SENADOR EXPLORA TRABALHO ESCRAVO
Caro Ailton Medeiros,
sei da sua isenção e imparcialidade no trato com a notícia, por isso estou lhe mandando uma informação em primeira mão. Pode conferir tudo que escrevo que é absolutamente verdadeiro e publicar no seu blog.
Pode até deixar no ar a seguinte pergunta: Quem é o senador da república que rasga a legislação trabalhista ??? Explico a situação.
Na Empresa de Comunicação TV Tropical, tem um rapaz que toma conta do estacionamento dos funcionários da emissora. É cobrado o valor, me parece, de R$ 20,00 (vinte reais) por mês para os funcionários que utilizam o local.
O terreno é de propriedade do Senador José Agripino Maia. O cidadão trabalha regularmete, das 8 às 12 e das 14 às 18 e até aos sábados, uniformizado com uma camisa da TV Tropical, porém não tem nenhum direito trabalhista regulamentado. Sem carteira de trabalho assinado, não recolhe o INSS e o FGTS, não tem direito a férias e décimo terceiro salário e aí por diante, rasgando literalmente a CLT sendo quase um trabalhador escravo.
E o pior, se ficar doente não tem nenhum amparo, e como vigia os carros, se houver algum assalto, tentativa de roubo e ele for baleado e até morto, aí sim, a desgraça está feita.
Você pode conferir toda essa informação, indo pessoalmente no estacionamento ou utilizando seus meios de investigação.
O trabalhador está lá, para todos verem, até mesmo os dirigentes da empresa, que fecham os olhos para os direitos trabalhistas do rapaz, isso é um absurdo. Um Senador da República e um Deputado Federal com trabalhador irregular na empresa em que controlam.




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12/05/10 às 21:36
Bom Saber disso, amanhã mesmo estou indo a SRT – Superintêndecia Regioñla do Trabalho, e farei esta denuncia com todo prazer!!!!!
13/05/10 às 8:25
Ailton, já diz o ditado, “o ódio cega”.
A TV Tropical pode até estar errada, mas se você procurar a definição de trabalho escravo segundo a OIT, verá que não se encaixa no que você descreve.
Existe escravo com carteira assinada e milhões de empregados sem carteira assinada que nada tem a ver com escravo…
“Manchete” bem sensacionalista, não?
E o pior, usando o termo levianamente e sem critério nenhum, você confunde um tema que é importante e deveria ser levado a sério. Parabéns.
13/05/10 às 13:07
Este fato já têm um perdedor, o rapaz que provavelmente não tinha um emprego e hoje não têm mais o bico.
13/05/10 às 13:23
E quem disse que um Senador e/ou um Deputado ter uma TV e/ou uma(s) Rádio(s) é legal? São concessões públicas – expressamente vedadas aos membros do Congresso Nacional, e que não por acaso, deveriam ser fiscalizadas pelo Congresso…
Aíltom já mencionou o que veiculam em seus veículos de comunicação reiteradamente, propagada eleitoral, também afrontando a Legislação Eleitoral. Está aí, escancaradamente à mostra, alguém pode esperar condutas ilibadas destes senhores em círculos mais reservados? Seus pares dos Demos nos podem dizer, de Natal, de Mossoró, de qualquer região do estado ou do País… com Arruda à frente!
13/05/10 às 13:39
Caro Ailton,
Não dá para pegar um fato isolado e estigmatizar o senador José Agripino de explorarador de “trabalho escravo”. Assim não dá nem para ouvir o outro lado…
Em época de eleições é comum que adversários divulguem estórias infundadas para atacar os concorrentes. Com certeza esse é mais um fato, pois o senador Agripino não compactua com o desrespeito às leis e as normas. Uma acusação leviana e eleitoreira!
13/05/10 às 13:59
É lamentável que um cidadão tente acusar o senador José Agripino de algo restrito. Ora, qualquer trabalhador tem o direito de reivindicar os seus direitos em qualquer repartição… Envolver o senador é jogo sujo!
13/05/10 às 14:48
Rafa, eu não odeio ninguém, posso não simpatizar por um sujeito, mas odiar, jamais. É que o RN não está acostumado com jornalista que exerce seu ofício com isenção. Sou assim, meu caro, desde 1972, quando com menos de 12 anos, entrei na Rádio Rural de Caicó e me tornei o mais jovem redator esportivo do Brasil.
