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RIO SE INSPIRA EM PARIS E CRIA REGRAS PARA O COMÉRCIO DE RUA

O Rio se inspira em Paris e cria regras para seu comércio de rua.

Depois do Leblon, a prefeitura vai estender a Área de Protenção do Ambiente Cultural (APAC) ao bairro de Ipanema.

A partir de agora, toda loja que for aberta ali precisará do aval da Subsecretaria de Patrimônio Cultural. A medida visa preservar as caractéristicas do bairro com suas pequenas e charmosas lojinhas.

Enquanto isso na Taba de Micarla, Rosalba, Agripino, Garibaldi, Henrique…

Segue reportagem de “O Globo”:

RIO – Abrir mais uma farmácia ou agência bancária em Ipanema vai ser, a partir da semana que vem, tarefa hercúlea. Para tentar preservar a ambiência do bairro — com pequenas e charmosas lojinhas, bares onde os moradores se encontram para jogar conversa fora e restaurantes que reúnem famílias nos fins de semana —, a prefeitura publica segunda-feira um decreto estabelecendo regras para o licenciamento do comércio de rua em dez pontos, todos na Área de Proteção do Ambiente Cultural (Apac) de Ipanema.

A exemplo do que ocorre no Leblon desde dezembro, toda loja que for aberta em Ipanema, daqui em diante, precisará do aval da Subsecretaria de Patrimônio Cultural para conseguir o alvará.

Se um estabelecimento mudar de atividade, deixando, por exemplo, de ser um bar para passar a vender celulares, também terá que contar com a aprovação da prefeitura. O subsecretário de Patrimônio, Washington Fajardo, defende o monitoramento da comércio:

— O objetivo é impedir a descaracterização de Ipanema. É dever da prefeitura fazer o agenciamento urbano, garantindo a vitalidade do bairro. Não se pode ter excesso de farmácias, de bancos, de lojas de R$ 1,99 que nada têm a ver com o bairro. Mas não existe uma regra, cada caso será analisado individualmente — diz Fajardo.

O subsecretário cita como exemplo do que não deve acontecer a transformação de livrarias em drogarias — caso da Letras & Expressões da Rua Visconde de Pirajá.

— Um local que congrega pessoas deu lugar a mais uma farmácia, quando já existe uma quantidade enorme de drogarias. Precisamos ter um equilíbrio sustentável das atividades comerciais do bairro. Se o decreto já estivesse valendo, esse seria um caso que não deixaríamos acontecer — diz Fajardo, que ainda não proibiu nenhum estabelecimento no Leblon desde dezembro.

A decisão da prefeitura, porém, tem causado polêmica. Para Demetrius Queirós, dono do Fazendola, restaurante no entorno da Praça General Osório, a interferência do poder público no comércio não é bem-vinda.

— O mercado é livre. Num momento, tem um produto que faz sucesso, depois evolui para outra coisa. Quanto menos interferência no setor privado, melhor — defende.

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6 ideias sobre “RIO SE INSPIRA EM PARIS E CRIA REGRAS PARA O COMÉRCIO DE RUA

  1. Em época de campanha, ele vem com essa “graça” eleitoreira de se denominar defensor das tradições do Rio.

    Esse mesmo alcaide que aí está, teve a capacidade de marcar imprensa e invadir um estabelecimento na Gávea. Estabelecimento esse que sempre existiu com mesas na calça, para o “congraçamento das pessoas” que pagava mensalmente à prefeitura uma taxa pelo uso da calçada, que aguardava um decisão judicial definitiva.O estabelecimento anterior, recém comprado, fazia uso da calçada por mais de 20 anos.
    Começo de prefeitura opiniào pública dizendo que só intervinha em casa de pobre, esse dito senhor resolveu criar mídia. Montou um circo e o que se seguiu foi um show de horrores, Com uma vítima fatal, Francisco das Chagas Faria, o Chiquinho, como tods conheciam. Uma não, porque quando morre um pai de familia, deixando esposa e cinco filhas, muitas vítimas são feitas.
    Além de Chico, todos os funcionários da casa, sem emprego, sem salário por muito tempo. Os outros sócios da casa, que tiveram seu patrimônio dissolvido, seu trabalho posto fora.
    Tudo porque ele precisava de mídia.
    Ato torpe, covarde, movido por um pensamento medíocre desse que, por receber 51% de votos, acha-se o dono da cidade…

