« Voltar | Início » Posts tagged "HENRIQUE ALVES"

Mais uma contribuição do RN ao Brasil: Depois de Micheline Borges, agora é Laurita Arruda, a noivinha boateira, candidata a idiota do ano

Henrique copa

Um impagável tijolaço de Fernando Brito. Segue abaixo:

Correu pelas redes sociais o twitter da ”noiva” do deputado Henrique Eduardo Alves espalhando que os exames a que se submeteu ontem a Presidenta Dilma Rousseff não eram rotineiros. Ela teria feito, segundo Dona Laurita Arruda, a boateira, um cateterismo.

Dona Laurita, se quer aparecer, deveria fazer isso com um pouco mais de elaboração, até mesmo dando uma estudadinha naqueles momentos de lazer das poltronas dos aviões da FAB, a caminho de assistir a seleção com o “noivo”. Não fique confiando nos seus amigos “maus médicos”, não, que a senhorita acaba falando besteira.

Cateterismo, noivinha, não é um procedimento que você faz e vai embora do hospital, bem serelepe.

Você toma medicamentos que fazem o sangue “ficar mais ralo” (simplifico para a senhorita entender) e tem de se cuidar com a coagulação posterior. Quem faz, inclusive, fica com a perna imobilizada por segurança, por causa disso.

Além do mais, usam-se contrastes que sobrecarregam o sistema renal.

O paciente fica, depois do procedimento, no mínimo em observação, em repouso absoluto, por pelo menos umas cinco horas, por causa disso. Em geral, é liberado só no dia seguinte, para manter-se sob controle.

Se a senhorita tivesse consultado um médico, ele lhe diria isso. Que, por ser um procedimento invasivo, o cateterismo não é parecido com uma escova em cabeleireiro.

Como a Presidenta foi para os exames no final da tarde e embarcou à noite para Brasília, não podia ter feito cateterismo.

Quem está afirmando isto à senhorita já fez dois. Como a senhorita não consultou, em lugar de bem informada, apareceu dando mancada.

Mas fique tranquila. A senhora está em boa companhia. A Folha fez o mesmo com a tal história da demissão de médicos para dar lugar aos cubanos.

Transformou boato em notícia, sem checar. Quem sabe a senhora não se oferece ao jornal como especialista em medicina?

Dizem que estão precisando.

Share

Calma, Henrique!

Ailton Medeiros e Maurício Dias - Diagonal em março de 2013

Reproduzo sempre com orgulho a coluna do meu amigo Maurício Dias publicada na “Carta Capital”. Maurício, com quem almocei há poucos no Rio, é um dos mais bem informados jornalistas deste país. Segue na íntegra:

A oposição fará um novo esforço, agora no Senado, para derrubar o projeto aprovado na Câmara dos Deputados pela base governista, na terça-feira 23. Ele impede que os partidos criados a partir de agora se beneficiem do tempo de rádio e televisão, além dos recursos do Fundo Partidário, por meio dos parlamentares agregados à nova sigla após se desligarem de outra já existente.

O tempo no rádio e na tevê tem sido um fator de estratégia eleitoral para uns e de sobrevivência para outros. É negociação política entre os grandes e os pequenos. Nesse último caso, aqueles que dispõem de um tempo abaixo de 1 minuto no horário da propaganda eleitoral gratuita. São quase 20 (tabela), considerando a representação eleita em 2010.

O novo Movimento Democrático, MD, fusão do PPS com o PMN não escapou dessa situação. A soma do tempo das duas agremiações alcança somente 78 segundos e 78 décimos. O crescimento mais visível é na bancada da Câmara dos Deputados, do número de vereadores e prefeitos.

Há um mercado eleitoral milionário em torno da “venda” do tempo nas coligações. Oficialmente, o tempo é cedido para financiar candidaturas dos partidos menores que não conseguem doações no mercado nem acesso ao dinheiro do Fundo Partidário.

Problema existente. A legislação permite a cessão do tempo, mas proíbe a transação em dinheiro. A proibição é atropelada. Os candidatos e os próprios programas eleitorais dos “nanicos” são financiados pelos partidos maiores: PT, PSDB, PMDB e DEM, entre alguns outros, e já agora o pudico PSB. Os socialistas andam à caça de aliados em busca de apoio para a eventual candidatura do governador pernambucano, Eduardo Campos.

