SERÁ QUE ELE É
Depois de alguns dias de jejum, voltei a ler os jornais da Taba.
E me deparei com mais um surto de vaidade de Vicente Serejo:
Faltou dizer: aquela foto de Deífilo Gurgel , de Giovanni Sérgio, que ilustra o caderno Viver, da Tribuna, na edição de ontem, teve como cenário a pequena e bela coleção de bonecos populares desta biblioteca.
Quanta modéstia! Já imaginaram se este rapaz da Rua da Frente fosse alto, bonito, rico e falasse alemão?
Mas o que me deixou com uma pulga atrás da orelha foi esse comentário cujo cujo título é “Desejo”:
Nem Mônica Bérgamo, sempre discreta, resistiu: ao noticiar o ensaio do ator Malvino Salvador para a revista TPM e ilustrar com a foto do ator e sua barriga de tanquinho, sapecou: ‘Assim você me mata’.
Será que ele é?




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10/02/12 às 6:55
Cuidado, Ailton. O ressentimente tem te levado à baixaria com muita facilidade…
10/02/12 às 9:59
Tem um jornalista, professor da UFRN, que disse que todas as pessoas são bissexuais. Taí o milagre, só não vou dizer o nome do santo…
10/02/12 às 10:54
Ailton, como na música, é só olhar para a cabeleira do Vicente no Carnaval.
10/02/12 às 14:40
Onde está a baixaria? Em revelar por inteiro um sujeito que vive na penumbra? O pior cego é aquele que não suporta claridade!
13/02/12 às 11:18
Leonardo, aqui e acolá acesso esse blog e o que chama minha atenção…
MEU COMENTÁRIO
Com tantos botecos virtuais pelo mundo e você inventa de entrar logo aqui? Vá distribuir sua “sapiência” em outras terras. Que tal no blog de Laurita Arruda? Eu não escrevo para ninguém, escrevo porque escrever me faz pensar. No dia em que você gostar do que escrevo, paro de escrever!
20/02/12 às 13:10
Ailton,
Se não fosse uma Segunda Feira de Carnaval dava pra fazer uma carta bonita, mas……
Lukács escreveu umas boas e loas no seu ” O romance histórico” – nem todo mundo pode ser Balzac, Stendal ou Walter Scott ou nosso Machado de Assis; dá um desconto.
Não vou nem comentar sobre Hegel, Marx, Engels, etc……os caras vão me chamar de chatíssimo…
Ora, ORA, era os tempos de revoluções, restaurações, conspirações e os céus em chamas, os caras escreviam histórias mesmo – era romance histórico até a medula; era literatura de verdade.
VERDADE OBJETIVA E VIVA! Eles desabavam sobre os acontecimentos do mundo. – 200 anos de verdade.
Era: foda-se, eu quero é virar história. Hoje? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Não se escondiam, em sombras das cavernas, em jardins, em riachos e rios (só isso) com medo do mundo, o mundo ridículo, burguês (chavão bem grande:PEQUENO BURGUÊS); ELES era vida real, cara: social, política e economicamente real.
Hoje o cara ver o riacho, (sem poluição), ver a flor, ver o rio e não enxerga o casebre. Hoje, é como se a vida real não existisse; medo desse mundo à cair-lhes sobre suas cabeças; os caras compraram 5.000 livros e se esconderam em casa; que terror; se fosse nos séculos XVII/XVIII, tinham se suicidado. cantam as suas canções, a alienação do povo!
é a vida bicho!