p>
<p>Este escriba já foi vítima de semelhante covardia quando trabalhava no Jornal de Hoje. Um &#8220;elemento estranho à redação&#8221;, mas não aos porões do poder, o secretário de comunicação Rubens Lemos Filho, me chamou de delinquente no próprio jornal.</p>
<p>Escrevi um artigo me defendendo e explicando quem era &#8220;Rubinho&#8221;. No dia seguinte a surpresa. No lugar do texto, um anúncio do governo do Estado.</p>
<p>Resumo da ópera: dono de jornal é aquele sujeito que publica o joio e cobra por isso.</p>
<p>Com vocês, Leandro Fortes:</p>
<p>A direção da Folha de S.Paulo, simplesmente, autorizou a um elemento estranho à redação (mas não aos diretores), o sociólogo Demétrio Magnoli, a chamar de “delinquentes” dois repórteres do jornal, autores de matéria sobre a singular visão do senador Demóstenes Torres (DEM-GO) da miscigenação racial no Brasil.</p>
<p>Vocês, não sei, mas eu nunca vi isso na minha vida, nesses 24 anos de profissão. Nunca. Por tabela, também o colunista Elio Gaspari, que desceu a lenha no malfadado discurso racista de Demóstenes Torres, acabou no balaio da delinquencia jornalística montado por Magnoli.</p>
<p>Das duas uma: ou a Folha dá direito de resposta aos repórteres insultados (Laura Capiglione e Lucas Ferraz), como, imagino, deve prever o seu completíssimo manual de redação, ou encerra as atividades. Isso porque Magnoli, embora frequente os saraus do Instituto Milleniun, não entende absolutamente nada de jornalismo e confundiu reportagem com opinião.</p>
<p>A matéria de Laura e Lucas nada tem de ideológica, nem muito menos é resultado de “jornalismo engajado” (contra o DEM, na Folha??). A impressão que se tem é que houve falha nos filtros internos da redação e deixaram passar, por descuido ou negligência, uma matéria cujas conseqüências aí estão: o senador Torres, sujeito oculto da farsa do grampo montada em consórcio entre a Veja e o STF, virou, também, o símbolo de um revisionismo histórico grotesco, no qual se estabelece como consensual o estupro de mulheres negras nas senzalas da Colônia e do Império do Brasil.</p>
<p>A reação interna à repercussão de uma matéria elaborada por dois repórteres da sucursal de Brasília, terceirizada por Demétrio Magnoli, é emblemática (e covarde), mas não diz respeito somente à Folha de S.Paulo.</p>
<p>O artigo “Jornalismo delinquente”, publicado na edição de hoje (9 de março de 2010), na página de opinião do jornal, nada tem a ver com políticas de pluralidade de opiniões, mas com intimidação pura e simples voltada para o enquadramento de repórteres e editores, e não só da Folha, para os tempos de guerra que se aproximam.</p>
<p>A recusa de Aécio Neves em ser vice de José Serra deverá jogar o DEM, outra vez, no vácuo dos tucanos, a reviver a dobradinha iniciada entre Fernando Henrique Cardoso e o PFL, de triste lembrança. O imenso mal estar causado pela fala de Demóstenes Torres na tribuna do Senado Federal, resultado do trabalho rotineiro de dois repórteres, acabou interpretado como inaceitável fogo amigo.</p>
<p>Capaz, inclusive, agora, de a dupla de jornalistas correr perigo de empregabilidade, para usar um termo caro à equipe econômica tucana dos tempos de FHC.</p>
<p>Demétrio Magnoli, impunemente, chama a reportagem da Folha de S.Paulo de “panfleto disfarçado de reportagem”, afirmação que jamais faria, e muito menos a publicaria, sem autorização da direção do jornal, precedida de uma avaliação editorial e política bastante criteriosa.</p>
<p>O fato de se ter permitido a Magnoli, um dos arautos da tese conceitualmente criminosa de que não há racismo no Brasil, insultar dois repórteres e o principal colunista da Folha, em espaço próprio dentro de uma edição do jornal, deixa a todos – jornalistas e leitores – perplexos com os rumos finais da velha mídia e de seu inexorável suicídio editorial em nome de uma vingança ideológica, ora baseada em doutrina, ora em puro estado de ódio racial e de classe.</p>
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		<title>ONDE HÁ FOGO</title>
		<link>http://www.ailtonmedeiros.com.br/onde-ha-fogo/2010/03/09/</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 08:50:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ailton Medeiros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notas]]></category>
		<category><![CDATA[OPOSIÇÃO À DERIVA]]></category>