13/05/10 às 15:01
Quando você trabalhou na rádio Rural de Caicó em 1972 com 12 anos, você tinha carteira assianada????
13/05/10 às 15:12
Não, imaginem no interior naquela época. Até hoje é assim. Mas eu era colaborador. E mesmo assim, Aluisio Lacerda me pagava. Antes da Rádio Rural, eu vendia jornal.
13/05/10 às 15:15
Eduardo, naquela época não havia Estatuto da criança e adolescente, entendeu?
13/05/10 às 17:22
Não tinha o ECA mas tinha o ETI: exploração do trabalho infantil?!?!?!?!
13/05/10 às 17:39
Parabens por todos os seus méritos, mas com todo respeito, sua “manchete” não é exemplo de bom jornalismo, muito menos de isenção.
Não sei bem se o que você faz aqui é jornalismo. Você tá mais pra cronista de esporte, literatura e cinema. Muito bom por sinal.
Agora quando o assunto é política, sai o jornalista e entra o militante. Descaradamente parcial e zero de isenção. Robinson e Fabio Faria são imunes a qualquer crítica. JA por qualquer razão leva uma pedrada, Lula e Dilma não são criticados jamais e Serra leva paulada pela menor besteira.
13/05/10 às 19:58
Ailton,
Voce já notou quantos comentarios voce recebe quando escreve sobre assuntos locais, e quantos
recebe em assuntos nacionais?
Pois bem, voce só “presta” denunciando as maracutaias dos bocos locais.
Tenho dito!
13/05/10 às 22:11
Wilson, se você tem mais de 40 anos deve saber que na Caicó de 1972 não existia isso. Meu irmão começou trabalhar mais cedo, aos 10 anos. Mas aos 8 já ajudava meu pai na padaria. Nem contrato de aluguel havia, o acerto era verbal. Para o sertanejo daquela época, a palavra valia mais que qualquer papel assinado. Bons tempos aqueles.
13/05/10 às 22:22
Esse tipo de “denuncia” em periodo eleitoral me parece ser o unico meio que a dita oposição tem, se o rapaz estava trabalhando lá era por um unico motivo “necessidade”. As pessoas antes de divulgar todo tipo de baboseiras deveriam apurar os fatos, esse rapz teve uma oportunidade de ocupar seu tempo trabalhando honestamente, coisa que dificilmente terá oportunidade se essa noticia for veridica, então srº ailton medeiros, ache o dito rapaz e o ofereça um emprego formal com todos os direitos trabalhistas oferecidos! Ahhh, procure um pouco mais na cidade que vc achará mais trabalhadores, trabalhando na informalidade, seguranças, garçons, “pastoradores” de carros, cobradores e motoristas de transporte alternativo euma gama de outrs profissões. antes de acusar alguem, verifique a necessidade e as condições de trabalho com imparcialidade e não com sarcasmo e ofensas pessoais! tenho dito… Neto Lopes_funiconario publico e professor de jiu jitsu
14/05/10 às 2:49
Olha, eu acho que esse rapaz fazendo bico, deve ganhar mais do que muitos funcionários que trabalham nessa Rede Tropical com carteira assinada. Tenho certeza, que ao descobrir a gorjeta vão pedir baixa na carteira e querer trabalhar com esse rapaz. Infelizmente, o trabalho de radialista e jornalista no nosso estado não é reconhecido financeiramente, obrigando alguns profissionais a mercê de muitos politicos.
14/05/10 às 7:14
Eita pô… agora reiou tudo. Não sei mais se fico do lado de Ailton ou dos bocós. Mas… pensando bem o jornalismo de Ailton é melhor. Gente jornalismo é assim mesmo, quando surge fatos deve ser noticiado, agora bajuladores de politicos é outra coisa, assistam o programa de Janio e Daniela e tentem fazer algum comentario. Abraços e até amanha.
