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O projeto da família Alves para tirar o RN do atoleiro é, acreditem, a família Alves!

Henrique Alves no palanque 2

O deputado Henrique Alves reuniu tios, primos, sobrinhos, gatos e alguns penduricalhos (foto) para anunciar que o PMDB tem um projeto para o RN.

Pausa para a gargalhada.

O encontro, realizado nesta segunda-feira num hotel de Natal, serviu para o partido oficializar o rompimento com a governadora Rosalba Ciarlini de quem Alves foi aliado até recentemente.

“Rompemos com o projeto político da governadora, mas não rompemos com o Rio Grande do Norte”, disse o presidente da Câmara conhecido pelo seu tatibitate.

Pausa para novas gargalhadas.

Durante a reunião foi aprovada a decisão da executiva estadual do partido de apresentar candidatura própria ao Governo do Estado na eleição de 2014.

“De posse do nosso projeto, bateremos às portas de todos os partidos e de todas as instituições da sociedade civil. Não imporemos nada. Apresentaremos o nosso projeto, pediremos que seja avaliado e que possa ser enriquecido pela contribuição de todos que estiverem dispostos a trabalharem conosco na construção de uma nova esperança para o Rio Grande do Norte”, disse o deputado mirando o espelho.

O que isso significa? Que o projeto de Henrique Alves para tirar o RN do atoleiro é, acreditem, Henrique Alves! Ou na pior das hipóteses, Garibaldi Alves, seu primo. Ou quem sabe, Walter Alves, o ungido!

No RN, as coisas mudam para continuarem do jeito que os Alves gostam.

 

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Na PODER: O que FHC tem a dizer sobre Lula, Dilma e namoro

Por Paulo Sampaio

Fernando Henrique Cardoso entra na ampla sala onde costuma receber a imprensa e convidados na Fundação iFHC, olha para o repórter e o fotógrafo e pergunta: “Não era uma moça que vinha?”. Era. Mas ela precisou apurar outra matéria, em Brasília, e, infelizmente, o presidente terá de se contentar com um repórter do sexo masculino. Ele parece resignado. FHC acabou de abrir e fechar uma palestra cujo tema era Brasil e América Latina: que Liderança É Possível? e agora come uns pãezinhos do coffee break que a secretária guardou para ele.

Localizada no Vale do Anhangabaú, centro de São Paulo, a fundação foi inaugurada, em 2004, com robustas contribuições de empresários paulistas. Nasceu como instituto, para abrigar o acervo de documentos privados do presidente e também promover palestras e debates “sobre a democracia e o desenvolvimento”. Em 2010, com o objetivo de “fortalecê-lo como instituição perene”, transformaram o instituto  em fundação. Ali se discutem temas tão diversos quanto Retratos da Primavera Árabe, O Encontro de Joaquim Nabuco com a Política: As Desventuras do Liberalismo e India Grows at Night When Government Sleeps. Em oito anos de existência, a entidade promoveu mais de 200 debates. No dia em que PODER esteve lá, os palestrantes eram o embaixador Celso Lafer, o ex-presidente do Uruguai, Tabaré Vázquez, e o porta-voz do ex-presidente mexicano Vicente Fox, o sociólogo Rubén Aguilar. Na abertura do evento, assistido por cerca de 60 pessoas, o coordenador de debates da fundação, Sérgio Fausto, apresenta o tema.

Nós, a elite

O encontro é permeado por aquele tom de solenidade que os intelectuais costumam usar para infundir peso a suas opiniões. Os que estão ali afirmam que o Brasil “sem dúvida tem dimensão territorial para exercer liderança na região”; que conta com “preponderância econômica sobre os vizinhos”, com “indiscutível potencial energético”, com “instituições cada vez mais fortes”. “Estamos muito mais adiantados na defesa dos direitos humanos, na democracia”, concluem, orgulhosamente, os brasileiros. Porém, ressalvam, o Brasil parece “receoso em assumir posições”, “insiste em certas posturas desnecessárias” e “deveria falar menos em liderança e passar a exercê-la”. “Nós temos certa tendência à arrogância”, diz FHC. “Quando eu digo nós, quero dizer nós, a elite.”

