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O Brasil é uma merda!

Capa Epoca

O PIG é capaz de tudo para destruir a imagem do país. O ato terrorista de Boston foi parar na capa da revista ÉPOCA com seguinte indagação: “E se fosse na Copa?”

Meu Deus, o que os atentados de Boston tem a ver com a Copa? Rio não é Boston, Brasil não é EUA.

No final de 2011, um colunista do PIG previu o caos na cidade maravilhosa que dali a alguns meses iria sediar a conferência Rio+20. Não houve caos algum, mesmo com a cidade lotada de turistas, visitantes e dezenas de chefes de Estado.

Já faz alguns anos, um articulista de “O Globo” criticou ferozmente as autoridades do Rio por liberarem o show dos Rolling Stones na praia de Copacabana. Ele ainda acusou o prefeito Cesar Maia de promover um novo Altmont.

Vocês não sabem? Eu explico.

Em dezembro de 1969 Mick Jagger resolveu encerrar a turnê americana da banda com um grande concerto grátis no autódromo de Altamont, na Califórnia. Além dos Stones, passaram pelo palco (1 metro e 21 centímetros de altura) Santana, Jefferson Airplane, The Grateful Dead, The Flying Burrito Brothers e Crosby, Stills, Nash and Young.

Para fazer a segurança, Sam Cutler, o tour manager dos Stones, convidou os Hells Angels. O saldo não foi nada positivo: um afogamento, atropelamentos, brigas e um homicídio: a morte de Meredith Hunter, um homem negro de 18 anos.

Mas ao contrário do que previu o Corvo do jornal “O Globo, a apresentação dos Rolling Stones em Copa foi apoteótica.

A pergunta que não quer calar é: O que essa gente ganha com o insucesso brasileiro? Nada. Apenas o prazer de estufar o peito e dizer: “Eu não disse! O Brasil é uma merda”!

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A turma que vive de rendas nem disfarça mais: “Queremos juros altos”

O esforço da velha mídia em inundar o país com notícias negativas é patético. Seus colunistas e lacaios dos patrões acreditam que estamos à beira do abismo. A realidade é outra.

As pessoas estão satisfeitas com a condução do país e esperançosas em relação ao futuro. Entendem que sua vida tem melhorado e vai melhorar ainda mais e aprovam o governo. A maioria considera “ótimo” ou “bom” o modo como a presidente Dilma lida com a economia, enfrenta a crise econômica internacional e trata as questões do emprego.

Resumo da ópera: É tamanha a diferença entre as manchetes da velha mídia e o sentimento popular que é como se vivêssemos em dois países.

Paulo Moreira Leite em artigo magistral desmascara mais uma vez essa gente. Segue na íntegra:

Por Paulo Moreira Leite

A turma que vive de rendas nem disfarça mais. Por uma diferença de 0,09% no índice de inflação, começou o que pode ser a batalha final para o Banco Central interromper uma política de juros baixos.

Claro que ninguém pode ter um ponto de vista fanático e achar que os juros nunca podem subir. Altas podem ser necessárias, em situações extremas.

Mas é preciso avaliar a situação real. Um primeiro aviso aos navegantes: quanto vale 0,09% em alguma coisa?

Economistas sérios sabem que todo dado de 0,0alguma coisa é, em si, irrelevante. Não é sinal de nada. O problema é a tendência.

Este é o verdadeiro aviso aos navegantes: a inflação tem uma tendência de queda. O índice de 6,59% de março é a soma de 12 meses. Mas, em março, a inflação foi menor que a de fevereiro. (Os números são 0,47% contra 0,60%, respectivamente). Outro dado. Os alimentos, responsáveis pelas altas recentes – sem eles, a inflação não passaria de 4,5% — estão em queda.

Leia o que diz a nota analítica do Bradesco, hoje, após os números do IBGE:

“O movimento de descompressão do grupo alimentação deve se manter nos próximos meses. Na mesma direção, os preços de vestuário recuaram de uma alta de 0,55% em fevereiro para 0,15% em março. No sentido contrário, houve elevação de 0,51% do grupo habitação, sucedendo a queda de 2,38% dos preços em fevereiro, por conta da dissipação do reajuste de energia elétrica. Os núcleos mostraram aceleração em 12 meses, ainda que, na margem, tenham desacelerado em relação ao mês anterior. O índice de difusão registrou recuo de 72,33% para 69,04% no último mês, devolvendo a alta observada em fevereiro. Os serviços vieram em linha com o esperado, registrando alta de 0,26% entre fevereiro e março, levando o crescimento acumulado em doze meses de 8,66% para 8,37%. Para o ano de 2013, continuamos com a expectativa de alta de 5,4% do IPCA.”

Ou seja. Para o Bradesco, o IPCA chegará abaixo da meta no fim do ano.

Mas a pressão continua. Por que? Continuar lendo

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