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		<description><![CDATA[Hummm!! A senadora Marina Silva criticou o presidente Lula e exaltou o papel das Forças Armadas na integração nacional durante visita ao Rio.
O governador José Serra homenageou personalidades com a Ordem do Ipiranga. A lista de agraciados do tucano reúne comandantes das Forças Armadas.
Como dizia o Barão de Itararé: há alguma coisa no ar e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hummm!! A senadora Marina Silva criticou o presidente Lula e exaltou o papel das Forças Armadas na integração nacional durante visita ao Rio.</p>
<p>O governador José Serra homenageou personalidades com a Ordem do Ipiranga. A lista de agraciados do tucano reúne comandantes das Forças Armadas.</p>
<p>Como dizia o Barão de Itararé: há alguma coisa no ar e não são os aviões de carreira.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>SENADOR RECUSA CONVITE DE SERRA</title>
		<link>http://www.ailtonmedeiros.com.br/senador-recusa-convite-de-serra/2010/03/09/</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 08:37:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ailton Medeiros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notas]]></category>
		<category><![CDATA[TÔ FORA]]></category>

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		<description><![CDATA[O jornal &#8220;O Globo&#8221; desta terça-feira informa que o senador Tasso Jereissati recusou convite para vice de José Serra.
 Lembrado como alternativa para a vaga de vice na chapa encabeçada pelo também tucano José Serra na disputa pela Presidência da República, o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) afirmou nesta segunda-feira não estar convencido de que é boa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O jornal &#8220;O Globo&#8221; desta terça-feira informa que o senador Tasso Jereissati recusou convite para vice de José Serra.</p>
<p> Lembrado como alternativa para a vaga de vice na chapa encabeçada pelo também tucano José Serra na disputa pela Presidência da República, o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) afirmou nesta segunda-feira não estar convencido de que é boa a estratégia do governador de São Paulo de adiar ainda mais o anúncio de sua candidatura e que seu nome &#8220;não está à disposição&#8221; do partido.</p>
<p>Para Tasso, não bastou a declaração pública de Serra da semana passada dizendo nunca ter abandonado a ideia de ser candidato e cobrou que o governador de São Paulo &#8220;caia na vida&#8221;. Numa referência indireta ao ritmo acelerado da ministra-chefe da Casa Civil e pré-candidata do PT, Dilma Rousseff, o senador afirmou que o atraso na campanha do PSDB na corrida pelo Palácio do Planalto é mais grave do que perder um bonde.</p>
<p> O nosso trem está atrasado &#8211; disse ele.</p>
<p>Fugindo ao estilo cauteloso &#8211; até pelas divergências passadas que deixaram marcas na relação com Serra, quando apoiou Ciro Gomes para presidente da República em 2002 -, Tasso elevou o tom das críticas. Atribuiu a estratégia de Serra de adiar para abril o anúncio de sua candidatura &#8220;aos amigos dele&#8221;:</p>
<p>- É uma estratégia que ninguém está entendendo. Acho isso uma loucura, sem sentido.</p>
<p>Sobre a especulação em torno do seu nome para compor como vice numa eventual chapa puro-sangue, Tasso disse que a hora dessa discussão ainda não chegou.</p>
<p>Mas ressaltou que seu plano é continuar senador. Sobre a possibilidade de aceitar a vaga de vice caso Serra saia candidato, disse que não era &#8220;turrão&#8221; e encerrou a entrevista.</p>
<p>Para ler na íntegra, <a href="http://oglobo.globo.com/pais/mat/2010/03/08/nao-da-mais-para-ficar-sem-candidato-diz-tasso-sobre-silencio-de-serra-916020256.asp" target="_blank">clique aqui.</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A UM AMIGO AUSENTE</title>
		<link>http://www.ailtonmedeiros.com.br/a-um-amigo-ausente/2010/03/09/</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 08:17:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ailton Medeiros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notas]]></category>
		<category><![CDATA[RODNEY ANDRADE]]></category>

