A promessa de Marc Spitz de enaltecer Mick Jagger sem difamar Keith Richards, seu amigo e companheiro de banda, deu com os burros n’água. É o que constato lendo “Jagger, a biografia” (Benvirá, 304 páginas).
Quem é Mick Jagger, porra?” Spitz tenta responder a pergunta que estampou camisetas na década de 1970. O resultado, confesso, não me satisfez.
Spitz traça um perfil de Jagger por meio das lembranças de amigos e colegas que cruzaram o caminho do rolling stone e revela as múltiplas facetas do cantor, até então escondidas sob sua imagem de conquistador.
Aqueles fãs ávidos por revelações de alcova vão se decepcionar. Não há, como diria Cazuza, nenhum segredo de liquidificador.
Mas há Brasil no livro. Spitz narra a desastrada passagem de Jagger pelo Rio de Janeiro, em 1985, onde rodaria o vídeo da música “Half a Loaf”.
O projeto não prosperou. Jagger foi enrolado por uns travestis cariocas e terminou, acreditem, “fugindo escondido na traseira de um caminhão”, conta Spitz.
Mais Brasil, impossível.
Mas há uma história curiosa envolvendo o escritor Truman Capote que acompanhou os Stones durante a turnê americana de 1972.
Entediado com a rotina de festas regada a muito sexo, drogas e rock’n roll, o autor de “A Sangue Frio” entrou em depressão e abandonou a turnê.
A propósito, hoje é o aniversário de 69 anos do roqueiro que nasceu em 26 de julho de 1943. Parabéns, Brenda!


Sim.. acompanhei o RocK and Roll.. até o magnifico.. album “sgt Peppers lonely heart Club Band”
depois acho que diluiram a melodia…. fui para o Jazz.. e ouço os clássicos..desculpem..todo mundo evolue..
abs Nimuendayub.