LEITURAS DIABÓLICAS
Amigos, problemas técnicos estão impedindo que este escriba possa publicar alguma coisa aqui desde ontem.
O que fazer, então? Ler, de preferência bons livros. Terminei “Uma biografia na praia”, sobre Leila Diniz, de Joaquim Ferreia dos Santos, “A riqueza das nações – uma biografia”, do brilhante P.J. O’Rourke, e “Anjos Caídos”, de Harold Bloom.
É de “Anjos caídos” que quero falar.
Bloom trata Satã com afeto e ternura afirmando que demônios são criaturas mortais e imperfeitas. O Coisa-Ruim seria, segundo o famoso crítico, uma espécie de “diretor da CIA de Deus”.
O’Rourke mergulha nas cerca de mil páginas de filosofia econômica e transforma “A riqueza das nações” em algo palatável para o leitor moderno.
Para O’Rourke, Adam Smith, longe de ser um defensor ferrenho do capitalismo, era um moralista da liberdade.
É como se, ao provar que com liberdade todos nós podemos ter mais dinheiro, demonstrasse também que dinheiro não compra felicidade.
“E não compra mesmo. Só aluga”, adverte o autor desse best-seller de forma irreverente.
Assista o vídeo onde O’Rourke fala sobre política.



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26/11/08 às 15:53
Ailton, o livro que me deixou “acordada” a noite inteira foi “Os irmãos Karamabloch” do Arnaldo Bloch, vale a leitura, os personagens e os acontecimentos explicam muito o Brasil de hoje…
26/11/08 às 23:50
Três livros de ontem para hoje é uma boa média. Parece até leitura dinâmica. Aliás, quanto tempo você leva para ler um livro de tamanho médio (umas 300 páginas) com bom aproveitamento, Ailton?
27/11/08 às 11:01
Leio vários livros ao mesmo tempo. Os bons eu degusto. Mas há exceções. Alguns livros são do tipo que, quando você os larga, não consegue pegar mais. Sou um leitor seletivo e só leio o que me dá prazer.