14/05/10 às 13:43
Não é surpresa para nenhum brasileiro essas atitudes de nosso políticos de Brasília, que governam a nação. Razão tinha o Chico Anísio no seu quadro de humor na TV Globo, há alguns anos atrás, quando satirizava os políticos de Brasília no personagem de Justo Veríssimo, que dizia assim: “Eu quero que o pobre se exploda. Eu tô aqui é prá me arrumar”. Nada mais parecido com a realidade política em noso país. Interessante seria saber até onde vai a “VOCAÇÃO POLÍTICA”, dando um salário médio nacional, nada mais junto, para cada parlamentar. Garanto-lhes que o senado e a câmara de deputados há muito tempo estariam vazios, dando um grande retorno aos cofres públicos. A sociedade deveria saber que na câmara federal se criam leis a base de compra, através de marqueteiros. Mas isso, pelo jeito, não interessa ao povo.
14/05/10 às 21:21
ZÉ AGRIPINO DEPOIS DESSA,OERDEU MEU VOTO….
15/05/10 às 23:48
Muito me admira, ailton medeiros,não te chamo de senhor pois não merece meu respeito, quando se quer conseguir algo ou …que não consegue se vinga de qualquer maneira, quanto foi que voçe solicitou de aumento salarial para o senador josé agripino que ele não deu?foi esta a vingança? dizendo de um trabalho escravo? voçe não sabe o que é trabalho escravo. Se é que esse rapaz estava fazendo um bico, com certeza ele tem familia, mãe para ajudar em casa,quem sabe se a familia agora não irá passar necessidades sem o dinheirinho desse bico que esse rapaz ganhava, nem jesus se livrou da inveja não é ailton? isso não jornalismo. isso é fofoca de comadre. nem para comentarista de futebol voçe serve, com certeza voçe só presta para falar mal da da vida alheia. se eu fosse voçe, pediria demissão da TV TROPICAL, e iria procurar se adequar a uma atividade de fofoqueiro e se cuidar, procure um médico pois voçe está precisando.Ah, outra coisa procure sua turma, onde voçe está trabalhando não é seu lugar, seu lugar é na verdade fora dessa TV, pois conheço esse local de trabalho de pessoas dignas e honestas que se propõem em ajudar a quem precisa, alias se eu fosse dona da tv tropical tu já estava na Rua.tenha vergonha vá procurar algo de bom pra fazer camarada. se voçe tiver conceito de jornalista me responda.
16/05/10 às 9:46
Vots, o comentário 20 tá com a gota.
17/05/10 às 3:44
“Pastorador de carros” nao tem direitos trabalhistas porque nao se trata de emprego legal. Exatamente da mesma forma que “pedinte” nao e emprego. Ou seja, nem pastorador de carro, nem pedinte pode ser considerado trabalho escravo.
Nunca dou um centavo a pastoradores porque ja pago impostos suficientes. (Cabe ao governo oferecer condicoes de emprego a populacao.) Por isso, sou totalmente a favor de uma politica de seguranca publica que possibilite meu carro estar seguro em todo e qualquer local publico.
O Senador Jaja deve ser cobrado (e muito) por competencia politica. Ele nao e responsavel por um pedinte que vigia carros na frente da sua emissora e recebeu de esmola uma camiseta com o logotipo da Tv.
PS: Rosalene(post 20), “Voce” nao se escreve com cedilha.
17/05/10 às 15:25
Ailton vc tirou um emprego de um cidadão para transforma-lo em um marginal, é essa politica que geralmente o PT emprega, que saber se eu fosse vc “que graças a Deus não sou” iria atrás desse rapaz e oferecia uma cesta basica a ele todo mes, ou vc esqueceu do seu passado?
17/05/10 às 20:37
Renata, me orgulho do meu passado.
19/05/10 às 9:46
A turma do DEMOnio ficou irada com esta publicação, acreidto que os comentaristas facistas da Tropical todos devem ter escrito, aí acima com nomes falsos. Parabéns Ailton!
20/05/10 às 10:37
se vc se orgulha do seu passado porque publicou um artigo que com certeze o Senador não tem conhecimento do que acontece do lado de fora da emissora e nem o que é resolvido pelos seus funcionarios,a vida desse rapaz que vc tirou o bico dele não é diferente do seu passado, batalhador e sofrido, só que ele agora está passando necessidades e a culpa é sua e de quem lhe passou as informações levianas e maldosas com o unico intuito de prejudicar um homem integro e do bem como o Senador Agripino, que muito me orgulha ser do RN e te-lo com senador. tá dito e publique
20/05/10 às 11:20
Renata, sugira ao senador contratar o rapaz para cuidar do estacionamento da Tropical. O exemplo tem que começar em casa, você não acha?