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	<title>Comentários sobre: ISSO É UMA VERGONHA</title>
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		<title>Por: Rodrigues</title>
		<link>http://www.ailtonmedeiros.com.br/isso-e-uma-vergonha/2008/02/18/comment-page-1/#comment-3491</link>
		<dc:creator>Rodrigues</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Feb 2008 11:39:16 +0000</pubDate>
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		<description>Gente boa ser feliz sem razão seria estereotipado de idiota. Pelo menos aqui no Brasil não teria outra classificação àquele que saísse às ruas rindo à toa.

Lá vai o imbecilóide! Olha o retardado! Lá vem o rizinho do nada!

É difíci! (do Magela).

Gilda mas nem tudo está perdido. Os políticos brasileiros são felizes, vivem rindo com frivolidades. (nós é que, como idiotas, vivemos fulo com esses boas-vidas).

Esta é minha opinião.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gente boa ser feliz sem razão seria estereotipado de idiota. Pelo menos aqui no Brasil não teria outra classificação àquele que saísse às ruas rindo à toa.</p>
<p>Lá vai o imbecilóide! Olha o retardado! Lá vem o rizinho do nada!</p>
<p>É difíci! (do Magela).</p>
<p>Gilda mas nem tudo está perdido. Os políticos brasileiros são felizes, vivem rindo com frivolidades. (nós é que, como idiotas, vivemos fulo com esses boas-vidas).</p>
<p>Esta é minha opinião.</p>
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		<title>Por: Gilda</title>
		<link>http://www.ailtonmedeiros.com.br/isso-e-uma-vergonha/2008/02/18/comment-page-1/#comment-3490</link>
		<dc:creator>Gilda</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Feb 2008 10:54:14 +0000</pubDate>
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		<description>ENQUANTO ISSO, NA SUÉCIA...

Cartas de Estocolmo
Aqui a felicidade está na moda...
 
Imagino que saíram por aí também as notícias sobre o índice de felicidade em diferentes países do mundo.  
Numa escala de zero a dez, a Dinamarca venceu com 8,2 pontos, seguida da Suíça, Áustria e Islândia. A Suécia divide um honroso quinto lugar (7,7) com  Finlândia e Austrália, se não me equivoco, enquanto Guatemala, Irlanda, Luxemburgo, Noruega e Canadá ficam em sexta colocação (7,6). 
Entre os países mais ‘infelizes’ estariam Tanzânia (3,2), Zimbabwe, Moldávia, Ucrânia, Armênia, Geórgia, Bulgária, Paquistão e, com 4,4 pontos, Rússia e Albânia. 
Na cidade mais feliz do mundo, a dinamarquesa Ringkøbing, com 8,7 pontos em média, bastaria um aperto de mão e algumas poucas palavras para se comprar fiado, já que confiança seria a palavra-chave para explicar a felicidade dos locais. Confiança como a que experimentei uma vez, ao alugar uma bicicleta em Esbjerg por dois dias, sem um depósito de garantia nem carteira de identidade!
O jornal Metro, daqui de Estocolmo, entrevistou o professor Ruut Veenhoven, holandês que pesquisa sobre as condições sociais para a felicidade e fundou a base de dados sobre a felicidade mundial. 
A definição que ele usa de felicidade é “quanto a pessoa gosta da vida que leva”. Uma das conclusões do estudioso é de que hoje em dia vivemos mais tempo e somos mais felizes do que nunca na história da humanidade. 
Medir se uma pessoa é feliz seria simples, mas explicar a causa da felicidade é muito mais complicado... 
Homens costumam ser mais felizes que mulheres. Ter um parceiro seria também fonte de felicidade, assim como bem-estar material ou viver em um regime democrático. 
Alguns economistas tentaram medir a felicidade das pessoas através de seu poder de compra. Não deu muito certo. A realidade é complexa e não se rende aos cifrões.  
O número de índices que tentam captar e explicar o bem-estar das pessoas cresce, mas a origem da felicidade continua escapando entre os dedos das mãos dos economistas, psicólogos, psiquiatras, sociólogos e filósofos. 
Há alguns anos, o economista Richard Layard lançou um livro interessante - “Felicidade: lições de uma nova ciência” - onde o autor sabiamente recomenda que as sensações das pessoas contem mais que o bolso ou a fama para indicador de felicidade. 
Como resultado de sua pesquisa, o autor enfatiza certos temas a considerar na busca da felicidade coletiva: pobreza, doenças mentais, família e amigos, vida comunitária, desemprego, educação e consumismo, entre outros.  
Layard lembra também que o segredo está na compaixão. Para consigo mesmo e para com os outros. E conclui o livro citando o “utilitarista” Jeremy Bentham: “que cada dor que você retirar dos pensamentos e sentimentos de outra criatura humana seja substituída por paz e alegria no santuário da sua alma”. 
Recomendo a leitura... E penso que o bom mesmo, além de tentar medir ou explicar a felicidade, seria se a gente tentasse ser feliz “sem razão”, irradiando felicidade por aí apesar de tudo, extrapolando todas as teorias e medidas, os prognósticos e as correlações...