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		<description><![CDATA[O médico Rodney Andrade, que morreu sexta-feira num acidente de carro, além de leitor, era amigo deste blogueiro. 
Sua morte prematura entristeceu profundamente seus amigos, colegas e familiares.  Fazia algum tempo que a gente não se via, nossa última conversa foi no Bohemia, em outubro.
Esses encontros esporádicos me levam pensar no poema de Manuel Bandeira dedicado a Mário de Andrade:
Anunciaram que você morreu.
Meus olhos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O médico Rodney Andrade, que morreu sexta-feira num acidente de carro, além de leitor, era amigo deste blogueiro. </p>
<p>Sua morte prematura entristeceu profundamente seus amigos, colegas e familiares.  Fazia algum tempo que a gente não se via, nossa última conversa foi no Bohemia, em outubro.</p>
<p>Esses encontros esporádicos me levam pensar no poema de Manuel Bandeira dedicado a Mário de Andrade:</p>
<p><em>Anunciaram que você morreu.<br />
Meus olhos, meus ouvidos testemunharam:<br />
A alma profunda, não.<br />
Por isso não sinto agora a sua falta.</em></p>
<p><em>Sei bem que ela virá<br />
(Pela força persuasiva do tempo).<br />
Virá súbito um dia,<br />
Inadvertida para os demais.<br />
Por exemplo assim:<br />
À mesa conversarão de uma coisa e outra.<br />
Uma palavra lançada à toa<br />
Baterá na franja dos lutos de sangue.<br />
Alguém perguntará em que estou pensando,<br />
Sorrirei sem dizer que em você<br />
Profundamente.</em></p>
<p><em>Mas agora não sinto a sua falta.<br />
(É semrpe assim quando o ausente<br />
Partiu sem se despedir:<br />
Você não se despediu.)</em></p>
<p><em>Você não morreu: ausentou-se.</em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>NATAL É UMA FESTA</title>
		<link>http://www.ailtonmedeiros.com.br/natal-e-uma-festa-5/2010/03/07/</link>
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		<pubDate>Sun, 07 Mar 2010 06:12:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ailton Medeiros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notas]]></category>
		<category><![CDATA[VIDA BANDIDA]]></category>

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		<description><![CDATA[Natal está cada diz mais cosmopolita. Parece até Paris.
Os presídios de lá estão lotados de bandidos do Rio, São Paulo, Porto Alegre, Espanha, Itália, França, África, EUA, Cuba, Argentina, Chile, Alemanha.
Uma maravilha.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Natal está cada diz mais cosmopolita. Parece até Paris.</p>
<p>Os presídios de lá estão lotados de bandidos do Rio, São Paulo, Porto Alegre, Espanha, Itália, França, África, EUA, Cuba, Argentina, Chile, Alemanha.</p>
<p>Uma maravilha.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>BANDIDOS À VISTA</title>
		<link>http://www.ailtonmedeiros.com.br/bandidos-a-vista/2010/03/07/</link>
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		<pubDate>Sun, 07 Mar 2010 06:04:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ailton Medeiros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notas]]></category>
		<category><![CDATA[TIPO EXPORTAÇÃO]]></category>

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		<description><![CDATA[Vocês, leitores hipócritas, devem lembrar dos inúmeros artigos que escrevi aqui alertando as autoridades sobre o fato do Rio Grande do Norte estar se transformando no paraíso dos bandidos. Disse que era quase impossível ignorá-los porque eles estavam na rua, na chuva, na praia, no shopping, nos palácios. E toda parte, enfim. Nunca na prisão, por incrível que pareça.
As coisas estão começando a mudar. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vocês, leitores hipócritas, devem lembrar dos inúmeros artigos que escrevi aqui alertando as autoridades sobre o fato do Rio Grande do Norte estar se transformando no paraíso dos bandidos. Disse que era quase impossível ignorá-los porque eles estavam na rua, na chuva, na praia, no shopping, nos palácios. E toda parte, enfim. Nunca na prisão, por incrível que pareça.</p>
<p>As coisas estão começando a mudar. Para pior, claro. Onze traficantes do Rio foram transferidos na manhã deste sábado, 6, para o presídio federal de Mossoró.</p>
<p>A transferência foi um pedido do secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, atendido pelo juiz da Vara de Execuções Penais (VEP) da capital, Carlos Augusto Borges.</p>
<p>Entre as estrelas do crime, está Ederson José Gonçalves Leite, o Sam, que comandava as bocas de fumo da Cidade de Deus, na zona oeste do Rio, preso, em agosto do ano passado.</p>
<p>Além dele, foram transferidos Luiz Carlos Gomes Jardim (Luiz Queimado), Luiz Paulo Gomes Jardim (Paulinho Madureira), Antônio Ilário Ferreira (Rabicó), Márcio Gomes de Medeiros Roque (Marcinho do Turano), Patrick Salgado Souza Martins (Patrick do Vidigal), Edmilson Ferreira dos Santos (Sassá), Juliano Gonçalves de Oliveira (Juca), José Benemário de Araújo (Benemário), Tiago Rangel da Fonseca (TH) e Bruno Coutinho (Brunaldo).</p>
<p>Todos traficantes que atuavam em diferentes pontos do Rio e que estavam no Complexo Penitenciário de Bangu.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>GUERRA É GUERRA</title>
		<link>http://www.ailtonmedeiros.com.br/guerra-e-guerra/2010/03/07/</link>
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		<pubDate>Sun, 07 Mar 2010 04:52:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ailton Medeiros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notas]]></category>
		<category><![CDATA[O GLOBO NO AR]]></category>

