Aílton Medeiros
"Não consigo tomar partido por um sujeito, por um partido, por uma classe, por um país, por um filósofo, ou mesmo por uma filosofia, por um poeta, por uma escola literária, por um regime político. Tenho horror ao um..." (Alceu Amoroso Lima)

OLODUM PIROU DE VEZ

O jornalismo potiguar já tem sua versão de saia de Simão Bacamarte, o personagem maluco do livro “O Alienista”, de Machado de Assis. 

Trata-se da Vovó $ocialista.

A velhinha surtou.

Que pena!

6 respostas para 'OLODUM PIROU DE VEZ'

  1. Zé Carlos Diz:

    Ailton, tomo a liberdade de, na condição de leitor contumaz do blog, enviar-lhe interessante texto do jornalista Rodrigo Levino sobre a blogosfera potiguar, publicado no site de Tácito Costa. Aí vai:

    Blogosfera potiguar: evoluídos e primatas

    POR RODRIGO LEVINO
    JORNALISTA E ESCRITOR

    Em 2004, a empresa americana O’Relley Media chamou de “web 2.0” a segunda fase de uso/expansão da internet. A colocação definia àquela época o que hoje é fato: a interação de usuários através de redes sociais e canais de informação. A notícia deixou de ser bem e virou moeda. Com tanta liberdade assim, os limites andam cada vez mais elásticos.

    A circulação de notícias de todo tipo ancorada na facilidade de diluição, fez da internet uma Babel. Os blogs incorporaram a nova tendência, deixaram de ser diários com confissões descartáveis e assumiram o caráter pretensioso de novos veículos de mídia e jornalismo.

    Desviando os olhos do macro e focando na realidade local, é palpável o paradoxo enfrentado pela horda de blogueiros potiguares, principalmente os que lidam com a politicagem. A ferramenta de moderna comunicação foi incorporada ao fazer jornalístico. O que não aconteceu com a linguagem e pior: trouxe consigo todos os vícios das velhas redações.

    Distorcendo a tese de Millôr Fernandes, boa parte da blogosfera política potiguar faz jornalismo na base do incômodo (disfarçado de oposição), para tentar vender seus secos e molhados. A tradução de “web 2.0” e “liberdade de comunicação” em bom potiguês quer dizer: “o que eu não posso publicar no jornal que paga o meu salário, serve pra ser negociado no meu blog”.

    A errônea noção de que na internet tudo é possível, vestiu os velhos hábitos com a roupa nova da modernidade. Muito embora não haja como esconder as pelancas de sempre. A título de informação circulam boatos, intrigas, fofocas, análises (ou a falta de capacidade em fazê-lo) capengas - quando não risíveis - sobre pesquisas, coligações, agentes políticos e cobranças públicas de interesses privados.

    Na avalanche de “notícias” oficiosas, postadas como se fossem oficiais, e furos hiperbólicos, anula-se o cuidado ou a intenção, inclusive do leitor, de guardar o que foi impresso, como nos velhos tempos.

    O blogueiro virou uma espécie de vidente da notícia. Prevê e publica no atacado, acerta no varejo e não tem que prestar contas dos seus erros. Afinal, um post pode ser deletado ou simplesmente esquecido. O tempo que se gasta buscando a “barriga” é o suficiente para perder a intriga/boato/fofoca/”análise” da última hora. O circulo é vicioso.

    Incensados por comentaristas que mais parecem torcidas organizadas (como se houvesse de fato lutas políticas por estas bandas e não um imenso teatro de bonecos), os blogueiros viram mulas, como no tráfico. Cada um trafica a sua droga a mando de um chefe maior embutido nas notinhas e nos “fatos” repercutidos. Os usuários estão por toda parte. O percentual de pureza é cada vez mais baixo.

    Só o tempo, que trará à tona o que é real ou apenas interesse sujo no que é divulgado por um blogueiro hoje, pode reparar o erro em que agora incorrem e induzem os maus jornalistas. É impossível, até por ser recente, medir o estrago e o alcance que essa novidade representa para uma campanha eleitoral e na percepção que um eleitor/internauta pode ter dos protagonistas do pleito.

    A higienização do espaço virtual depende, nessa fase de uso da rede mundial de computadores, do leitor/internauta. A atenção deve ser dobrada. Afinal, está cada vez mais difícil, posto que os nomes são aparentemente respeitáveis, pelo tempo que trabalham no meio, descobrir quem evoluiu em caráter e linguagem, dos que não passam dos primatas de sempre.

  2. margarida regina Diz:

    Porque tanta inveja?
    Thaisa tem prestigio e consegue dar em primeira mão todas as noticias da governadora Wilma, de Robinson Faria, João Maia, Vagner Araujo, da Câmara Municipal e da Fiern.
    Reconheça e procure imitar Thaisa em vez de ficar sempre torcendo contra todos os norte-rio-grandenses que se destacam.
    Vá por mim

  3. maria Emiliana Diz:

    Ah!, que tédio! Então temos uma leitora aqui que não sabe diferenciar crônica social de jornalismo. Ess Margarida não sabe que a colunista é frequentemente assediada pelos bocós da classe média, aliados dos políticos, para fornecer informações e poderem ficar bem na foto. Acontece, que coluna social não ganha eleição. Pode fazer tráfico de influência junto a gente que não forma opinião. Quem forma opinião tem vergonha de aparecer em coluna social, sabia?

  4. Altério Diz:

    É exatamente isso, a Dayse traduziu muito bem, o michê é pago da forma e ordem como foi escrito, governo do estado, assembléia legislativa, JM, liquidação do bandern e genro, CMN e FIERN, faturamento danado de bom, tudo dinheiro público,a Vovó não tem um pingo de ética, muito menos remorso.

  5. Júlio germano Diz:

    A vovó não tem a menor ética,cada dia o pseudo blog dela perde leitores.A velhinha morreu e não sabe…

  6. devoto Diz:

    “Afinal, um post pode ser deletado ou simplesmente esquecido. ”

    Como fez Alex Medeiros uma vez…

    Postou, na época que queriam trocar Fátima por Joao Maia, que Jõao Maia não podia ser candidato em Natal pq seu domicilio eleitoral é outro, no interior.

    Algumas horas depois…o post foi deletado. Exlplicações? Nenhuma! E-mails perguntando o pq do sumiço do post foram enviados, mas até hj, nenhuma resposta.

    Pra onde vai a credibilidade?

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