De repente, Rubén Aguilar efetua uma espécie de corte epistemológico no fluxo do debate, levantando questões que colocam em xeque a própria pertinência do tema. “Por que, afinal, o Brasil está tão preocupado com liderança?” “Que importância tem ser a sétima ou a primeira economia do mundo, se não se dá ao povo condições de viver?” “Como se pode ser líder de seus vizinhos, quando só se enxerga a si mesmo?” Alguns intelectuais presentes sorriem amarelo, outros acham graça de verdade. Continuar lendo

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A COPA POR UM FIO

O Brasil esgotou todos os prazos para a Copa de 2014 estabelecidos pela Fifa. O secretário-geral da Fifa, Jerome Valcke, fez um alerta sobre o atraso: ” A luz vermelha já se acendeu para o Brasil, que não cumpre prazos”, disse.  Confiram:

De “O Globo”:

O secretário-geral da Fifa, Jerome Valcke, fez nesta segunda-feira um novo alerta sobre o atraso no cumprimento de prazos para a Copa de 2014, no Brasil.

– A luz vermelha já se acendeu para o Brasil, que não cumpre prazos.

– Perguntei ao Ricardo Teixeira (presidente da CBF): “Por que vocês assinaram aqueles documentos todos e não cumprem?” Não queremos uma Copa corrida, feita em cima da hora – declarou o dirigente, durante solenidade no Soccer City, estádio da abertura e da final da Copa da África do Sul.

Valcke foi duro em sua análise. E usou também de ironia:

– Este ano tem eleição presidencial, quase nada vai acontecer. O ano que vem tem carnaval. Só vão começar depois do carnaval? – indagou.

À pergunta se a realização da Copa de 2014 no Brasil corre risco, respondeu:

– Não é questão de risco, é questão de cumprir os prazos. Agora estão empurrando tudo para 12 de julho.

O secretário-geral da Fifa prosseguiu:

– Não é só Morumbi, ou Maracanã. Recebi um informe e há vários pontos em vermelho marcados para vários estádios – informou.

Mais detalhes, clique aqui.

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O RIO NA COPA

De olho na Copa de 2014, a prefeitura do Rio estuda uma mudança na legislação que poderá permitir a construção de até 11 eco resorts em áreas de proteção ambiental na orla da zona oeste.

Os terrenos são privados, cada resort teria 200 suítes e os lotes seriam vendidos separadamente, para financiar a construção, o que hoje não é permitido.

O prefeito Eduardo Paes (PMDB) relaciona o projeto à necessidade de vagas na rede hoteleira para a realização da Copa do Mundo de 2014 e para a Olimpíada de 2016, que o Rio ainda disputa.

É o que revela reportagem de “O Estadão”.

Para ler o texto na íntegra, clique aqui.

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COPA DO TURISMO

Li vários artigos nos jornais questionando a importância da Copa do Mundo no Brasil. O argumento mais fajuto usado pelos bocós é que a Copa não agrega valor turístico aos países que sediam o torneio.

Será mesmo? Mãos à obra, então.  

A expectativa da Fifa é que em um mês 500 mil turistas – 10% do total que o Brasil recebe em um ano inteiro – visitem às cidades onde acontecerão os jogos. Isso sem falar dos 15 mil jornalistas de várias partes do mundos que cobrirão o evento.

Para o leitor ter idéia, a França, em 1997, recebia 250 mil turistas por mês. Em 1998, com a Copa, dobrou para 500 mil. O Japão, em 2002, recebeu 400 mil.

A Alemanha, por conta da sua localização geográfica, bem no centro da Europa, recebeu 2 milhões de turistas.

Quem é contra a construção de um novo estádio em Natal é porque ainda não leu a cartilha da Fifa.

As exigências dela rezam que os estádios onde as partidas são disputadas apresentem as mesmas condições de conforto e segurança que as de seus equivalentes nos países desenvolvidos.

Sua capacidade mínima é para 45 mil pessoas e todos os assentos têm de ser numerados.  Ainda é preciso haver hospitais e estacionamentos nas imediações do estádio.

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A COPA É NOSSA

Representantes da Fifa chegam ao Brasil nessa quinta-feira.

Vêm avaliar as condições dos estádios e das cidades que querem sediar os jogos da Copa 2014 .

A comissão visitará cinco cidades: Brasília, Porto Alegre, Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro.

Natal, acreditem, ficou de fora.

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