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		<description><![CDATA[Há poucos dias houve uma discreta reunião entre três editores, dois colunistas e um manda-chuva de &#8220;O Globo&#8221; num restaurante do Rio.
O recado aos subordinados foi curto e grosso: o jornal deve abrir mais espaço aos candidatos Aécio Neves e Marina Silva. E não poupar a ministra Dilma Rousseff.
Quem viver, verá.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há poucos dias houve uma discreta reunião entre três editores, dois colunistas e um manda-chuva de &#8220;O Globo&#8221; num restaurante do Rio.</p>
<p>O recado aos subordinados foi curto e grosso: o jornal deve abrir mais espaço aos candidatos Aécio Neves e Marina Silva. E não poupar a ministra Dilma Rousseff.</p>
<p>Quem viver, verá.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>PF DESBARATA QUADRILHA</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Mar 2010 17:39:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ailton Medeiros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notas]]></category>
		<category><![CDATA[TRÁFICO DE MULHERES NO RN]]></category>

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		<description><![CDATA[No dia 5 de outubro de 2009 este blog publicou a seguinte nota:

Atenção Polícia Federal, Ministério Público e autoridades em geral:
Nos próximos dias um grupo de mulheres sairá de Natal com destino a Itália. Para suas respectivas famílias, as meninas na faixa de 20 anos anunciaram que irão trabalhar como garçonete.
Papo furado. Elas vão se prostituir.
Nenhuma delas tem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 5 de outubro de 2009 este blog publicou a seguinte nota:</p>
<div>
<p><em>Atenção Polícia Federal, Ministério Público e autoridades em geral:</em></p>
<p><em>Nos próximos dias um grupo de mulheres sairá de Natal com destino a Itália. Para suas respectivas famílias, as meninas na faixa de 20 anos anunciaram que irão trabalhar como garçonete.</em></p>
<p><em>Papo furado. Elas vão se prostituir.</em></p>
<p><em>Nenhuma delas tem profissão definida, e em matéria de língua, as meninas só sabem o português, e muito mal por sinal.</em></p>
<p>Veja o que saiu na edição deste sábado do Tribuna do Norte:</p>
<p><em>Mais de cem brasileiras levadas para a Itália e escravizadas em uma casa de prostituição. Este é o resultado da ação criminosa de um italiano e um potiguar em quatro estados do país desde 2007. Muitas garotas, geralmente pobres, com cerca de 20 anos eram de Natal. Ontem a Polícia Federal revelou uma operação que desmantelou o esquema e pôs os dois suspeitos na cadeia.</em></p>
<p><em>Os nomes dos envolvidos não foram divulgados. A Operação foi batizada de “Ferrari”, em alusão à cidade que é casa da montadora italiana, Maranello, a mesma onde fica a boate onde as brasileiras eram mantidas. O trabalho da polícia começou há oito meses, depois que uma denúncia foi feita ao Centro de Referência da Mulher Cidadã, em Natal.</em></p>
<p><em>Segundo investigou a PF, as mulheres eram aliciadas no Rio Grande do Norte, em Pernambuco, Rio de Janeiro e São Paulo. A maior parte sabia que o serviço era de prostituição, outras imaginavam que trabalhariam como dançarinas. O fato é que ao chegarem na Itália, eram avisadas de que estavam devendo uma grande quantia em dinheiro pelas passagens e hospedagem na boate. </em></p>
<p>Parabéns, PF!</p></div>
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		<title>YABADABADOO, SERRA</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Mar 2010 15:16:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ailton Medeiros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notas]]></category>
		<category><![CDATA[JORNALISMO]]></category>