É dessa transação por baixo do pano que nasceu o escândalo inadequadamente chamado de “mensalão”. O PT, conforme afirmou Roberto Jefferson, acertou ceder recursos para a campanha eleitoral do PTB, em 2004. Jefferson admitiu ter recebido 4 milhões de reais dos 20 milhões acertados.

O projeto aprovado agora, de certa forma, põe um pouco de “ordem na casa”. Paralelamente, no entanto, cria uma contradição com a decisão tomada pelo Supremo Tribunal Federal, em 2011, na criação do PSD do ex-prefeito paulistano Gilberto Kassab.

No entendimento do STF, o mandato pertence ao partido. Do ventre dessa decisão nasceu um monstrengo chamado “portabilidade”. Ou seja, fica com o deputado a possibilidade de transferir o tempo e o porcentual do Fundo Partidário para a agremiação que migrou. Curiosa contradição: o mandato é do partido e o tempo é do candidato.

A nova situação criada pelo projeto atinge e talvez inviabilize esforços como os da ex-ministra Marina Silva e do sindicalista Paulinho, que trabalham na formação de novos partidos. A oposição montou na oportunidade para atacar o governo em geral e a presidenta Dilma em particular.

Desarmar a criação de novos partidos pode ser um golpe no processo de “mutirão” sonhado pela oposição. Mais candidatos na disputa de 2014 (Marina, principalmente) pode ser a oportunidade, senão a única, de provocar um segundo turno na eleição presidencial.

A dúvida da oposição é legítima. O governo nega esse objetivo. O choro é livre. Continuar lendo

Share

Henrique Alves: Diga-me com quem andas e te direi quem és

Robinson Faria no dia da mulher

Henrique Alves e os ricos

Robinson Faria e Henrique Alves são candidatos a governador em 2014, Robinson pelo PSD, Henrique pelo PMDB.

Henrique representa uma das mais poderosas oligarquias do Nordeste, os Alves, que estão no poder há 50 anos.

Robinson é vice de Rosalba, mas rompeu com a governadora há mais de um ano.

Ontem, Dia Internacional da Mulher, enquanto Henrique era homenageado pelos homens mais ricos do Rio Grande do Norte, no Centro de Convenções, Robinson celebrava o Dia Internacional das Mulher com o povo simples da Zona Norte.

Share

DEPUTADO SE SOLIDARIZA COM MÉDICOS. E COM SUAS VÍTIMAS?

Na rua, na praia, na sala de cirurgia, na fazenda, médicos, vocês sabem, só pensam em dinheiro. O deputado federal Henriquinho Alves também.

Os dois, acreditem, estão à beira de um orgasmo. Alguns médicos e uma representação do Sinmed potiguar se reuniram nesta sexta-feira com o Henriquinho Alves, na sede da Intertv Cabugi.

Os médicos pediram o apóio do deputado para a derrubada do Projeto de Lei 2203 de 2011 que prevê a redução de 50% dos seus salários.

Henriquinho demonstrou solidariedade aos médicos e os convidou para uma reunião em Brasília na próxima quarta-feira.

Tudo bem.

Pergunta que não quer calar: quando é que o ilustre deputado irá se solidarizar com os pacientes que são maltratados por esses mesmos médicos?

Com a palavra Henriquinho Alves!

Share

O DEPUTADO DOS 15 MILHÕES DE DÓLARES

O jornalista Nélio Jr,, meu amigo, reclamou deste blog por ter ignorado reportagem da “Folha” sobre o deputado Henriquinho Alves.

Para satisfazer o apetite de Nélio, reproduzo o texto criticando o autor, Ranier Bragon, por não informar a seus leitores que Laurita Arruda, atual mulher de Henriquinho, é filha do seu ex-maior desafeto político, Cassiano Arruda.

Graças a Cassiano, Henriquinho Alves ficou conhecido no RN como o “Deputado Copa do Mundo”. Segue o texto de Bragon:

Às vésperas de completar 40 anos na mesma função, a de deputado federal, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) coleciona derrotas nas disputas para o Executivo e tem no bastidor político de Brasília o seu habitat.

