PODRES PODERES
Luís Nassif decidiu escrever a verdadeira história de “Veja”.
Todos os dias o jornalista publica um capítulo em seu blog.
O texto de estréia trata do estilo neocon da revista.
Veja e leia (desculpe o trocadilho) :
O maior fenômeno de anti-jornalismo dos últimos anos foi o que ocorreu com a revista Veja. Gradativamente, o maior semanário brasileiro foi se transformando em um pasquim sem compromisso com o jornalismo, recorrendo a ataques desqualificadores contra quem atravessasse seu caminho, envolvendo-se em guerras comerciais e aceitando que suas páginas e sites abrigassem matérias e colunas do mais puro esgoto jornalístico.
Para entender o que se passou com a revista nesse período, é necessário juntar um conjunto de peças.
O primeiro, são as mudanças estruturais que a mídia vem atravessando em todo mundo.
O segundo, a maneira como esses processos se refletiram na crise política brasileira e nas grandes disputas empresariais, a partir do advento dos banqueiros de negócio que sobem à cena política e econômica na última década..
A terceira, as características específicas da revista Veja, e as mudanças pelas quais passou nos últimos anos.
Para ler o texto integral, clique aqui.



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30/01/08 às 13:29
Cunhão …. concordo com o Nassif em gênero , número e grau que pena de …”Veja”
30/01/08 às 14:04
Gosto e concordo com Nassif, mas devo confessar que não acho adequado comparar a Veja com pasquins…
acho que estes têm mais credibilidade…rs
Valeu pela dica, vou conferir na íntegra
30/01/08 às 14:41
como diz paulo henrique amorim, veja é a “última flor do fáscio”…
30/01/08 às 15:38
Complicaaaaado!!!
30/01/08 às 19:04
Faltou argumento Hehehehehehehehehehe para esse último.