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		<description><![CDATA[A &#8220;Veja&#8221; faz tempo abandonou o jornalismo para se transformar num panfleto partidário do candidato tucano José Serra. Há quem considere um tiro no próprio pé. Sou um deles. Isso não quer dizer que a revista não possa se posicionar como faz tradicionalmente a imprensa americana.
Mas lá a opção política dos jornais, tornada pública através de editoriais, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A &#8220;Veja&#8221; faz tempo abandonou o jornalismo para se transformar num panfleto partidário do candidato tucano José Serra. Há quem considere um tiro no próprio pé. Sou um deles. Isso não quer dizer que a revista não possa se posicionar como faz tradicionalmente a imprensa americana.</p>
<p>Mas lá a opção política dos jornais, tornada pública através de editoriais, não interfere na independência dos veículos. </p>
<p>A imprensa brasileira, ao contrário, camufla sua opções rasgando seda para uma suposta neutralidade. Papo furado. Este escriba está vacinado contra essa vigarice.</p>
<p>Nos anos 1980 um amigo tentou me convencer que o semanário &#8220;Hora do Povo&#8221;, ligado ao MR-8, era um grande jornal. Hoje ele é leitor de &#8220;Veja&#8221;. </p>
<p>Agora se vocês acham que estou exagerando, leiam abaixo trechos da coluna de Diogo Mainardi dessa semana cujo título é Yabadabadoo:</p>
<p>- Serra.</p>
<p>- Como é que é?</p>
<p>- O candidato é ele.</p>
<p>- Quem?</p>
<p>- José Serra.</p>
<p>- José Serra é o candidato?</p>
<p>- José Serra é o candidato a presidente pelo PSDB.</p>
<p>- Decidido?</p>
<p>- Decidido.</p>
<p>- Certeza?</p>
<p>- Certeza.</p>
<p>- Posso espalhar?</p>
<p>- Pode.</p>
<p>- Yabadabadoo.</p>
<p>Depois de passar meses e meses na pedreira, o PSDB, como Fred Flintstone, escorregou pelo rabo do dinossauro, montou em seu carro pré-histórico e &#8211; yabadabadoo &#8211; finalmente se pôs em marcha.</p>
<p>De hoje em diante, tudo muda. Aquela repórter da Folha de S.Paulo, que na semana passada estava pronta para anunciar que José Serra desistiria da disputa e que foi desmentida por seus próprios colegas, terá de arrumar outro jeito de colaborar com o PT. Ao contrário do que pretendia a imprensa pautada e manipulada por Franklin Martins, José Serra decidiu candidatar-se. Mais do que isso: José Serra, insolentemente, decidiu eleger-se presidente da República. De fato, ele acredita que pode eleger-se presidente da República sem o consentimento de Lula. E, se nas últimas semanas os jornais só discutiram o papel de Aécio Neves na campanha, agora o foco passa a ser outro, infinitamente menos aborrecido: o que José Serra poderá propor ao eleitorado para conseguir derrotar Dilma Rousseff, ou Senhora Pedregulho, a candidata de Lula.</p>
<p>O PSDB é lento para engrenar, como o carro pré-histórico de Fred Flintstone. Por isso, o anúncio da candidatura presidencial de José Serra, com fanfarra e fogos de artifício, só ocorrerá nos próximos dias. Mas ele ocorrerá.</p>
<p>- Quando?</p>
<p>- Quando o quê?</p>
<p>- Quando José Serra pretende anunciar sua candidatura?</p>
<p>- A data é o que menos importa. O que importa é que ele já decidiu.</p>
<p>- Aécio Neves será seu companheiro de chapa?</p>
<p>- Aposto que sim. Mas isso é para depois. Maio ou junho. O fato, agora, é que o PSDB tem um nome.</p>
<p>- Ele?</p>
<p>- Ele mesmo.</p>
<p>- Jura?</p>
<p>- Juro.</p>
<p>- Ele ainda pode recuar?</p>
<p>- De maneira nenhuma.</p>
<p>- Serra?</p>
<p>- Serra.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>OK, VOCÊS VENCERAM</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 21:55:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ailton Medeiros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notas]]></category>
		<category><![CDATA[KELPS LIMA DEIXA SECRETARIA]]></category>