    O mesmo que expulsou covardemente vários floristas, proibiu o conserto de cadeiras nas calçadas, proibiu churrasquinho nas esquinas… por pessoas que fizeram isso a vida toda.
    Recolhe bicicletas por toda a cidade, sem oferecer lugar apropriado em quantidade bastante, somente pra privilegiar banco.
    Gastou mais de 40 milhões de Reais para murar o “Santa Marta”…
    O mesmo que há algum tempo quis proibir o Mate Latão, em sua ânsia desmedida e fascista de “higienizar” a cidade. Porque por trás desse “Choque de Ordem”, que recolhe mendigos covardemente, que coloca grades no meio dos bancos de praça para os sem teto não poderem deitar, existe uma idéia separatista da cidade. Idéia antiquada e medíocre, de segregação e sanitarismo.

    Uma cidade que sempre foi democrática, sempre teve seus “pé-sujo”, ao lado de restaurantes caríssimos, sempre teve lojinhas baratas em pleno coração da Zona Sul, seus bloquinhos de ruas pequenas com 50 100 pessoas brincando carnaval. Hoje o que se vê pelo Rio de Janeiro é um projeto ridículo de segmentação da cidade. quer sitiar as pessoas, isolá-las em guetos.
    Quando seu papel devia ser o de estruturar a cidade, sobretudo para quem mais precisa, oferecer educação e saúde de qualidade. Promover cada vez mais o encontro entre as pessoas, por toda a cidade. O Maior patrimônio do Rio de Janeiro é cidadão!
    Quer usar a alcunha de “grande defensor da cultura carioca” como base eleitoral. Quando passou anos tentando transformar o Rio em uma cidade sem identidade, sem cultura, sem história. Pífio!

  2. O Rio continua cada vez mais lindo e organizado. Fico a imaginar se Eduardo Paes fosse prefeito da TABA. Certamente, iria enfrentar uma enxurrada de críticas por parte daqueles que são contrários ao desenvolvimento e ao verdadeiro progresso. Viriam o Ministério Público com seus argumentos hipócritas, políticos adversários a jogar merda no ventilador, comerciantes mesquinhos a defender seus interesses egocêntricos e despropositados, a própria população sendo contrárias às boas regras de civilidade.
    A propósito: ontem à noite, rodando à Cidade, refleti como o natalense é ‘jeca’. Em cada canteiro, um churrasquinho e seus frequentadores fazendo seus ‘happy hours’, com suas ‘Pajeiro’ ou seus ‘Ronda Civique’ estacionados em lugares impróprios, e ainda, com seus ‘paredões’ em volume máximo, ouvindo esses forrozinhos de fim de carreira, além de invadirem a via pública com seus assentos. Um completo desrespeito.
    É duro ter que viver numa província!

  3. Uma cidade que vai sediar em três meses a Rio+20, e só reaproveita 3% das 8,4 mil toneladas de lixo geradas por dia. Na Europa, a média é de 40%.
    A Comlurb separa apenas 0,27% das 8,4 toneladas. O resto fica a cargo de catadores;
    As unidades de separação de recicláveis, que custaram R$ 79 milhões, estão desativadas ou operam precariamente;
    De Santa Teresa a Benfica, caminhão percorre 27km e chega ao destino final com apenas 25% de sua capacidade, etc. etc. etc.
    Só os papangus dessa província para achar que se pode comparar Paris com o Rio. Ridículo!

  4. Só um bocó como você para ignorar que a Área de Protenção do Ambiente Cultural (APAC) implantada recentemente no Rio se inspira em Paris. Aliás o Rio é a única cidade brasileira a adotar a medida para proteger o comércio de rua. Nova York e São Francisco são adotaram. Estude mais um pouquinho, seu bocó.

  5. Prezados,

    A lei de mercado é que deve regular quem sai e quem entra.

  6. não misturem RIO com PARIS, por favor!!! Quem nunca foi a nenhuma das duas, se cale para sempre.
    Assim é demais. O RIO é única, e PARIS, idem, eterna….Extremos onde viver é a única condição. Essa coisa de abrir farmácia é sinal de sacanagem mesmo, e deve ser evitado e pronto. Tinha era que dar chopp grátis para todo mundo, e não aqueles comprimidos para “dormir”, mania nacional e que agora dizem, só para sacanear, que os cariocas são os campões de uso. Baboseira grande! VIVA O RIO! CONHEÇA PARIS! O resto, É RESTO MESMO!