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A crítica é um exercício de inteligência

Do amigo e leitor Sílvio Amorim:

Ailton, já faz tempo que tinha notado o mesmo que o escrito acima pelo sr. Reginaldo Silva. O blog tá bem feito, tem muitas matérias e curiosidades interessantes, mas seus comentários pessoais, no mais das vezes com ofensas grotescamente pesadas, além de nada acrescentar, afugentam os leitores mais polidos, no sentido amplo do termo. Quem escreve ao público deve também ter humildade para conviver com as críticas. Vide os xiitas que impediram a blogueira de sequer falar, no lançamento de um livro em livraria chamada Cultura, um retrocesso, sem dúvida, como já sabia o Voltaire (posso não concordar…).

MINHA RESPOSTA

Silvio, a crítica é um exercício de inteligência, e por isso, salutar para a democracia e o aprimoramento de suas instituições. Mas nem todo o mundo que desembarca aqui tem essa sua polidez. Você, que me conhece há anos, sabe que nunca tive medo de falar o que penso, mas também nunca me recusei a ouvir o que não gosto.

Mas há os pistoleiros de aluguel que tentam me intimidar pelo grito. Para essa gente, costumo aplicar a terceira Lei de Newton: A toda ação há sempre uma reação oposta e de igual intensidade.

Obrigado e continue prestigiando o blogue com suas observações inteligentes.

 

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DEMITIDOS DO BANCO DO BRASIL

Da leitora Sonia Regina:

Senhor Ailton,

Gostaria de saber se o Sr. teve acesso a carta circular com a relação dos demitidos em 1991. Dispõe de cópia desse documento? Poderia me fornecer uma cópia?

COMENTÁRIO

Infelizmente, não, mas um leitor deste blog dispõe, sim. Acho que é o Rodrigo.

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PARA QUE SERVE A POLÍCIA

Os jornais desta quarta-feira revelam que o número de motoristas que admite consumir bebida alcoólica antes de dirigir é maior até do que o registrado antes da Lei Seca entrar em vigor, em junho de 2008.

Os dados são do Ministério da Saúde que realizou uma pesquisa com 54,3 mil pessoas, em dezembro, seis meses após a Lei Seca.

Veja o que diz: 2,6% dos entrevistados declararam dirigir após beber. Em dezembro de 2007, antes de existir a legislação, os que admitiam dirigir alcoolizados eram 2,1%.

Agora um relato pessoal: domingo, por volta das 21 horas, este escriba descansava a alma e o corpo num boteco da Zona Sul quando flagrou o motorista da Pajeto preta, placa NNM 3509, dirigindo embriagado. O que fiz? Acionei a polícia que chegou imediatamente. Contei para o cabo (ou sargento, ou tenente, ou sei lá o quê) que queria prestar queixa. O policial então solicitou a Polícia de Trânsito que, acreditem, não deu a mínima satisfação.

Resumo da ópera: me senti como Drummond no Soneto da perdida esperança:

Perdi o bonde e a esperança.
Volto pálido para casa.
A rua é inútil e nenhum auto
passaria sobre meu corpo.

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