RAPAZ DE BEM
Poucos shows me emocionaram tanto quanto o do trompetista americano Miles Davis no Free Jazz Festival, no Rio (1988). O impacto foi tão grande que deixei o Hotel Nacional, em São Conrado, chorando.
Outro artista que me emocionou com seu talento foi o cantor, pianista e arranjador brasileiro Johnny Alf, morto no início deste mês em São Paulo, aos 80 anos.
Devo isso ao produtor Zé Dias que a pretexto de homenagear os 30 anos da Bossa Nova trouxe o músico para Natal em 1995. Seu show no Teatro Alberto Maranhão foi impagável. E inesquecível.
Pois bem, a edição de quinta-feira do “New York Times” destacou a morte do influente músico, precursor da bossa.
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