Alves, 62, tomará posse de seu 11º mandato consecutivo como deputado federal em fevereiro. Hoje, ele é líder da bancada do PMDB na Câmara e o nome mais cotado pelo partido para presidir a Casa a partir de 2013.

Decano da Câmara, ele só perde em números de mandatos, segundo a Casa, para quatro ex-deputados.

Das tentativas frustradas de atuar no Executivo, a de 2002, quando se deu como certa sua indicação para a vice de José Serra (PSDB) na chapa à Presidência, foi a mais notória.

A aspiração ruiu após a revista “IstoÉ” publicar afirmação da ex-mulher de que ele tinha US$ 15 milhões no exterior. Alves chamou a história de “delírio” e sumiu de cena. Rita Camata (PMDB-ES) foi indicada em seu lugar.

Porta-voz nas últimas semanas da reação peemedebista pela manutenção do espaço do partido no governo Dilma Rousseff, Alves desempenha hoje o papel em que sempre demonstrou maior desenvoltura –o de articulador político de bastidores, notadamente de interesses partidários e de aliados.

Liderou o movimento, no PMDB, para elevar o salário mínimo para acima dos R$ 540 oferecidos pelo governo, no fim do mandato de Lula.

“Falo a verdade. Por isso, sabem que sou confiável”, diz Alves, sobre os embates recentes com o governo.

Como principais interlocutores, o peemedebista conta com o vice-presidente Michel Temer e o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

O CLÃ ALVES

O deputado é herdeiro político de um dos principais clãs nordestinos, montado pelo ex-governador e ex-ministro Aluísio Alves (1921-2006), cassado pelo Ato Institucional nº 5.

Apesar disso, Alves acabou, no decorrer dos anos, “destronado” dentro do clã pelo primo Garibaldi Alves Filho, que foi prefeito de Natal, presidente do Senado, duas vezes governador e, desde o dia 1º, é o ministro da Previdência de Dilma.

“O Garibaldi não tem rejeição, é uma pessoa conciliadora, uma pessoa que agrega. Eu, por ser filho do maior líder popular do Estado, tive que brigar mais”, diz.

Quatro anos antes de morrer, o pai do deputado deu à Folha a sua explicação: o sobrinho Garibaldi teria herdado a liderança popular; o filho, “a articulação política”.

Adversários também têm sua versão: a de que Alves priorizou viagens e a vida em Brasília ou no Rio, o que lhe rendeu fama de bon-vivant.

“Já o Garibaldi é aquela coisa, não perde um casamento, batizado ou enterro”, afirma um deles.

AS DERROTAS

O fato é que, embora tenha colecionado vitórias nas articulações de bastidor –sua ação levou o governo a suspender as nomeações do segundo escalão–, Alves coleciona derrotas nas tentativas de ingresso no Executivo.

Foi assim quando tentou a Vice-Presidência na chapa de Serra e nas duas disputas pela Prefeitura de Natal, em 88 e 92. Na última, o clã rachou e ele teve que enfrentar a irmã gêmea, Ana Catarina, o que assegurou a vitória de Aldo Tinoco no 2º turno.

Os adversários alfinetam. Dizem que foi como se Ulysses Guimarães (1916-1992) tivesse perdido a presidência da Câmara para um suplente de deputado.

“Perder por 700 votos de diferença, com a irmã contra, foi duro. Não por mim, mas por meu pai, que sofreu muito”, diz Alves, que elenca esse momento e o da cassação do pai como os mais difíceis de sua carreira.

OS NEGÓCIOS

O deputado declarou em 2010 patrimônio de R$ 5,6 milhões, o que inclui cotas da TV Cabugi (retransmissora da Globo) e do jornal “Tribuna do Norte”, o de maior circulação no Estado.

Em 2007, a Folha revelou que ele usou verba pública para bancar reportagens em seu grupo de comunicação.

É separado, pai de três filhos, e atualmente namora a jornalista Laurita Arruda. Em 1998, tratou um câncer nas cordas vocais.

Share