Texto de Sandra Paulsen, casada, mãe de dois filhos, baiana de Itabuna. Fez mestrado em Economia na UnB. Morou em Santiago do Chile nos anos 90. Vive há oito anos em Estocolmo, onde concluiu doutorado em Economia Ambiental</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>ENQUANTO ISSO, NA SUÉCIA&#8230;</p>
<p>Cartas de Estocolmo<br />
Aqui a felicidade está na moda&#8230;</p>
<p>Imagino que saíram por aí também as notícias sobre o índice de felicidade em diferentes países do mundo.<br />
Numa escala de zero a dez, a Dinamarca venceu com 8,2 pontos, seguida da Suíça, Áustria e Islândia. A Suécia divide um honroso quinto lugar (7,7) com  Finlândia e Austrália, se não me equivoco, enquanto Guatemala, Irlanda, Luxemburgo, Noruega e Canadá ficam em sexta colocação (7,6).<br />
Entre os países mais ‘infelizes’ estariam Tanzânia (3,2), Zimbabwe, Moldávia, Ucrânia, Armênia, Geórgia, Bulgária, Paquistão e, com 4,4 pontos, Rússia e Albânia.<br />
Na cidade mais feliz do mundo, a dinamarquesa Ringkøbing, com 8,7 pontos em média, bastaria um aperto de mão e algumas poucas palavras para se comprar fiado, já que confiança seria a palavra-chave para explicar a felicidade dos locais. Confiança como a que experimentei uma vez, ao alugar uma bicicleta em Esbjerg por dois dias, sem um depósito de garantia nem carteira de identidade!<br />
O jornal Metro, daqui de Estocolmo, entrevistou o professor Ruut Veenhoven, holandês que pesquisa sobre as condições sociais para a felicidade e fundou a base de dados sobre a felicidade mundial.<br />
A definição que ele usa de felicidade é “quanto a pessoa gosta da vida que leva”. Uma das conclusões do estudioso é de que hoje em dia vivemos mais tempo e somos mais felizes do que nunca na história da humanidade.<br />
Medir se uma pessoa é feliz seria simples, mas explicar a causa da felicidade é muito mais complicado&#8230;<br />
Homens costumam ser mais felizes que mulheres. Ter um parceiro seria também fonte de felicidade, assim como bem-estar material ou viver em um regime democrático.<br />
Alguns economistas tentaram medir a felicidade das pessoas através de seu poder de compra. Não deu muito certo. A realidade é complexa e não se rende aos cifrões.<br />
O número de índices que tentam captar e explicar o bem-estar das pessoas cresce, mas a origem da felicidade continua escapando entre os dedos das mãos dos economistas, psicólogos, psiquiatras, sociólogos e filósofos.<br />
Há alguns anos, o economista Richard Layard lançou um livro interessante &#8211; “Felicidade: lições de uma nova ciência” &#8211; onde o autor sabiamente recomenda que as sensações das pessoas contem mais que o bolso ou a fama para indicador de felicidade.<br />
Como resultado de sua pesquisa, o autor enfatiza certos temas a considerar na busca da felicidade coletiva: pobreza, doenças mentais, família e amigos, vida comunitária, desemprego, educação e consumismo, entre outros.<br />
Layard lembra também que o segredo está na compaixão. Para consigo mesmo e para com os outros. E conclui o livro citando o “utilitarista” Jeremy Bentham: “que cada dor que você retirar dos pensamentos e sentimentos de outra criatura humana seja substituída por paz e alegria no santuário da sua alma”.<br />
Recomendo a leitura&#8230; E penso que o bom mesmo, além de tentar medir ou explicar a felicidade, seria se a gente tentasse ser feliz “sem razão”, irradiando felicidade por aí apesar de tudo, extrapolando todas as teorias e medidas, os prognósticos e as correlações&#8230;</p>
<p>Texto de Sandra Paulsen, casada, mãe de dois filhos, baiana de Itabuna. Fez mestrado em Economia na UnB. Morou em Santiago do Chile nos anos 90. Vive há oito anos em Estocolmo, onde concluiu doutorado em Economia Ambiental</p>
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		<title>Por: Dani Freire</title>
		<link>http://www.ailtonmedeiros.com.br/isso-e-uma-vergonha/2008/02/18/comment-page-1/#comment-3489</link>
		<dc:creator>Dani Freire</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Feb 2008 02:44:41 +0000</pubDate>
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		<description>Oi Ailton!!
Seu blog está muito bom! Morro de rir com vc e concordo quase que 100% no que vc diz aqui... muito bom ter onde falar o que realmente é!

Parabéns e beijo de uma leitora hipócrita hahahahaha</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Ailton!!<br />
Seu blog está muito bom! Morro de rir com vc e concordo quase que 100% no que vc diz aqui&#8230; muito bom ter onde falar o que realmente é!</p>
<p>Parabéns e beijo de uma leitora hipócrita hahahahaha</p>
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		<title>Por: Rodrigues</title>
		<link>http://www.ailtonmedeiros.com.br/isso-e-uma-vergonha/2008/02/18/comment-page-1/#comment-3482</link>
		<dc:creator>Rodrigues</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Feb 2008 01:04:01 +0000</pubDate>
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		<description>Inveja mata, deixa os idiotas falarem o que quizerem.

Silêncio prá eles.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Inveja mata, deixa os idiotas falarem o que quizerem.</p>
<p>Silêncio prá eles.</p>
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