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		<description><![CDATA[Ele pode até negar, mas a saída de Kelps Lima da Secretaria de Mobilidade Urbana não é política, como os jornais e alguns colunistas insinuam.
O motivo é outro. A prefeita Micarla de Sousa não suporta trabalhar com gente competente. Ela prefere se cercar de bocós como Eugênio Bezerra, por exemplo.
Parabéns as donas de boutique da Afonso Pena. Vocês venceram.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ele pode até negar, mas a saída de Kelps Lima da Secretaria de Mobilidade Urbana não é política, como os jornais e alguns colunistas insinuam.</p>
<p>O motivo é outro. A prefeita Micarla de Sousa não suporta trabalhar com gente competente. Ela prefere se cercar de bocós como Eugênio Bezerra, por exemplo.</p>
<p>Parabéns as donas de boutique da Afonso Pena. Vocês venceram.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>STJ NEGA HABEAS-CORPUS E MANTÉM DE SANCTIS</title>
		<link>http://www.ailtonmedeiros.com.br/stj-nega-habeas-corpus-e-mantem-de-sanctis/2010/03/05/</link>
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		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 05:16:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ailton Medeiros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notas]]></category>
		<category><![CDATA[CASO DANIEL DANTAS]]></category>

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		<description><![CDATA[Ainda há juízes em Brasília. Por quatro votos a um a Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou o habeas-corpus pedido pela defesa do banqueiro Daniel Dantas para anular os atos da operação Satiagraha.
Com isso, o afastamento do juiz Fausto De Sanctis das investigações está descartado.
A defesa alegava que o magistrado era parcial e se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ainda há juízes em Brasília. Por quatro votos a um a Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou o habeas-corpus pedido pela defesa do banqueiro Daniel Dantas para anular os atos da operação Satiagraha.</p>
<p>Com isso, o afastamento do juiz Fausto De Sanctis das investigações está descartado.</p>
<p>A defesa alegava que o magistrado era parcial e se comportava praticamente como um &#8220;inimigo&#8221; de Daniel Dantas na condução do processo.</p>
<p>Os ministros Arnaldo Esteves Lima, que relatava o habeas-corpus, Félix Fischer, Jorge Mussi e Laurita Vaz votaram contra o habeas-corpus. Somente Napoleão Nunes Maia, presidente da Turma, votou pela suspeição de Fausto De Sanctis.</p>
<p>O ministro argumentou que houve vazamento de informações do processo, excessos cometidos por De Sanctis e o criticou por atuar de maneira parcial neste caso.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>JOGO SUJO</title>
		<link>http://www.ailtonmedeiros.com.br/jogo-sujo/2010/03/04/</link>
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		<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 15:27:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ailton Medeiros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notas]]></category>
		<category><![CDATA[HISTÓRIA DA VIDA PRIVADA]]></category>

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		<description><![CDATA[O jornalismo de esgoto tomou conta do Jornal de Hoje. Todos os dias Daniela Freire publica notinhas sobre a vida privada do deputado Henrique Eduardo Alves. Algumas inventadas.
A fonte da colunista, acreditem, é um blog apócrifo.
A propósito, a vida privada do senador José Agripino Maia é tão rica em episódios rocambolescos quanto a de Eduardo Alves.  Mesmo assim nunca mereceu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O jornalismo de esgoto tomou conta do Jornal de Hoje. Todos os dias Daniela Freire publica notinhas sobre a vida privada do deputado Henrique Eduardo Alves. Algumas inventadas.</p>
<p>A fonte da colunista, acreditem, é um blog apócrifo.</p>
<p>A propósito, a vida privada do senador José Agripino Maia é tão rica em episódios rocambolescos quanto a de Eduardo Alves.  Mesmo assim nunca mereceu uma linha na coluna de Daniela.</p>
<p>Chega! Basta! Fora!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>APURE OS FATOS, DEPOIS PODE DISTORCÊ-LOS À VONTADE</title>
		<link>http://www.ailtonmedeiros.com.br/olodum-nao-o-globo-pirou-de-vez/2010/03/03/</link>
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		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 18:19:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ailton Medeiros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notas]]></category>
		<category><![CDATA[PANFLETO TUCANO]]></category>

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		<description><![CDATA[A pretexto de debater questões como democracia e liberdade de expressão, donos dos principais jornais e emissoras de televisão do Brasil se reuniram essa semana em São Paulo.  
Pelo que seus veículos estão publicando me parece que a maconha servida lá estava bastante estragada. Que o diga essa chamada do jornal &#8220;O Globo&#8221;.
Mais cara de pau, impossível. Confiram:

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A pretexto de debater questões como democracia e liberdade de expressão, donos dos principais jornais e emissoras de televisão do Brasil se reuniram essa semana em São Paulo.  </p>
<p>Pelo que seus veículos estão publicando me parece que a maconha servida lá estava bastante estragada. Que o diga essa chamada do jornal &#8220;O Globo&#8221;.</p>
<p>Mais cara de pau, impossível. Confiram:</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-12100" title="bolsa" src="http://www.ailtonmedeiros.com.br/wp-content/uploads/2010/03/bolsa-424x601.jpg" alt="bolsa" width="424" height="601" /></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>UM POTIGUAR QUE NOS ORGULHA</title>
		<link>http://www.ailtonmedeiros.com.br/um-potiguar-que-nos-orgulha/2010/03/03/</link>
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		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 18:03:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ailton Medeiros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notas]]></category>
		<category><![CDATA[JOSÉ XAVIER CORTEZ]]></category>

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		<description><![CDATA[Um documentário exibido segunda-feira no Teatro da Universidade Católica de São Paulo, deu início as comemorações dos trinta anos da editora Cortez.
O filme &#8220;O semeador de livros&#8221; conta a trajetória de seu fundador, José Xavier Cortez, que saiu de Currais Novos (RN) para tornar-se nos anos 1970 o livreiro de confiança da comunidade acadêmica da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um documentário exibido segunda-feira no Teatro da Universidade Católica de São Paulo, deu início as comemorações dos trinta anos da editora Cortez.</p>
<p>O filme &#8220;O semeador de livros&#8221; conta a trajetória de seu fundador, José Xavier Cortez, que saiu de Currais Novos (RN) para tornar-se nos anos 1970 o livreiro de confiança da comunidade acadêmica da PUC-SP, centro de resistência à ditadura militar e que congregava intelectuais como Paulo Freire, Florestan Fernandes, Octavio Ianni, Bento Prado Jr. e José Arthur Gianotti.</p>
<p>O documentário, narrado em primeira pessoa, descreve o engajamento de Cortez em causas políticos-sociais, como sua partipação na famosa &#8220;Revolta dos Marinheiros&#8221; que levou a sua cassação e expulsão da Marinha.</p>
<p>Cortez lembra também o episódio em que teve a livraria assaltada e ofereceu livros infantis ao chefe do grupo, proferindo a frase &#8220;leva isso pros seus filhos, que assim eles terão uma vida diferente da sua&#8221;, o que foi prontamente aceito pelo ladrão que deixou a loja com os braços cheio de livros.</p>
<p>Segue trailer do documentário.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/nJ1gBA--fpw" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/nJ1gBA--fpw"></embed></object></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>PRESIDENTE DA CBF CRITICA GOVERNANTES DO RN</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 17:21:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ailton Medeiros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notas]]></category>
		<category><![CDATA[COPA DO MUNDO 2014]]></category>

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		<description><![CDATA[A edição de &#8220;O Globo&#8221; desta quarta-feira informa que a Fifa está preocupada com o atraso das obras de construção dos estádios que sediarão jogos da Copa do Mundo de 2014.
As obras deveriam ter começado no dia 1º de março. Deveriam, mas a maioria delas não começou.
Ricardo Teixeira repassou a cobrança às cidades. Segundo o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A edição de &#8220;O Globo&#8221; desta quarta-feira informa que a Fifa está preocupada com o atraso das obras de construção dos estádios que sediarão jogos da Copa do Mundo de 2014.</p>
<p>As obras deveriam ter começado no dia 1º de março. Deveriam, mas a maioria delas não começou.</p>
<p>Ricardo Teixeira repassou a cobrança às cidades. Segundo o jornal, o presidente da CBF enviou carta para as 12 cidades-sede do Mundial, cobrando atualizações sobre o andamento das obras.</p>
<p>A situação mais delicada é Natal.</p>
<p>Uma fonte da CBF contou a este blog que Teixeira não confia nos governantes potiguares: a governadora Wilma de Faria &#8221;não tem noção da complexidade do evento&#8221;. E a prefeita Micarla de Sousa parece &#8220;deslumbrada&#8221;, segundo o dirigente.</p>
<p>Pobre Rio Grande do Norte.</p>
]]></content:encoded>
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